08/10/2013
Sindicato dos Bancários: nova diretoria toma posse durante greve
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região realizou, na noite de ontem, a solenidade de posse da nova diretoria da entidade.
Encabeçada por Paulo Franco, a “Chapa 1 – experiência com ousadia e luta”, venceu as eleições sindicais com 99% de aprovação da categoria, elegendo-se para o triênio 2013-2016.
Segundo Paulo Franco, novo presidente do Sindicato, apesar do clima de renovação de energia, as ações da entidade devem prosseguir na mesma linha, com ênfase para o modelo de Sindicato Cidadão.
“Nossa prioridade continua sendo atender as necessidades da categoria bancária, lutando por seus direitos e tratando o trabalhador como um indivíduo completo, que também é ser-humano, cidadão, educador e formador de opinião”, declara.
Encabeçada por Paulo Franco, a “Chapa 1 – experiência com ousadia e luta”, venceu as eleições sindicais com 99% de aprovação da categoria, elegendo-se para o triênio 2013-2016.
Segundo Paulo Franco, novo presidente do Sindicato, apesar do clima de renovação de energia, as ações da entidade devem prosseguir na mesma linha, com ênfase para o modelo de Sindicato Cidadão.
“Nossa prioridade continua sendo atender as necessidades da categoria bancária, lutando por seus direitos e tratando o trabalhador como um indivíduo completo, que também é ser-humano, cidadão, educador e formador de opinião”, declara.
Greve
Para Paulinho, como é conhecido, assumir o Sindicato em pleno período de greve é um grande desafio, que será encarado com coragem e combatividade.
“Já dissemos ‘não’ em assembleia para a proposta indecente da Fenaban, de dar menos que 1% de aumento real. Continuaremos com a greve até termos nossas reivindicações atendidas”.
Ele ainda ressalta que a greve dos bancários não é apenas por valorização salarial.
“Queremos que os bancos se comprometam a manter e gerar empregos, combater o assédio moral e as metas inatingíveis que adoecem a categoria e garantir segurança a bancários e clientes, assim como um melhor atendimento”, afirma.



“Já dissemos ‘não’ em assembleia para a proposta indecente da Fenaban, de dar menos que 1% de aumento real. Continuaremos com a greve até termos nossas reivindicações atendidas”.
Ele ainda ressalta que a greve dos bancários não é apenas por valorização salarial.
“Queremos que os bancos se comprometam a manter e gerar empregos, combater o assédio moral e as metas inatingíveis que adoecem a categoria e garantir segurança a bancários e clientes, assim como um melhor atendimento”, afirma.



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