26/09/2013
Greve é ampliada em todo o país
A greve dos bancários, que completa oito dias hoje, já paralisou 10.024 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em todo o país.
Desde o dia em que greve foi deflagrada houve um aumento de 63,12% de unidades bancárias fechadas. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Aparecido Augusto Marcelo.
“Trata-se de um aumento crescente, no primeiro dia foram fechados 6.145 unidades, subindo para 7.282 no segundo dia, 9015 no quinto dia e 9.665 ontem”, afirma.
Marcelo ressalta que o fechamento do Bradesco por sete dias foi uma vitória do movimento sindical. “Devido ao assédio moral que sofrem, os funcionários do Bradesco tender a hesitar em aderir à greve”.
Outra novidade é que nesta quinta-feira os bancários de Pirangi e Palmares Paulista também vão cruzar os braços para reivindicar seus direitos.
“A greve é totalmente constitucional, um direito do trabalhador. Coibir as manifestações contrárias à política bancária vigente, como alguns bancos têm feito, é uma prática antissindical”, acrescenta o presidente do Sindicato.
Confira as principais reivindicações da categoria:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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Desde o dia em que greve foi deflagrada houve um aumento de 63,12% de unidades bancárias fechadas. É o que afirma o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Aparecido Augusto Marcelo.
“Trata-se de um aumento crescente, no primeiro dia foram fechados 6.145 unidades, subindo para 7.282 no segundo dia, 9015 no quinto dia e 9.665 ontem”, afirma.
Marcelo ressalta que o fechamento do Bradesco por sete dias foi uma vitória do movimento sindical. “Devido ao assédio moral que sofrem, os funcionários do Bradesco tender a hesitar em aderir à greve”.
Outra novidade é que nesta quinta-feira os bancários de Pirangi e Palmares Paulista também vão cruzar os braços para reivindicar seus direitos.
“A greve é totalmente constitucional, um direito do trabalhador. Coibir as manifestações contrárias à política bancária vigente, como alguns bancos têm feito, é uma prática antissindical”, acrescenta o presidente do Sindicato.
Confira as principais reivindicações da categoria:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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