25/09/2013
Bancários fecham quase dez mil bancos em seis dias de greve
A greve dos bancários foi novamente intensificada no sexto dia de greve: trabalhadores de 9.665 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados de todo o país cruzaram os braços em protesto contra a intransigência dos bancos e a falta de interesse em negociar com seriedade.
Na base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região não foi diferente. Os dirigentes sindicais permaneceram durante toda a terça-feira em frente às agências, conscientizando trabalhadores e clientes sobre a dificuldade em negociar com o banco.
Segundo o presidente do Sindicato, Aparecido Augusto Marcelo, o assédio moral e as práticas antissindicais são intensos em período de greve.
“Do lado de fora das agências, os funcionários recebem ligações de seus superiores, que fazem pressão – incluindo ameaças – para que voltem ao trabalho”.
Contudo, o Sindicato não vai se render. A greve continua até que as reivindicações da categoria sejam atendidas ou, ao menos, negociadas de maneira satisfatória.
Confira as principais cobranças dos bancários:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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Na base do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região não foi diferente. Os dirigentes sindicais permaneceram durante toda a terça-feira em frente às agências, conscientizando trabalhadores e clientes sobre a dificuldade em negociar com o banco.
Segundo o presidente do Sindicato, Aparecido Augusto Marcelo, o assédio moral e as práticas antissindicais são intensos em período de greve.
“Do lado de fora das agências, os funcionários recebem ligações de seus superiores, que fazem pressão – incluindo ameaças – para que voltem ao trabalho”.
Contudo, o Sindicato não vai se render. A greve continua até que as reivindicações da categoria sejam atendidas ou, ao menos, negociadas de maneira satisfatória.
Confira as principais cobranças dos bancários:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15.
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese).
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Emprego: fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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