24/09/2013
Bancários continuam firmes no sexto dia de greve
A greve dos bancários já paralisou 9.015 agências em todo o país. Esses números correspondem a um crescimento de 23,8% da mobilização.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Aparecido Augusto Marcelo, a greve deve prosseguir firme e forte até que a Fenaban – Federação Nacional dos Bancos - apresente propostas de interesse da categoria.
“O movimento está se intensificando devido ao silêncio dos banqueiros, que é uma afronta aos trabalhadores. Esperemos que negociem com seriedade para podermos dar fim à greve”.
Marcelo ainda ressalta, que além de aumento real, os bancários querem melhores condições de trabalho e garantia de emprego para oferecer um atendimento digno aos clientes e usuários das agências.
“É impossível oferecer atendimento de qualidade com um quadro reduzido de trabalhadores e pressão para cumprimento de metas abusivas. Também estamos reivindicando segurança aos funcionários e clientes, uma vez que os bancos são alvo constante de assaltos e atentados devido ao fluxo de dinheiro que circula nas unidades”, afirma.
O banco Itaú entou com um interdito proibitório contra o Sindicato, mas a juíza do trabalho Margarete Aparecida Gulmaneli afirma que a entidade tem livre acesso às portas das agências.
"O fato de representantes do Sindicato permanecerem do lado de fora informado aos clientes que a categoria sufragou movimento paradista não caracteriza turbação", diz em seu parecer.
Confira as principais reivindicações da categoria:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese)
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Aparecido Augusto Marcelo, a greve deve prosseguir firme e forte até que a Fenaban – Federação Nacional dos Bancos - apresente propostas de interesse da categoria.
“O movimento está se intensificando devido ao silêncio dos banqueiros, que é uma afronta aos trabalhadores. Esperemos que negociem com seriedade para podermos dar fim à greve”.
Marcelo ainda ressalta, que além de aumento real, os bancários querem melhores condições de trabalho e garantia de emprego para oferecer um atendimento digno aos clientes e usuários das agências.
“É impossível oferecer atendimento de qualidade com um quadro reduzido de trabalhadores e pressão para cumprimento de metas abusivas. Também estamos reivindicando segurança aos funcionários e clientes, uma vez que os bancos são alvo constante de assaltos e atentados devido ao fluxo de dinheiro que circula nas unidades”, afirma.
O banco Itaú entou com um interdito proibitório contra o Sindicato, mas a juíza do trabalho Margarete Aparecida Gulmaneli afirma que a entidade tem livre acesso às portas das agências.
"O fato de representantes do Sindicato permanecerem do lado de fora informado aos clientes que a categoria sufragou movimento paradista não caracteriza turbação", diz em seu parecer.
Confira as principais reivindicações da categoria:
Reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação)
PLR: três salários mais R$ 5.553,15
Piso: R$ 2.860,21 (salário mínimo do Dieese)
Auxílios alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 678 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoece os bancários.
Fim das demissões, mais contratações, aumento da inclusão bancária, combate às terceirizações, especialmente ao PL 4330 que precariza as condições de trabalho, além da aplicação da Convenção 158 da OIT, que proíbe as dispensas imotivadas.
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Pagamento de auxílio-educação para graduação e pós-graduação.
Prevenção contra assaltos e sequestros, com o fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para bancários e bancárias, com a contratação de pelo menos 20% de negros e negras.
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