19/09/2013
Sindicato inicia greve com expectativa de negociação
A greve dos bancários teve início nesta quinta-feira (19) e não tem data definida para terminar. Contudo, devido à adesão de todos os bancos da base territorial do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, a expectativa dos dirigentes sindicais é “dobrar” os banqueiros para ter suas reivindicações atendidas e poder abrir as agências o mais rápido possível. É que afirma o presidente do Sindicato, Aparecido Augusto Marcelo.
Marcelo ressalta que o trabalhador do setor financeiro não está interessado apenas em um reajuste salarial maior do que o proposto pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), de 6,1%, valor suficiente apenas para repor a inflação.
“Também queremos negociar saúde e condições de trabalho, emprego, igualdade de oportunidades e segurança. Atualmente, há poucos bancários nas agências para dar conta de muito serviço, consequentemente, o atendimento aos clientes é precário”, ressalta.
O presidente do Sindicato também revela que o assédio moral, praticado nas agências, e a pressão por metas abusivas trazem sérias consequências aos bancários.
“É imenso o número de trabalhadores que adoecem com todos os tipos de transtorno psicológico, além de problemas físicos decorrentes do estresse. Além disso, as inúmeras demissões executadas geram insegurança nos trabalhadores e intensificam a prática do assédio moral”, ressalta.
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Marcelo ressalta que o trabalhador do setor financeiro não está interessado apenas em um reajuste salarial maior do que o proposto pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), de 6,1%, valor suficiente apenas para repor a inflação.
“Também queremos negociar saúde e condições de trabalho, emprego, igualdade de oportunidades e segurança. Atualmente, há poucos bancários nas agências para dar conta de muito serviço, consequentemente, o atendimento aos clientes é precário”, ressalta.
O presidente do Sindicato também revela que o assédio moral, praticado nas agências, e a pressão por metas abusivas trazem sérias consequências aos bancários.
“É imenso o número de trabalhadores que adoecem com todos os tipos de transtorno psicológico, além de problemas físicos decorrentes do estresse. Além disso, as inúmeras demissões executadas geram insegurança nos trabalhadores e intensificam a prática do assédio moral”, ressalta.
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