23/05/2013
Contraf promove curso de formação com especialização em terceirização
A Contraf-CUT em parceria com o Dieese realiza de 3 a 7 de junho o curso de formação sindical com especialização em terceirização, no Hotel Atibainha, em Atibaia (SP), com 25 vagas. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas através das federações filiadas.
As federações podem inscrever participantes até a próxima segunda-feira (27). As 25 vagas serão preenchidas por ordem de inscrição e, após completar o grupo, os pedidos de vagas ficarão em lista de espera a ser finalizada na terça (28).
As entidades devem avaliar a possibilidade de inscrever dirigentes sindicais que se comprometam com a tarefa de estudar o tema, desenvolver conhecimento para o enfrentamento dos problemas oriundos da terceirização, tornarem-se multiplicadores e que possam contribuir em todos os espaços de formulação, debates, representação pública e, principalmente, ações práticas, locais, regionais e nacionais.
Segundo William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT, "o objetivo do curso é formar lideranças sindicais nesta temática, para que tenham a compreensão política e fática dessa forma de organização da produção e gestão de mão de obra, baseada fortemente no conceito de divisão do trabalho e contribuir no enfrentamento para a manutenção e ampliação dos direitos da classe trabalhadora no Brasil, nesse novo cenário mundial".
O curso abordará história, conceitos, impactos da adoção da terceirização pelas empresas e particularmente pelos bancos, abordando as questões legais, normativas existentes e a realidade prática.
"Ao final do curso será traçado conjuntamente um plano de ação sindical para dar conta de todos os desafios apresentados", salienta William.
Formação é indispensável para a luta
A Contraf-CUT tem trabalhado para se aproximar cada vez mais dos sindicatos e oferecer condições para a formação de novas lideranças e para que a ação sindical seja cada vez mais qualificada. Para isso, vem investindo bastante recursos na formação sindical, através de módulos formativos, elaboração de documentos que servem como subsídios, como os Cadernos Contraf-CUT, e mais recentemente com a promoção de cursos de especialização em temas atuais relevantes para a categoria e a classe trabalhadora.
O foco na formação sindical e política dos dirigentes sindicais na estrutura da Contraf-CUT abrange hoje tanto o viés classista quanto o corporativo. O conceito é o de Formação Permanente, seguindo a Política Nacional de Formação da CUT, e busca aliar um percurso formativo que congrega os cursos classistas da Rede Nacional de Formação da CUT com os cursos oferecidos pela própria Confederação, estes mais focados nos desafios enfrentados na organização e representação do ramo financeiro.
"Acreditamos que dirigentes sindicais (homens e mulheres) precisam se especializar para ter intervenção mais incisiva na sociedade, nas disputas de hegemonia que se apresentam, bem como na representação da classe trabalhadora, nos espaços de negociação coletiva, criando assim um processo rico e participativo de construção coletiva", enfatiza William.
O capital é organizado e os banqueiros, mais ainda. "Por isso os trabalhadores devem ter organização ainda maior para atingir seus objetivos", salienta o diretor da Contraf-CUT.
"Neste momento conjuntural, quando o projeto de lei (PL) 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), tramita rapidamente no Congresso Nacional, é fundamental que as entidades filiadas à Contraf-CUT inscrevam 25 dirigentes sindicais para buscarem especialização na temática da terceirização, a fim de reforçar a mobilização da CUT e da sociedade contra essa forma proposta de regulamentação do trabalho, que é nociva e prejudicial à classe trabalhadora", convoca William.
Fonte: Contraf-CUT
As federações podem inscrever participantes até a próxima segunda-feira (27). As 25 vagas serão preenchidas por ordem de inscrição e, após completar o grupo, os pedidos de vagas ficarão em lista de espera a ser finalizada na terça (28).
As entidades devem avaliar a possibilidade de inscrever dirigentes sindicais que se comprometam com a tarefa de estudar o tema, desenvolver conhecimento para o enfrentamento dos problemas oriundos da terceirização, tornarem-se multiplicadores e que possam contribuir em todos os espaços de formulação, debates, representação pública e, principalmente, ações práticas, locais, regionais e nacionais.
Segundo William Mendes, secretário de formação da Contraf-CUT, "o objetivo do curso é formar lideranças sindicais nesta temática, para que tenham a compreensão política e fática dessa forma de organização da produção e gestão de mão de obra, baseada fortemente no conceito de divisão do trabalho e contribuir no enfrentamento para a manutenção e ampliação dos direitos da classe trabalhadora no Brasil, nesse novo cenário mundial".
O curso abordará história, conceitos, impactos da adoção da terceirização pelas empresas e particularmente pelos bancos, abordando as questões legais, normativas existentes e a realidade prática.
"Ao final do curso será traçado conjuntamente um plano de ação sindical para dar conta de todos os desafios apresentados", salienta William.
Formação é indispensável para a luta
A Contraf-CUT tem trabalhado para se aproximar cada vez mais dos sindicatos e oferecer condições para a formação de novas lideranças e para que a ação sindical seja cada vez mais qualificada. Para isso, vem investindo bastante recursos na formação sindical, através de módulos formativos, elaboração de documentos que servem como subsídios, como os Cadernos Contraf-CUT, e mais recentemente com a promoção de cursos de especialização em temas atuais relevantes para a categoria e a classe trabalhadora.
O foco na formação sindical e política dos dirigentes sindicais na estrutura da Contraf-CUT abrange hoje tanto o viés classista quanto o corporativo. O conceito é o de Formação Permanente, seguindo a Política Nacional de Formação da CUT, e busca aliar um percurso formativo que congrega os cursos classistas da Rede Nacional de Formação da CUT com os cursos oferecidos pela própria Confederação, estes mais focados nos desafios enfrentados na organização e representação do ramo financeiro.
"Acreditamos que dirigentes sindicais (homens e mulheres) precisam se especializar para ter intervenção mais incisiva na sociedade, nas disputas de hegemonia que se apresentam, bem como na representação da classe trabalhadora, nos espaços de negociação coletiva, criando assim um processo rico e participativo de construção coletiva", enfatiza William.
O capital é organizado e os banqueiros, mais ainda. "Por isso os trabalhadores devem ter organização ainda maior para atingir seus objetivos", salienta o diretor da Contraf-CUT.
"Neste momento conjuntural, quando o projeto de lei (PL) 4330, do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), tramita rapidamente no Congresso Nacional, é fundamental que as entidades filiadas à Contraf-CUT inscrevam 25 dirigentes sindicais para buscarem especialização na temática da terceirização, a fim de reforçar a mobilização da CUT e da sociedade contra essa forma proposta de regulamentação do trabalho, que é nociva e prejudicial à classe trabalhadora", convoca William.
Fonte: Contraf-CUT
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