18/04/2013
Sindicato garante reposição de funcionário em Dobrada
Diretores do Sindicato exigiram a reposição imediata de um funcionário na agência do Santander de Dobrada e tiveram resposta positiva do banco, na manhã de ontem, 17.
“A negociação se deu após o fechamento da agência por meio da ação ‘Demitiu, Parou’ devido a uma demissão efetuada no banco. Fomos avisados de que o bancário desligou-se da unidade voluntariamente e aproveitamos para exigir o preenchimento da vaga”, explica Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato e funcionário do Santander.
A iniciativa tem como objetivo combater a redução do quadro de funcionários que gera transtornos a curto e longo prazo. “Um dos problemas ocasionados pelas demissões é a sobrecarga de trabalho, que atinge a saúde dos bancários. Os clientes também são afetados com a precarização do atendimento”, ressalta Marcelo.
Atuação
A unidade do Santander de Dobrada ficou ‘desativada’ entre 3 e 16 de abril, por intervenção do Sindicato, após ser invadida por assaltantes, que destruíram três caixas eletrônicos e danificaram equipamentos de segurança.
“Nós exigimos que fossem tomadas providências para garantir a segurança antes que os bancários retornassem ao local e as suas atividades”, finaliza.
“A negociação se deu após o fechamento da agência por meio da ação ‘Demitiu, Parou’ devido a uma demissão efetuada no banco. Fomos avisados de que o bancário desligou-se da unidade voluntariamente e aproveitamos para exigir o preenchimento da vaga”, explica Aparecido Augusto Marcelo, diretor do Sindicato e funcionário do Santander.
A iniciativa tem como objetivo combater a redução do quadro de funcionários que gera transtornos a curto e longo prazo. “Um dos problemas ocasionados pelas demissões é a sobrecarga de trabalho, que atinge a saúde dos bancários. Os clientes também são afetados com a precarização do atendimento”, ressalta Marcelo.
Atuação
A unidade do Santander de Dobrada ficou ‘desativada’ entre 3 e 16 de abril, por intervenção do Sindicato, após ser invadida por assaltantes, que destruíram três caixas eletrônicos e danificaram equipamentos de segurança.
“Nós exigimos que fossem tomadas providências para garantir a segurança antes que os bancários retornassem ao local e as suas atividades”, finaliza.
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