Santander – O Destruidor de Sonhos
O Santander tem uma propaganda muito forte sugerindo que sua equipe atua de forma colaborativa e participativa, que há liberdade de se propor novas formas de desenvolvimento, formando um banco feito por pessoas que vivenciam e são protagonistas no crescimento da instituição.
“Na realidade as coisas são muito diferentes. Temos denunciado reiteradas vezes situações esdrúxulas que acontecem sem que a direção do banco tome providências”, afirma o diretor do Sindicato e funcionário do Santander Aparecido Augusto Marcelo.
Um dos absurdos mencionados por ele é o excesso de vídeo conferências, realizadas todos os dias às 8h e quase todas as tardes. “O que é pior é o modo ditatorial das malfadadas reuniões, em que só uma pessoa fala e as demais são obrigadas a ouvir quietas, além de abandonar a família, o lazer e os sonhos para cumprir as metas que sobem diariamente”, protesta Marcelo.
Em razão das ameaças veladas, os funcionários do Santander temem sofrer retaliações. “Recentemente um gerente de uma agência do Santander - muito bem posicionado, cumpridor de todas as metas e considerado um dos melhores - pediu demissão. Se aquela regional continuar neste ritmo vai provocar a demissão de vários outros colegas. O Santander não pode ser um destruidor de sonhos como neste caso, tem que alimentar os sonhos e fazer com que se tornem realidade e não pesadelos como vem fazendo”, lamenta Marcelo.
Outra grave denúncia do Santander é o caso de agências que determinam que o funcionário passe o cartão de ponto e permaneça trabalhando com senhas de superiores hierárquicos ou são obrigados a sair para visitas com metas estipuladas para o dia seguinte.
“De novo o Santander destruindo sonhos: por meio de um assédio moral vergonhoso não permite que estes funcionários tenham vida familiar e social”, finaliza Marcelo.
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