27/07/2026
Em Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, Sindicato faz alerta sobre o adoecimento da categoria bancária
Celebrado em 27 de julho, o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho chama a atenção para a importância da promoção da saúde e da segurança nos ambientes laborais. Embora não tenha sido instituída por lei federal, a data é reconhecida há décadas por órgãos públicos, entidades de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), sindicatos e instituições de pesquisa como um marco da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais no Brasil.
A origem da data remonta a 27 de julho de 1972, quando o então Ministério do Trabalho publicou as Portarias nº 3.236 e nº 3.237. As normas instituíram o Programa Nacional de Valorização do Trabalhador, determinaram a implantação dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) nas empresas enquadradas na legislação, estimularam a formação de profissionais da área e inauguraram uma nova etapa das políticas públicas voltadas à prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Anos depois, em 1978, a Portaria nº 3.214 consolidou esse processo ao aprovar as primeiras Normas Regulamentadoras (NRs).
Para o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, a data também é um momento de denunciar a realidade vivida pela categoria. Dados do DIEESE mostram que os transtornos mentais são hoje a principal causa de afastamentos de bancárias e bancários pelo INSS. Em 2024, eles responderam por 52,9% dos afastamentos no Brasil, 51,8% no estado de São Paulo. As doenças osteomusculares, como LER/DORT, aparecem na sequência, representando 17,3% dos afastamentos no país, 18% no estado.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Vicentim, ressalta que a saúde mental precisa estar no centro das políticas de prevenção adotadas pelas instituições financeiras.
"Os bancos precisam compreender que prevenir acidentes também significa impedir que trabalhadores sejam levados ao adoecimento por cobranças excessivas, assédio e sobrecarga de trabalho. A realidade da categoria mostra que o sofrimento psíquico já é um dos principais desafios enfrentados pelos bancários. É indispensável que as empresas adotem medidas efetivas para garantir um ambiente de trabalho mais humano, seguro e respeitoso."
O Sindicato reforça que seguirá atuando na defesa de melhores condições de trabalho, do combate ao assédio moral, da prevenção de doenças ocupacionais e da valorização da saúde física e mental da categoria, especialmente neste momento de Campanha Nacional dos Bancários. O tema da saúde tem sido destaque nas mesas negociais com os bancos e seguirá na pauta do Sindicato permanentemente.
A origem da data remonta a 27 de julho de 1972, quando o então Ministério do Trabalho publicou as Portarias nº 3.236 e nº 3.237. As normas instituíram o Programa Nacional de Valorização do Trabalhador, determinaram a implantação dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) nas empresas enquadradas na legislação, estimularam a formação de profissionais da área e inauguraram uma nova etapa das políticas públicas voltadas à prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Anos depois, em 1978, a Portaria nº 3.214 consolidou esse processo ao aprovar as primeiras Normas Regulamentadoras (NRs).
Para o Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, a data também é um momento de denunciar a realidade vivida pela categoria. Dados do DIEESE mostram que os transtornos mentais são hoje a principal causa de afastamentos de bancárias e bancários pelo INSS. Em 2024, eles responderam por 52,9% dos afastamentos no Brasil, 51,8% no estado de São Paulo. As doenças osteomusculares, como LER/DORT, aparecem na sequência, representando 17,3% dos afastamentos no país, 18% no estado.
O presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Vicentim, ressalta que a saúde mental precisa estar no centro das políticas de prevenção adotadas pelas instituições financeiras.
"Os bancos precisam compreender que prevenir acidentes também significa impedir que trabalhadores sejam levados ao adoecimento por cobranças excessivas, assédio e sobrecarga de trabalho. A realidade da categoria mostra que o sofrimento psíquico já é um dos principais desafios enfrentados pelos bancários. É indispensável que as empresas adotem medidas efetivas para garantir um ambiente de trabalho mais humano, seguro e respeitoso."
O Sindicato reforça que seguirá atuando na defesa de melhores condições de trabalho, do combate ao assédio moral, da prevenção de doenças ocupacionais e da valorização da saúde física e mental da categoria, especialmente neste momento de Campanha Nacional dos Bancários. O tema da saúde tem sido destaque nas mesas negociais com os bancos e seguirá na pauta do Sindicato permanentemente.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Eleições Cabesp: Divulgada lista de candidatos; vote nos nomes apoiados pelas entidades
- Fenaban não apresenta índice de reajuste e negociação continua nesta terça-feira (25)
- Acordo garante acesso de associados do Economus à CliniCassi, e representa avanço rumo à isonomia
- Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025
- Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas
- Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar nessa segunda-feira (24)
- Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional
- Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
- COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta
- Caixa frustra empregados sem nova proposta para o Saúde Caixa
- BB propõe clausular ações por igualdade e combate à violência doméstica, mas segue sem apresentar soluções às principais reivindicações dos funcionários