21/09/2026
Veja o comparativo das 3 propostas da Caixa e conheça os avanços alcançados
A terceira proposta apresentada pela Caixa para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) é significativamente diferente das condições colocadas anteriormente na mesa. Depois de uma forte mobilização dos empregados e da continuidade das negociações, o banco recuou em pontos que eram considerados centrais e apresentou, na quinta-feira (17), uma proposta que preserva direitos e incorpora avanços importantes.
A principal mudança está no Saúde Caixa. A nova proposta retira a cobrança por faixa etária, mantém o modelo solidário e preserva o pacto intergeracional, garantindo que trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas continuem integrados ao mesmo sistema. Além disso, a participação máxima da Caixa no custeio do plano sobe de 6,5% para 9% da folha a partir de 2027, ampliando de forma permanente a capacidade de contribuição do banco.
A diferença fica ainda mais evidente quando se compara com as propostas anteriores. Nas versões anteriores, o Saúde Caixa chegou a ter previsão de cobrança diferenciada por faixa etária e de aumento significativo da participação dos beneficiários. Agora, esses mecanismos foram retirados, enquanto a Caixa amplia sua parcela de custeio.
A terceira proposta também traz avanços em temas como Super Caixa, promoção por mérito, carreira, atendimento Figital e Genesys, direito à desconexão, trabalho remoto, pessoas com deficiência, diversidade, saúde e licenças, além de manter os direitos previstos no ACT e na CCT. Também está previsto o pagamento de prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, em reconhecimento ao resultado do IEO atingido em junho.
Outro ponto importante é que a proposta não deve ser analisada isoladamente pelo que acontece no Saúde Caixa. É preciso considerar o conjunto do acordo, que reúne direitos econômicos, sociais e específicos conquistados pela categoria ao longo das negociações.
Para a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, os avanços mostram que a mobilização dos empregados produziu resultados concretos. “Indicamos a aprovação da proposta da Caixa. Foram dias intensos de negociação, mobilização e greve que resultaram em conquistas importantes. Avançamos, preservamos direitos e garantimos que temas fundamentais continuem na mesa de negociação”, afirma Neiva.
A principal mudança está no Saúde Caixa. A nova proposta retira a cobrança por faixa etária, mantém o modelo solidário e preserva o pacto intergeracional, garantindo que trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas continuem integrados ao mesmo sistema. Além disso, a participação máxima da Caixa no custeio do plano sobe de 6,5% para 9% da folha a partir de 2027, ampliando de forma permanente a capacidade de contribuição do banco.
A diferença fica ainda mais evidente quando se compara com as propostas anteriores. Nas versões anteriores, o Saúde Caixa chegou a ter previsão de cobrança diferenciada por faixa etária e de aumento significativo da participação dos beneficiários. Agora, esses mecanismos foram retirados, enquanto a Caixa amplia sua parcela de custeio.
A terceira proposta também traz avanços em temas como Super Caixa, promoção por mérito, carreira, atendimento Figital e Genesys, direito à desconexão, trabalho remoto, pessoas com deficiência, diversidade, saúde e licenças, além de manter os direitos previstos no ACT e na CCT. Também está previsto o pagamento de prêmio extraordinário de R$ 3 mil por empregado, em reconhecimento ao resultado do IEO atingido em junho.
Outro ponto importante é que a proposta não deve ser analisada isoladamente pelo que acontece no Saúde Caixa. É preciso considerar o conjunto do acordo, que reúne direitos econômicos, sociais e específicos conquistados pela categoria ao longo das negociações.
Para a coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, os avanços mostram que a mobilização dos empregados produziu resultados concretos. “Indicamos a aprovação da proposta da Caixa. Foram dias intensos de negociação, mobilização e greve que resultaram em conquistas importantes. Avançamos, preservamos direitos e garantimos que temas fundamentais continuem na mesa de negociação”, afirma Neiva.

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