08/06/2026
Empregados da Caixa vão às ruas em defesa do Saúde Caixa e por melhorias das condições de trabalho
Empregadas e empregados da Caixa de todo o país realizam nesta terça-feira (9) o Dia Nacional de Luta “Saúde Caixa Sem Teto”, com atividades nas unidades do banco e também nas redes sociais.
A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco. O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados.
Segundo o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, a mobilização é necessária porque o banco já sinalizou que pretende apresentar propostas que podem aumentar ainda mais os custos para os usuários do plano.
“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas dos empregados. Não vamos aceitar medidas que fragilizem seus princípios históricos, como a solidariedade, o pacto intergeracional e o mutualismo. O fim do teto é fundamental para garantir a sustentabilidade do plano e impedir que a conta continue sendo transferida para os trabalhadores”, afirmou.
Boletim
O boletim que será distribuído durante as atividades explica de forma simples como o teto prejudica o Saúde Caixa. Entre os impactos apontados estão o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.
> Leia a íntegra do boletim
Além da defesa do plano de saúde, o material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.
“O Saúde Caixa é uma conquista histórica dos empregados e sua defesa exige união e mobilização. Cuidar de quem trabalha é uma condição indispensável para um ambiente de trabalho saudável e digno. Por isso, é importante que cada colega se engaje nas ações organizadas pelo sindicato e contribua para fortalecer essa luta coletiva”, reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
A mobilização foi convocada pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), que assessora a Contraf-CUT e o Comando Nacional dos Bancários nas negociações com o banco. O objetivo é ampliar o debate sobre o futuro do Saúde Caixa e pressionar a empresa a discutir o fim do teto de 6,5% da folha salarial imposto pelo estatuto da Caixa para os gastos com a saúde de seus empregados.
Segundo o coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, a mobilização é necessária porque o banco já sinalizou que pretende apresentar propostas que podem aumentar ainda mais os custos para os usuários do plano.
“O Saúde Caixa é uma das maiores conquistas dos empregados. Não vamos aceitar medidas que fragilizem seus princípios históricos, como a solidariedade, o pacto intergeracional e o mutualismo. O fim do teto é fundamental para garantir a sustentabilidade do plano e impedir que a conta continue sendo transferida para os trabalhadores”, afirmou.
Boletim
O boletim que será distribuído durante as atividades explica de forma simples como o teto prejudica o Saúde Caixa. Entre os impactos apontados estão o aumento das mensalidades, dificuldades para manter a qualidade da assistência, ameaças aos direitos dos aposentados e restrições ao benefício pós-emprego para trabalhadores admitidos a partir de setembro de 2018.
> Leia a íntegra do boletim
Além da defesa do plano de saúde, o material também denuncia outros fatores que vêm prejudicando a saúde dos empregados, como a falta de pessoal, o fechamento de unidades, a cobrança excessiva por metas, os problemas de infraestrutura e os critérios considerados injustos do programa de remuneração variável da Caixa, o Super Caixa.
“O Saúde Caixa é uma conquista histórica dos empregados e sua defesa exige união e mobilização. Cuidar de quem trabalha é uma condição indispensável para um ambiente de trabalho saudável e digno. Por isso, é importante que cada colega se engaje nas ações organizadas pelo sindicato e contribua para fortalecer essa luta coletiva”, reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
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