01/06/2026
Assédio moral: mais de 600 mil ações reforçam alerta sobre violência no trabalho
Entre 2020 e 2025, a Justiça do Trabalho, em todas as suas instâncias, recebeu 601.538 novas ações envolvendo pedidos de indenização por dano moral decorrente de assédio moral. Somente nos quatro primeiros meses de 2026, chegaram mais de 30 mil processos.
Cobranças abusivas, humilhações, ameaças, constrangimentos e tratamento agressivo estão entre as práticas que caracterizam o assédio moral. Essas condutas, além de criar um ambiente hostil, podem levar ao adoecimento mental, com o desenvolvimento de quadros de ansiedade, depressão e estresse.
Para o secretário de imprensa do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam), o crescimento desses números revela tanto a continuidade do problema quanto uma maior disposição das vítimas em denunciar. Segundo ele, ampliar o debate, fortalecer os canais de acolhimento e investir em informação são medidas essenciais para que trabalhadores e empregadores consigam identificar práticas abusivas e combatê-las.
“Vivemos uma verdadeira epidemia silenciosa de adoecimento mental entre os bancários e bancárias. Essa realidade é resultado direto das condições de trabalho impostas pelo setor financeiro, marcado por uma gestão cada vez mais baseada em pressão, cobrança excessiva e metas inatingíveis. Por trás dos lucros bilionários, há uma política que ignora os limites humanos e transforma o ambiente de trabalho em um espaço de constante medo, ansiedade e exaustão. O que está em jogo não é apenas a produtividade, mas a saúde e a vida de quem sustenta diariamente o funcionamento dos bancos”, destaca o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
Relações mais humanizadas
De acordo com Sadam, a atuação do Sindicato é fundamental não apenas para reconhecer e denunciar as situações de violência no ambiente profissional, mas também para reparar os impactos causados às vítimas e reforçar, para toda a categoria e a sociedade, que esse tipo de comportamento não pode ser tolerado.
Ele destaca ainda que o avanço das discussões e negociações sobre assédio moral realizadas nas negociações permanentes entre os bancos e o Comando Nacional dos Bancários contribuiu para tornar as relações de trabalho mais respeitosas e conscientes no ramo financeiro. Para o dirigente sindical, o fortalecimento da proteção aos direitos dos trabalhadores também aumentou a confiança das vítimas em buscar apoio e denunciar abusos.
Prevenção é investimento
Na avaliação do secretário de imprensa do Sindicato, empresas que investem na prevenção ao assédio fortalecem o ambiente de trabalho, reduzem conflitos e preservam a saúde física e emocional das equipes. Para ele, criar políticas claras de enfrentamento e promover relações respeitosas deve ser entendido como uma responsabilidade permanente dos bancos, e não apenas uma medida adotada após o surgimento de problemas.
O Sindicato orienta a categoria a procurar apoio em casos de assédio moral no ambiente de trabalho. “Denunciar práticas abusivas é fundamental para proteger a saúde dos trabalhadores e fortalecer o combate a esse tipo de violência. Estamos ao lado da categoria para acolher, orientar e defender os direitos dos bancários,” destaca.
As denúncias podem ser feitas de forma totalmente sigilosa pelo Canal de Denúncias disponível no site do Sindicato ou ainda pelo WhatsApp (17) 99259-1987.
Cobranças abusivas, humilhações, ameaças, constrangimentos e tratamento agressivo estão entre as práticas que caracterizam o assédio moral. Essas condutas, além de criar um ambiente hostil, podem levar ao adoecimento mental, com o desenvolvimento de quadros de ansiedade, depressão e estresse.
Para o secretário de imprensa do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam), o crescimento desses números revela tanto a continuidade do problema quanto uma maior disposição das vítimas em denunciar. Segundo ele, ampliar o debate, fortalecer os canais de acolhimento e investir em informação são medidas essenciais para que trabalhadores e empregadores consigam identificar práticas abusivas e combatê-las.
“Vivemos uma verdadeira epidemia silenciosa de adoecimento mental entre os bancários e bancárias. Essa realidade é resultado direto das condições de trabalho impostas pelo setor financeiro, marcado por uma gestão cada vez mais baseada em pressão, cobrança excessiva e metas inatingíveis. Por trás dos lucros bilionários, há uma política que ignora os limites humanos e transforma o ambiente de trabalho em um espaço de constante medo, ansiedade e exaustão. O que está em jogo não é apenas a produtividade, mas a saúde e a vida de quem sustenta diariamente o funcionamento dos bancos”, destaca o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
Relações mais humanizadas
De acordo com Sadam, a atuação do Sindicato é fundamental não apenas para reconhecer e denunciar as situações de violência no ambiente profissional, mas também para reparar os impactos causados às vítimas e reforçar, para toda a categoria e a sociedade, que esse tipo de comportamento não pode ser tolerado.
Ele destaca ainda que o avanço das discussões e negociações sobre assédio moral realizadas nas negociações permanentes entre os bancos e o Comando Nacional dos Bancários contribuiu para tornar as relações de trabalho mais respeitosas e conscientes no ramo financeiro. Para o dirigente sindical, o fortalecimento da proteção aos direitos dos trabalhadores também aumentou a confiança das vítimas em buscar apoio e denunciar abusos.
Prevenção é investimento
Na avaliação do secretário de imprensa do Sindicato, empresas que investem na prevenção ao assédio fortalecem o ambiente de trabalho, reduzem conflitos e preservam a saúde física e emocional das equipes. Para ele, criar políticas claras de enfrentamento e promover relações respeitosas deve ser entendido como uma responsabilidade permanente dos bancos, e não apenas uma medida adotada após o surgimento de problemas.
O Sindicato orienta a categoria a procurar apoio em casos de assédio moral no ambiente de trabalho. “Denunciar práticas abusivas é fundamental para proteger a saúde dos trabalhadores e fortalecer o combate a esse tipo de violência. Estamos ao lado da categoria para acolher, orientar e defender os direitos dos bancários,” destaca.
As denúncias podem ser feitas de forma totalmente sigilosa pelo Canal de Denúncias disponível no site do Sindicato ou ainda pelo WhatsApp (17) 99259-1987.
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