01/04/2026
Itaú não divulgou aos funcionários o Índice de Cumprimento de Metas do GERA+ do último trimestre de 2025
O Itaú ainda não divulgou, como deveria, o ICM (Índice de Cumprimento de Metas) do último trimestre de 2025 do programa de pontuação do GERA+, que impacta diretamente na remuneração variável dos trabalhadores. Dessa forma, bancários e bancárias seguem sem saber exatamente quanto deveriam receber pelas metas cumpridas ou parcialmente cumpridas.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região vem cobrando do banco, desde o início de março, a disponibilização dessas informações aos funcionários, mas até o momento isso não ocorreu. Nas primeiras cobranças, o Itaú informou que os dados estariam no GPS (Gestão de Performance e Satisfação). No entanto, trabalhadores relataram ao Sindicato que o sistema estava fora do ar. Após nova cobrança, o banco afirmou que as informações estariam na ferramenta Iclientes, mas, ao acessá-la, os funcionários encontravam apenas a mensagem orientando que consultassem seus gestores para saber o valor da ação referente ao cargo.
Diante desse cenário, o movimento sindical voltou a questionar o banco e houve um avanço, com o reconhecimento de que havia um problema e de que as informações não estavam disponíveis no Iclientes. O Itaú informou ainda que o relatório com o ICM está em posse dos GRNA’s (gerentes regionais de negócios agências) e que o programa GERA+ passará a se chamar Ação Extra.
Para a entidade, a situação levanta questionamentos importantes que precisam de esclarecimento, especialmente sobre o motivo pelo qual essas informações não foram compartilhadas com as equipes até o período de pagamento, em fevereiro, e por que os trabalhadores não tiveram acesso prévio aos critérios que impactam diretamente seus resultados e remuneração variável. O Sindicato também defende que o banco deve emitir um comunicado oficial às regionais, orientando a divulgação imediata dessas informações, garantindo o direito dos trabalhadores de conhecerem os valores correspondentes ao desempenho alcançado.
Além disso, o movimento sindical reforça a necessidade de ampla divulgação das informações, assegurando igualdade de acesso e evitando interpretações divergentes entre as equipes.
Dessa forma, o Sindicato sugere:
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região vem cobrando do banco, desde o início de março, a disponibilização dessas informações aos funcionários, mas até o momento isso não ocorreu. Nas primeiras cobranças, o Itaú informou que os dados estariam no GPS (Gestão de Performance e Satisfação). No entanto, trabalhadores relataram ao Sindicato que o sistema estava fora do ar. Após nova cobrança, o banco afirmou que as informações estariam na ferramenta Iclientes, mas, ao acessá-la, os funcionários encontravam apenas a mensagem orientando que consultassem seus gestores para saber o valor da ação referente ao cargo.
Diante desse cenário, o movimento sindical voltou a questionar o banco e houve um avanço, com o reconhecimento de que havia um problema e de que as informações não estavam disponíveis no Iclientes. O Itaú informou ainda que o relatório com o ICM está em posse dos GRNA’s (gerentes regionais de negócios agências) e que o programa GERA+ passará a se chamar Ação Extra.
Para a entidade, a situação levanta questionamentos importantes que precisam de esclarecimento, especialmente sobre o motivo pelo qual essas informações não foram compartilhadas com as equipes até o período de pagamento, em fevereiro, e por que os trabalhadores não tiveram acesso prévio aos critérios que impactam diretamente seus resultados e remuneração variável. O Sindicato também defende que o banco deve emitir um comunicado oficial às regionais, orientando a divulgação imediata dessas informações, garantindo o direito dos trabalhadores de conhecerem os valores correspondentes ao desempenho alcançado.
Além disso, o movimento sindical reforça a necessidade de ampla divulgação das informações, assegurando igualdade de acesso e evitando interpretações divergentes entre as equipes.
Dessa forma, o Sindicato sugere:
- A divulgação oficial interna dos critérios e parâmetros do GERA+;
- A utilização dos canais institucionais, como Inovas e comunicação via GRNA, para garantir amplo alcance;
- A padronização do fluxo de comunicação, assegurando que todos os colaboradores recebam as mesmas informações de forma clara e no tempo adequado.
O diretor do Sindicato, Ricardo Jorge Nassar Jr., reforça que a falta de transparência por parte do banco compromete não apenas a confiança dos trabalhadores, mas também o próprio ambiente de trabalho. "Quando informações essenciais sobre metas e remuneração são omitidas ou dificultadas, cria-se um cenário de insegurança e desigualdade, que impacta diretamente o engajamento das equipes. Seguiremos cobrando rigorosamente explicações e soluções, para que todos os bancários tenham acesso claro, justo e antecipado aos critérios que determinam sua remuneração, garantindo respeito, valorização e condições dignas de trabalho".
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