20/03/2026
Comitê Evolui: Exclusão do consultor de RH coloca em cheque critérios de avaliação no Itaú
O Itaú iniciou o processo de avaliação individual dos funcionários. No entanto, diferentemente dos anos anteriores, o Comitê Evolui passou a ocorrer sem a presença de consultores de Recursos Humanos nas avaliações de cargos como Agentes de Negócios, Líderes e Gerentes. A responsabilidade foi integralmente transferida aos superintendentes e aos gerentes regionais de negócios de agências (GRNA’s).
A mudança tem gerado apreensão entre os trabalhadores, especialmente em relação aos critérios adotados. Há a avaliação de que a ausência do RH pode ampliar a percepção de subjetividade nas decisões. Mesmo quando os consultores participavam do processo, já havia dificuldade por parte dos bancários em compreender as avaliações, com frequentes questionamentos sobre a relação entre o desempenho entregue e a classificação final. Com a condução exclusiva pelos gestores, cresce a preocupação com interpretações individuais.
Também chegou ao conhecimento do movimento sindical que, na primeira reunião realizada sem a presença de consultores de RH, cerca de 75% dos avaliados foram classificados abaixo do esperado. O dado reforça o alerta sobre os critérios utilizados, diante de um cenário em que os trabalhadores mantêm alto nível de entrega e o banco registra resultados expressivos.
No processo, a partir da extração de dados da base de resultados do sistema, os gestores ficam responsáveis por analisar aspectos como a concentração de avaliações acima ou abaixo do esperado nas equipes, a presença significativa de profissionais em prontidão ou em preparação para saída, além de possíveis incoerências entre o momento de carreira, a avaliação de performance e outros indicadores.
Cabe lembrar que, em anos anteriores, os gestores tinham a prerrogativa de aplicar uma variação de até 0,20 para ajustar as avaliações, mecanismo que já havia sido alvo de críticas do movimento sindical por possibilitar interferências subjetivas nas decisões.
Diante desse cenário, o Sindicato reforça a cobrança para que o Itaú adote medidas que garantam maior transparência no processo de avaliação, com critérios claros, imparcialidade, coerência e equidade, além de dar ampla publicidade a essas ações para assegurar a credibilidade do sistema.
A mudança tem gerado apreensão entre os trabalhadores, especialmente em relação aos critérios adotados. Há a avaliação de que a ausência do RH pode ampliar a percepção de subjetividade nas decisões. Mesmo quando os consultores participavam do processo, já havia dificuldade por parte dos bancários em compreender as avaliações, com frequentes questionamentos sobre a relação entre o desempenho entregue e a classificação final. Com a condução exclusiva pelos gestores, cresce a preocupação com interpretações individuais.
Também chegou ao conhecimento do movimento sindical que, na primeira reunião realizada sem a presença de consultores de RH, cerca de 75% dos avaliados foram classificados abaixo do esperado. O dado reforça o alerta sobre os critérios utilizados, diante de um cenário em que os trabalhadores mantêm alto nível de entrega e o banco registra resultados expressivos.
No processo, a partir da extração de dados da base de resultados do sistema, os gestores ficam responsáveis por analisar aspectos como a concentração de avaliações acima ou abaixo do esperado nas equipes, a presença significativa de profissionais em prontidão ou em preparação para saída, além de possíveis incoerências entre o momento de carreira, a avaliação de performance e outros indicadores.
Cabe lembrar que, em anos anteriores, os gestores tinham a prerrogativa de aplicar uma variação de até 0,20 para ajustar as avaliações, mecanismo que já havia sido alvo de críticas do movimento sindical por possibilitar interferências subjetivas nas decisões.
Diante desse cenário, o Sindicato reforça a cobrança para que o Itaú adote medidas que garantam maior transparência no processo de avaliação, com critérios claros, imparcialidade, coerência e equidade, além de dar ampla publicidade a essas ações para assegurar a credibilidade do sistema.
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