10/10/2025
Empregados conquistam reajuste zero para o Saúde Caixa
Depois das fortes mobilizações ocorridas nesta semana nas agências e unidades administrativas da Caixa, as negociações avançaram na mesa de negociações desta sexta-feira (10) para uma proposta de renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Saúde Caixa com a manutenção do percentual do salário a ser pago pelos titulares (3,5%) e do valor fixo pago pelos dependentes (R$ 480).
“Tivemos grandes atos em todo o país, que demostraram o engajamento e a disposição das empregadas e empregados para defender as reivindicações apresentadas ao banco. Essa participação em massa nas atividades propostas pelas entidades sindicais e associativas foi um alerta para que a Caixa trouxesse uma proposta que atenda nossas reivindicações básicas”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
O diretor e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com a Caixa, Rafael de Castro, reforça a importância das manifestações. “A mobilização levou à conquista. Precisamos manter essa mobilização para trabalharmos pelo fim do teto de 6,5% para gastos da Caixa com a saúde dos empregados e pelo direito de os admitidos a partir de setembro de 2018 manter o plano de saúde após a aposentadoria com as mesmas condições de quem tem mais tempo de banco”, disse. “Bem como para tratarmos de outras questões que afetam o dia a dia de trabalho nas agências e unidades administrativas do banco”, completou.
Valorização da conquista e da mesa de negociações
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, ressaltou a importância da mesa de negociações. “Precisamos valorizar a conquista das negociações, que atende nossas principais reivindicações, como o reajuste zero nas mensalidades do nosso plano de saúde”, disse o presidente da Fenae.
O acordo será avaliado pelo Comando Nacional dos Bancários e, encaminhado para avaliação em assembleias dos empregados da Caixa em todo o país.
“Foram várias tentativas de negociação com a Caixa, que a todo momento tentou impor uma proposta que onerava ainda mais os empregados. Representantes dos trabalhadores conseguiram, após muita pressão através das mobilizações em todo o país, garantir um acordo que permite melhorar o equilíbrio da relação custo-utilização, sem reajustes. Não foi uma negociação fácil, mas chegar a uma proposta sem aumento é um avanço importante”, reforçou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Veja abaixo o resumo da proposta
Pauta de Reivindicações Atendidas
“Tivemos grandes atos em todo o país, que demostraram o engajamento e a disposição das empregadas e empregados para defender as reivindicações apresentadas ao banco. Essa participação em massa nas atividades propostas pelas entidades sindicais e associativas foi um alerta para que a Caixa trouxesse uma proposta que atenda nossas reivindicações básicas”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Felipe Pacheco.
O diretor e representante da Contraf-CUT na mesa de negociações com a Caixa, Rafael de Castro, reforça a importância das manifestações. “A mobilização levou à conquista. Precisamos manter essa mobilização para trabalharmos pelo fim do teto de 6,5% para gastos da Caixa com a saúde dos empregados e pelo direito de os admitidos a partir de setembro de 2018 manter o plano de saúde após a aposentadoria com as mesmas condições de quem tem mais tempo de banco”, disse. “Bem como para tratarmos de outras questões que afetam o dia a dia de trabalho nas agências e unidades administrativas do banco”, completou.
Valorização da conquista e da mesa de negociações
O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), Sergio Takemoto, ressaltou a importância da mesa de negociações. “Precisamos valorizar a conquista das negociações, que atende nossas principais reivindicações, como o reajuste zero nas mensalidades do nosso plano de saúde”, disse o presidente da Fenae.
O acordo será avaliado pelo Comando Nacional dos Bancários e, encaminhado para avaliação em assembleias dos empregados da Caixa em todo o país.
“Foram várias tentativas de negociação com a Caixa, que a todo momento tentou impor uma proposta que onerava ainda mais os empregados. Representantes dos trabalhadores conseguiram, após muita pressão através das mobilizações em todo o país, garantir um acordo que permite melhorar o equilíbrio da relação custo-utilização, sem reajustes. Não foi uma negociação fácil, mas chegar a uma proposta sem aumento é um avanço importante”, reforçou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
Veja abaixo o resumo da proposta
Pauta de Reivindicações Atendidas
- Reajuste zero, permanecendo as regras atuais;
- Respeito ao pacto intergeracional e mutualismo;
- Ampliação do plano de saúde para filhos até 27 anos (R$ 800,00);
- ACT válido até a próxima data-base (31/08/2026).
Outros pontos negociados em 2025
- Serão vertidas ao Saúde Caixa as contribuições, patronal e pessoal, incidentes sobre valores pagos a empegados e ex-empregados, decorrentes de processos judiciais trabalhistas individuais, coletivos e acordo judiciais que tenham como objeto parcelas de natureza salarial. (a partir da assinatura do acordo);
- Não poderá haver retorno ao plano após eventual saída (cancelamento do plano). Para aqueles que já saíram do plano, será concedido um prazo a ser estabelecido a partir da vigência do acordo;
- Carência de 3 meses para novos contratados;
- Elaboração de medidas estruturantes em 2026, com vistas à sustentabilidade do plano. Com retomada já em Novembro das mesas permanentes de negociação com vistas a preparar o debate para o próximo ano
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