24/06/2026
Representantes dos funcionários do Itaú entregarão pauta de reivindicações ao banco em 2 de julho
Representantes dos trabalhadores do Itaú entregarão, no próximo dia 2 de julho, a pauta de reivindicações específicas dos funcionários do banco à direção da empresa, dando início às negociações da Campanha Nacional dos Bancários 2026. O documento foi aprovado durante o Encontro Nacional dos Funcionários do Itaú Unibanco, realizado em São Paulo.
Para a coordenadora nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, o encontro demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou.
Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou.
Outro tema apontado pela coordenadora é a situação dos aposentados, que enfrentam dificuldades para manter o plano de saúde após o encerramento da vida laboral. “Quando o trabalhador se aposenta, muitas vezes não consegue manter o plano de saúde em razão dos custos, o que representa uma injustiça depois de tantos anos de dedicação ao banco”, ressaltou.
Home office estará na pauta
Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical nesta terça-feira (23), o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028.
A medida foi recebida com preocupação pelos representantes dos trabalhadores. Segundo Valeska Pincovai, a defesa do home office estará entre os temas levados à mesa de negociação.
“Vamos entregar, na próxima quinta-feira (2), nossa pauta de reivindicações, aprovada no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Itaú, e vamos no mesmo dia conversar com o banco sobre esta medida”, afirmou.
A dirigente destacou que os avanços tecnológicos devem resultar em benefícios para toda a sociedade e não apenas para o aumento dos lucros das empresas.
“O movimento sindical defende que é preciso distribuir os ganhos da tecnologia para todos. Os avanços tecnológicos não podem ser usados apenas a serviço do lucro das empresas, mas devem ser usufruídos por toda a sociedade. E o trabalho em home office, que se tornou possível graças à tecnologia, é um ótimo exemplo de como essa distribuição dos benefícios tecnológicos pode ser feita. Estudos comprovam que o home office melhora a qualidade de vida do trabalhador em diversos aspectos e ainda promove ganhos para a empresa, porque trabalhadores satisfeitos produzem mais e melhor”, concluiu.
Para a coordenadora nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Valeska Pincovai, o encontro demonstrou a unidade dos trabalhadores em torno dos principais desafios enfrentados pelos bancários e bancárias do banco. “Nosso encontro foi muito positivo, principalmente por aprovar uma pauta de reivindicações bastante completa, com propostas para enfrentar os principais problemas que estamos vivenciando no Itaú. A união demonstrada aqui vai fazer a diferença, e tenho certeza de que saímos ainda mais fortalecidos para continuar a luta e a defesa dos nossos direitos”, afirmou.
Entre as principais preocupações da categoria está a questão da saúde. Segundo Valeska, o aumento dos casos de adoecimento entre os funcionários é consequência da pressão por metas, do assédio moral e da insegurança provocada pelo fechamento de agências. “A cobrança pelo cumprimento das metas, o assédio moral e o medo de perder o emprego diante do fechamento de tantas agências têm adoecido os funcionários. E o banco demonstra um descaso total em relação a isso, ao dificultar o afastamento dos trabalhadores que necessitam de tratamento de saúde”, destacou.
Outro tema apontado pela coordenadora é a situação dos aposentados, que enfrentam dificuldades para manter o plano de saúde após o encerramento da vida laboral. “Quando o trabalhador se aposenta, muitas vezes não consegue manter o plano de saúde em razão dos custos, o que representa uma injustiça depois de tantos anos de dedicação ao banco”, ressaltou.
Home office estará na pauta
Além da entrega da pauta de reivindicações, os representantes dos trabalhadores pretendem discutir com a direção do Itaú as mudanças anunciadas pelo banco no regime de trabalho híbrido. Em comunicado feito ao movimento sindical nesta terça-feira (23), o Itaú informou que passará a exigir quatro dias presenciais por semana para superintendentes a partir de janeiro de 2027 e três dias presenciais por semana para os demais cargos a partir do primeiro trimestre de 2028.
A medida foi recebida com preocupação pelos representantes dos trabalhadores. Segundo Valeska Pincovai, a defesa do home office estará entre os temas levados à mesa de negociação.
“Vamos entregar, na próxima quinta-feira (2), nossa pauta de reivindicações, aprovada no Encontro Nacional dos Trabalhadores do Itaú, e vamos no mesmo dia conversar com o banco sobre esta medida”, afirmou.
A dirigente destacou que os avanços tecnológicos devem resultar em benefícios para toda a sociedade e não apenas para o aumento dos lucros das empresas.
“O movimento sindical defende que é preciso distribuir os ganhos da tecnologia para todos. Os avanços tecnológicos não podem ser usados apenas a serviço do lucro das empresas, mas devem ser usufruídos por toda a sociedade. E o trabalho em home office, que se tornou possível graças à tecnologia, é um ótimo exemplo de como essa distribuição dos benefícios tecnológicos pode ser feita. Estudos comprovam que o home office melhora a qualidade de vida do trabalhador em diversos aspectos e ainda promove ganhos para a empresa, porque trabalhadores satisfeitos produzem mais e melhor”, concluiu.
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