06/10/2025
Segunda audiência no TRT-2 sobre demissões em massa do Itaú termina sem acordo
A segunda audiência de mediação no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), realizada na noite da última sexta-feira (3), terminou sem acordo entre o Itaú e os sindicatos que representam os mais de mil trabalhadores demitidos em 8 de setembro. A mediação foi solicitada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que concentra a maioria dos demitidos em sua base.
Na primeira reunião, realizada na quarta-feira (1º), também não houve consenso, levando o mediador a conceder um prazo de 48 horas para que o banco apresentasse uma nova proposta.
A presidenta do Seeb/SP e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, criticou novamente a falta de negociação prévia com os sindicatos. “Da forma como foi feita, os trabalhadores foram pegos de surpresa, sem aviso ao sindicato. Os próprios trabalhadores nos procuraram. Por isso, achamos muito injusta a medida e não concordamos. Queremos analisar caso a caso, pois nosso papel é defender os trabalhadores e seus pontos de vista.”
O movimento sindical reforçou a necessidade de avaliar situações específicas, como a de trabalhadores adoecidos, deficientes e gestantes, além de garantir ressarcimento por danos morais.
“Fomos surpreendidos com essas demissões e a proposta apresentada pelo banco não atende às necessidades específicas dos trabalhadores, nem garante condições justas para todos. É fundamental que cada caso seja analisado individualmente, especialmente de trabalhadores adoecidos, gestantes e pessoas com deficiência. Continuaremos a dialogar com o Itaú, mas não abriremos mão de defender direitos e garantir que os trabalhadores recebam o que lhes é devido”, afirmou a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai.
Na primeira reunião, realizada na quarta-feira (1º), também não houve consenso, levando o mediador a conceder um prazo de 48 horas para que o banco apresentasse uma nova proposta.
A presidenta do Seeb/SP e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro, criticou novamente a falta de negociação prévia com os sindicatos. “Da forma como foi feita, os trabalhadores foram pegos de surpresa, sem aviso ao sindicato. Os próprios trabalhadores nos procuraram. Por isso, achamos muito injusta a medida e não concordamos. Queremos analisar caso a caso, pois nosso papel é defender os trabalhadores e seus pontos de vista.”
O movimento sindical reforçou a necessidade de avaliar situações específicas, como a de trabalhadores adoecidos, deficientes e gestantes, além de garantir ressarcimento por danos morais.
“Fomos surpreendidos com essas demissões e a proposta apresentada pelo banco não atende às necessidades específicas dos trabalhadores, nem garante condições justas para todos. É fundamental que cada caso seja analisado individualmente, especialmente de trabalhadores adoecidos, gestantes e pessoas com deficiência. Continuaremos a dialogar com o Itaú, mas não abriremos mão de defender direitos e garantir que os trabalhadores recebam o que lhes é devido”, afirmou a coordenadora da COE Itaú, Valeska Pincovai.
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