04/08/2025
Desemprego cai a 5,8%; renda bate recorde e carteira assinada sobe
A taxa de desemprego no Brasil ficou em 5,8% neste segundo trimestre (abril a junho de 2025) - a menor já registrada na série histórica iniciada em 2012. Os dados são da PNAD Contínua Mensal, divulgada na última quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Até o final de junho deste ano o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados. Já o número de pessoas desocupadas caiu 1,3 milhão, ficando no total em 6,3 milhões. Isso representa menos 17,4% na comparação com o trimestre anterior (janeiro a março) quando atingiu 7,6 milhões de pessoas.
Também foram recordes positivos para o país:
- o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.477, um patamar recorde. Houve crescimento de 1,1% ante o período de janeiro a março desse ano, e de 3,3% quando comparado ao mesmo trimestre de 2024. Já a massa de rendimento real habitual (a soma das remunerações de todos os trabalhadores) atingiu R$ 351,2 bilhões, também recorde, subindo 2,9% no trimestre, um acréscimo de R$ 9,9 bilhões, e aumentando 5,9% (mais R$ 19,7 bilhões) no ano;
- a taxa de participação na força de trabalho é de 62,4%;
- o nível da ocupação (58,8%, igualando-se ao trimestre de setembro a novembro de 2024);
- o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,0 milhões;
- a quantidade de desalentados, com quedas, de 13,7% frente ao trimestre encerrado em maio, e de 14,0% ante o mesmo período de 2024;
- a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) caiu 1,5%, ficando em 14,4%. No trimestre anterior estava em 15,9%;
- a taxa de informalidade - proporção de trabalhadores informais na população ocupada - foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.
> Clique aqui para ver a pesquisa completa do IBGE.
Até o final de junho deste ano o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados. Já o número de pessoas desocupadas caiu 1,3 milhão, ficando no total em 6,3 milhões. Isso representa menos 17,4% na comparação com o trimestre anterior (janeiro a março) quando atingiu 7,6 milhões de pessoas.
Também foram recordes positivos para o país:
- o rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.477, um patamar recorde. Houve crescimento de 1,1% ante o período de janeiro a março desse ano, e de 3,3% quando comparado ao mesmo trimestre de 2024. Já a massa de rendimento real habitual (a soma das remunerações de todos os trabalhadores) atingiu R$ 351,2 bilhões, também recorde, subindo 2,9% no trimestre, um acréscimo de R$ 9,9 bilhões, e aumentando 5,9% (mais R$ 19,7 bilhões) no ano;
- a taxa de participação na força de trabalho é de 62,4%;
- o nível da ocupação (58,8%, igualando-se ao trimestre de setembro a novembro de 2024);
- o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que chegou a 39,0 milhões;
- a quantidade de desalentados, com quedas, de 13,7% frente ao trimestre encerrado em maio, e de 14,0% ante o mesmo período de 2024;
- a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) caiu 1,5%, ficando em 14,4%. No trimestre anterior estava em 15,9%;
- a taxa de informalidade - proporção de trabalhadores informais na população ocupada - foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.
> Clique aqui para ver a pesquisa completa do IBGE.
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