28/07/2025
Movimento sindical solicita reunião com a Caixa sobre impacto de afastamentos por saúde no Resultado.Caixa
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), representando os Sindicatos, enviou na última sexta-feira (25) um ofício ao vice-presidente de Pessoas da Caixa, Francisco Egídio Martins, para solicitar uma reunião sobre os impactos do Indicador de Absenteísmo, novo item adotado no Resultado.Caixa.
O Resultado.Caixa é o sistema que mede o desempenho das unidades com base em uma série de indicadores, e o novo indicador mede o volume de afastamentos por motivos de saúde dos empregados vinculados à unidade. Se o percentual ultrapassa a meta definida pela empresa, a unidade perde pontuação e não atinge os 100% exigidos. Com isso, todos os empregados acabam impactados, e efeito acaba sendo o oposto do esperado: em vez de promover o cuidado com a saúde, a ferramenta pode gerar constrangimento, sobrecarga e agravar adoecimento.
É importante ressaltar que a nota final do Resultado.Caixa interfere diretamente na vida funcional dos empregados, pois define, por exemplo, a elegibilidade para o recebimento de incentivos como o bônus Caixa, pagamento de comissões e a participação em processos seletivos. Se a unidade não atingir pelo menos 100% da nota exigida, nenhum empregado recebe esses benefícios, mesmo que seu desempenho individual tenha sido positivo.
“A intenção da Caixa para a aplicação deste novo indicador pode até ser positiva, mas a forma como isso está sendo aplicado tem efeito contrário, agravando a saúde contaminando o ambiente de trabalho e aumento de pressão para o atingimento das metas”, avalia o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
O acompanhamento desse indicador é atribuído às chefias das unidades. A Fenae alerta que, embora reconheça a importância de ações coletivas para a promoção da saúde, a Caixa não ofereceu aos gestores capacitação compatível nem ferramentas para lidar com situações de adoecimento que, muitas vezes, são resultado direto das condições estruturais de trabalho.
“Na prática, vira mais uma meta a ser batida e não uma política de cuidado com as pessoas”, reforça Takemoto.
No ofício enviado à empresa, a entidade também destaca o risco de que esse tipo de métrica incentive a subnotificação de doenças e o chamado presenteísmo, quando o trabalhador permanece em atividade mesmo sem condições de saúde, com medo de ser responsabilizado.
O Resultado.Caixa é o sistema que mede o desempenho das unidades com base em uma série de indicadores, e o novo indicador mede o volume de afastamentos por motivos de saúde dos empregados vinculados à unidade. Se o percentual ultrapassa a meta definida pela empresa, a unidade perde pontuação e não atinge os 100% exigidos. Com isso, todos os empregados acabam impactados, e efeito acaba sendo o oposto do esperado: em vez de promover o cuidado com a saúde, a ferramenta pode gerar constrangimento, sobrecarga e agravar adoecimento.
É importante ressaltar que a nota final do Resultado.Caixa interfere diretamente na vida funcional dos empregados, pois define, por exemplo, a elegibilidade para o recebimento de incentivos como o bônus Caixa, pagamento de comissões e a participação em processos seletivos. Se a unidade não atingir pelo menos 100% da nota exigida, nenhum empregado recebe esses benefícios, mesmo que seu desempenho individual tenha sido positivo.
“A intenção da Caixa para a aplicação deste novo indicador pode até ser positiva, mas a forma como isso está sendo aplicado tem efeito contrário, agravando a saúde contaminando o ambiente de trabalho e aumento de pressão para o atingimento das metas”, avalia o presidente da Fenae, Sergio Takemoto.
O acompanhamento desse indicador é atribuído às chefias das unidades. A Fenae alerta que, embora reconheça a importância de ações coletivas para a promoção da saúde, a Caixa não ofereceu aos gestores capacitação compatível nem ferramentas para lidar com situações de adoecimento que, muitas vezes, são resultado direto das condições estruturais de trabalho.
“Na prática, vira mais uma meta a ser batida e não uma política de cuidado com as pessoas”, reforça Takemoto.
No ofício enviado à empresa, a entidade também destaca o risco de que esse tipo de métrica incentive a subnotificação de doenças e o chamado presenteísmo, quando o trabalhador permanece em atividade mesmo sem condições de saúde, com medo de ser responsabilizado.
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