22/07/2025
Economus: Conselheiros eleitos cobram isonomia de direitos para todos os trabalhadores do BB
Os conselheiros eleitos do Economus divulgaram documento em que cobram avanços no processo de isonomia de direitos entre oriundos de bancos incorporados pelo BB, como é o caso do Banco Nossa Caixa, e demais trabalhadores do banco público, da ativa e aposentados.
No documento, os conselheiros destacam que a discussão sobre a isonomia existe há mais de 15 anos, desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.
O documento faz referência a data limite de 31 de julho, uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2024, para que o Banco do Brasil apresente uma proposta “para os temas ligados à previdência e saúde dos bancários incorporados”.
“A busca pela isonomia - por meio da adesão à Cassi e à Previ, da inclusão da participação do banco no pós-laboral e da implementação da tabela PIP - representa uma demanda justa e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade. Defendemos, portanto, tratamento equitativo para todos os funcionários do Banco do Brasil, incluindo os ativos e aposentados dos bancos incorporados”, enfatizam os conselheiros eleitos do Economus em seu posicionamento.
“Nos somamos aos conselheiros eleitos do Economus em seu posicionamento pela isonomia de direitos. Cobramos que o BB honre o compromisso assumido na Campanha Nacional 2024 e apresente, até 31 de julho, proposta que de fato contemple as reivindicações dos bancários incorporados e garanta a mais do que justa isonomia de direitos entre todos os trabalhadores do banco”, destaca Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB.
Confira abaixo a íntegra do posicionamento dos conselheiros eleitos do Economus:
Posicionamento dos Conselheiros Eleitos do Instituto Economus sobre o processo de Isonomia entre os Funcionários do Banco do Brasil
Nós, conselheiros eleitos do Instituto Economus, tornamos públicas nossas reflexões acerca da necessidade de avanços no processo de isonomia, em discussão há mais de 15 anos, desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.
A expectativa dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa é legítima: buscam equidade de direitos com os demais colegas do Banco do Brasil (ativos e aposentados) pois, atualmente, todos integramos uma única instituição. É fundamental que o Banco do Brasil, em cumprimento ao compromisso assumido com os funcionários egressos dos bancos incorporados, apresente até 31 de julho uma proposta/solução para os temas ligados à previdência e saúde dos bancários incorporados.
A busca pela isonomia - por meio da adesão à Cassi e à Previ, da inclusão da participação do banco no pós-laboral e da implementação da tabela PIP - representa uma demanda justa e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade. Defendemos, portanto, tratamento equitativo para todos os funcionários do Banco do Brasil, incluindo os ativos e aposentados dos bancos incorporados.
Ressaltamos a importância de uma análise técnica e criteriosa da proposta a ser apresentada, que contemple soluções capazes de assegurar a previdência e a assistência médica dos bancários incorporados.
As atuais diferenças de tratamento entre os funcionários podem gerar distorções que impactam tanto os direitos individuais quanto a sustentabilidade do sistema previdenciário, bem como a manutenção da assistência médica para todo o corpo funcional do Banco do Brasil.
É difícil compreender como o Banco do Brasil - instituição que se diz comprometida com a responsabilidade social - ainda não tenha resolvido essa questão que se arrasta há tantos anos. Reiteramos a necessidade de uma atuação mais próxima, transparente e responsável por parte do patrocinador, com vistas à apresentação de uma proposta justa e equilibrada, que contemple adequadamente os anseios dos bancários incorporados (ativos e aposentados) e promova a igualdade de direitos entre todos os funcionários do Banco do Brasil.
Neste momento crucial, convidamos todos os funcionários do Banco do Brasil a fortalecerem os laços que nos unem em torno deste objetivo comum: o tratamento isonômico entre todos os funcionários, ativos e aposentados. A colaboração entre todos é fundamental para avançarmos de forma construtiva nessa questão.
Independentemente da origem - seja do Banco do Brasil ou do antigo Banco Nossa Caixa, formamos hoje uma única comunidade. Nossa capacidade de diálogo, empatia e entendimento mútuo será determinante para a resolução dessa questão.
Convidamos também os funcionários oriundos do BESC – Banco do Estado de Santa Catarina – e do BEP – Banco do Estado do Piauí – a se unirem a nós na luta por isonomia de direitos entre todos os funcionários do Banco do Brasil.
Acreditamos que a cooperação, o diálogo e o apoio recíproco nos permitirão construir um futuro mais equilibrado e justo para todos os funcionários do Banco do Brasil.
Seguiremos acompanhando atentamente esse processo e mantemos a expectativa de uma proposta que promova o tratamento isonômico entre todos os funcionários (ativos e aposentados), e que garanta segurança para as gerações atuais e futuras.
Adriana Maria Ferreira – Conselheira Deliberativa Titular
Américo Antonio Cosentino – Conselheiro Deliberativo Titular
Rogério Perna – Conselheiro Deliberativo Titular
Rodrigo Franco Leite – Conselheiro Deliberativo Suplente
Mario Henrique Teixeira Valente – Conselheiro Deliberativo Suplente
Max Freddy Frauendorf – Conselheiro Fiscal Titular
Edson Soares de Siqueira – Conselheiro Fiscal Titular
Lucas Passos de Lima – Conselheiro Fiscal Suplente
Silvana Polidoro Cyrilo Munhoz – Conselheira Fiscal Suplente
No documento, os conselheiros destacam que a discussão sobre a isonomia existe há mais de 15 anos, desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.
O documento faz referência a data limite de 31 de julho, uma conquista da Campanha Nacional dos Bancários 2024, para que o Banco do Brasil apresente uma proposta “para os temas ligados à previdência e saúde dos bancários incorporados”.
“A busca pela isonomia - por meio da adesão à Cassi e à Previ, da inclusão da participação do banco no pós-laboral e da implementação da tabela PIP - representa uma demanda justa e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade. Defendemos, portanto, tratamento equitativo para todos os funcionários do Banco do Brasil, incluindo os ativos e aposentados dos bancos incorporados”, enfatizam os conselheiros eleitos do Economus em seu posicionamento.
“Nos somamos aos conselheiros eleitos do Economus em seu posicionamento pela isonomia de direitos. Cobramos que o BB honre o compromisso assumido na Campanha Nacional 2024 e apresente, até 31 de julho, proposta que de fato contemple as reivindicações dos bancários incorporados e garanta a mais do que justa isonomia de direitos entre todos os trabalhadores do banco”, destaca Antônio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na CEBB.
Confira abaixo a íntegra do posicionamento dos conselheiros eleitos do Economus:
Posicionamento dos Conselheiros Eleitos do Instituto Economus sobre o processo de Isonomia entre os Funcionários do Banco do Brasil
Nós, conselheiros eleitos do Instituto Economus, tornamos públicas nossas reflexões acerca da necessidade de avanços no processo de isonomia, em discussão há mais de 15 anos, desde a incorporação do Banco Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.
A expectativa dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa é legítima: buscam equidade de direitos com os demais colegas do Banco do Brasil (ativos e aposentados) pois, atualmente, todos integramos uma única instituição. É fundamental que o Banco do Brasil, em cumprimento ao compromisso assumido com os funcionários egressos dos bancos incorporados, apresente até 31 de julho uma proposta/solução para os temas ligados à previdência e saúde dos bancários incorporados.
A busca pela isonomia - por meio da adesão à Cassi e à Previ, da inclusão da participação do banco no pós-laboral e da implementação da tabela PIP - representa uma demanda justa e alinhada aos princípios constitucionais da igualdade. Defendemos, portanto, tratamento equitativo para todos os funcionários do Banco do Brasil, incluindo os ativos e aposentados dos bancos incorporados.
Ressaltamos a importância de uma análise técnica e criteriosa da proposta a ser apresentada, que contemple soluções capazes de assegurar a previdência e a assistência médica dos bancários incorporados.
As atuais diferenças de tratamento entre os funcionários podem gerar distorções que impactam tanto os direitos individuais quanto a sustentabilidade do sistema previdenciário, bem como a manutenção da assistência médica para todo o corpo funcional do Banco do Brasil.
É difícil compreender como o Banco do Brasil - instituição que se diz comprometida com a responsabilidade social - ainda não tenha resolvido essa questão que se arrasta há tantos anos. Reiteramos a necessidade de uma atuação mais próxima, transparente e responsável por parte do patrocinador, com vistas à apresentação de uma proposta justa e equilibrada, que contemple adequadamente os anseios dos bancários incorporados (ativos e aposentados) e promova a igualdade de direitos entre todos os funcionários do Banco do Brasil.
Neste momento crucial, convidamos todos os funcionários do Banco do Brasil a fortalecerem os laços que nos unem em torno deste objetivo comum: o tratamento isonômico entre todos os funcionários, ativos e aposentados. A colaboração entre todos é fundamental para avançarmos de forma construtiva nessa questão.
Independentemente da origem - seja do Banco do Brasil ou do antigo Banco Nossa Caixa, formamos hoje uma única comunidade. Nossa capacidade de diálogo, empatia e entendimento mútuo será determinante para a resolução dessa questão.
Convidamos também os funcionários oriundos do BESC – Banco do Estado de Santa Catarina – e do BEP – Banco do Estado do Piauí – a se unirem a nós na luta por isonomia de direitos entre todos os funcionários do Banco do Brasil.
Acreditamos que a cooperação, o diálogo e o apoio recíproco nos permitirão construir um futuro mais equilibrado e justo para todos os funcionários do Banco do Brasil.
Seguiremos acompanhando atentamente esse processo e mantemos a expectativa de uma proposta que promova o tratamento isonômico entre todos os funcionários (ativos e aposentados), e que garanta segurança para as gerações atuais e futuras.
Adriana Maria Ferreira – Conselheira Deliberativa Titular
Américo Antonio Cosentino – Conselheiro Deliberativo Titular
Rogério Perna – Conselheiro Deliberativo Titular
Rodrigo Franco Leite – Conselheiro Deliberativo Suplente
Mario Henrique Teixeira Valente – Conselheiro Deliberativo Suplente
Max Freddy Frauendorf – Conselheiro Fiscal Titular
Edson Soares de Siqueira – Conselheiro Fiscal Titular
Lucas Passos de Lima – Conselheiro Fiscal Suplente
Silvana Polidoro Cyrilo Munhoz – Conselheira Fiscal Suplente
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Caixa: Movimento sindical destaca avanços do Acolhe e cobra ampliação das garantias às empregadas vítimas de violência
- PEC do fim da escala 6x1 é aprovada em 1º e 2ª turnos na Câmara dos Deputados
- Encontro estadual dos funcionários do BB será no dia 6 de junho
- Conselho de Usuários do Saúde Caixa lança boletim com balanço das primeiras ações e orientações aos beneficiários
- Caixa não responde sobre Saúde Caixa, Super Caixa e sobrecarga na rede; empregados relatam cenário de adoecimento
- Movimentos sindicais organizam-se para que Senado aprove PEC do fim da escala 6x1
- Funcef: Incorporação do REB ao Novo Plano aguarda análise final da Previc
- Cabesp: entidades alertam para riscos em proposta de reforma estatutária e orientam voto “não” em AGE
- Santander paga 1ª parcela do 13º salário na folha de maio
- Empregados da rede de agências da Caixa denunciam sobrecarga, pressão e adoecimento
- Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos
- Itaú: avaliação sem critérios claros no Evolui gera questionamentos, e Sindicato cobra mudanças
- NR-1 entra em vigor nesta terça-feira (26): conheça as novas regras sobre saúde mental no trabalho
- Salário insuficiente empurra famílias para o endividamento estrutural no Brasil
- Caixa segue sem responder propostas de proteção às mulheres vítimas de violência e é cobrada por respeito à negociação