11/07/2025
Sindicato vai às ruas por justiça tributária, fim da escala 6x1 e pela soberania nacional

Nesta quinta-feira, 10 de julho, a Avenida Paulista, transformou em palco de luta! E o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, como entidade cidadã, somou-se à mobilização pelos direitos dos trabalhadores e por uma justiça tributária de verdade.
Com o mote "Centrão Inimigo do Povo", a manifestação foi organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio das centrais sindicais e organizações populares. Entre as bandeiras defendidas estão o fim da escala 6x1, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e a cobrança de impostos mais altos sobre os super-ricos, visando financiar o ajuste fiscal e as políticas sociais cobrando do "andar de cima".
“Redução da jornada de trabalho sem redução de salário significa mais tempo para viver, cuidar da saúde, da família e reduzir o adoecimento mental provocado pela sobrecarga. Lutar pela taxação dos super-ricos, com isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, é lutar para que quem tem menos pague menos e quem tem muito contribua mais para o país crescer de forma justa. São pautas que dialogam com os bancários e bancárias, pois só em nossa categoria 54 mil bancários ficarão completamente isentos do IR e outros 68 mil terão redução. Mas são temas que beneficiam também toda a classe trabalhadora”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
“Também estamos aqui para reafirmar a soberania nacional e denunciar o tarifaço anunciado por Donald Trump contra o Brasil, que quer usar o comércio como arma política. Nenhuma ameaça externa vai ditar os rumos do nosso país. Não vamos aceitar que meia dúzia de bilionários e o centrão sigam explorando a população brasileira trabalhadora. Agora é a vez do povo!”, completou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
Para você entender o que está em jogo: o governo Lula (PT) propôs isentar quem ganha até R$ 5 mil do imposto de renda, mas para isso o governo precisa ter dinheiro em caixa e, a forma encontrada é fazer bilionário pagar, coisa que hoje não acontece. Com a progressividade da tabela do imposto de renda, quem ganha até R$ 7 mil também será beneficiado.
A proposta inclui a criação de um imposto mínimo, que será aplicado a pessoas com rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil. A alíquota desse imposto será progressiva, podendo alcançar até 10% para aqueles que ganham mais de R$ 1,2 milhão por ano. Essa medida deve impactar cerca de 141,4 mil contribuintes de alta renda, que atualmente pagam uma média de 2,5% de alíquota efetiva.
A carga tributária relativa aos impostos indiretos, cobrados no consumo de produtos e serviços que os 10% mais pobres pagam chega a 23,4% da sua renda bruta enquanto que para os 10% mais ricos é de 8,6%.
Mas no Brasil, a taxação dos super-ricos sofre uma forte resistência porque dos 594 parlamentares no Congresso, 273 são empresários e 160 fazendeiros. Juntos, representam 72% dos deputados.
Se não bastasse, esses mesmos milhões de trabalhadores - que carregam o país nas costas e sustentam parte significativa da economia - vivem presos em rotinas exaustivas de longas jornadas.
“Enquanto a produtividade cresce, os lucros explodem e a tecnologia avança, o trabalhador continua sendo explorado, adoecido, sobrecarregado. É preciso tempo para viver, para estar com a família, para estudar, para descansar. Nossa luta é também por dignidade!", destacou Vicentim.
“Essas são pautas urgentes, possíveis e justas. E só viram realidade com pressão, com organização, com o movimento sindical forte e combativo. Porque ninguém nunca deu nada para a classe trabalhadora. Tudo que temos foi conquistado com muita luta. Por isso, mais uma vez estamos nas ruas, nos juntamos a esse movimento para expressar a importância da classe trabalhadora e manifestar sua força”, concluiu o presidente do Sindicato.
Atos simultâneos ocorreram ainda em várias capitais, como Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba, Maceió, Florianópolis, Vitória, Cuiabá e São Luís.
A mobilização na capital paulista também foi um reforço para o plebiscito popular iniciado neste mês de julho. Até o mês de setembro, o Sindicato segue coletando votos na categoria, através de uma urna online, e ampliando o debate sobre a importância destas pautas para a classe trabalhadora com diversas ações nos locais de trabalho e atos públicos.
> Para participar do plebiscito, acesse este link e registre seu voto.
Com o mote "Centrão Inimigo do Povo", a manifestação foi organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio das centrais sindicais e organizações populares. Entre as bandeiras defendidas estão o fim da escala 6x1, a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais e a cobrança de impostos mais altos sobre os super-ricos, visando financiar o ajuste fiscal e as políticas sociais cobrando do "andar de cima".
“Redução da jornada de trabalho sem redução de salário significa mais tempo para viver, cuidar da saúde, da família e reduzir o adoecimento mental provocado pela sobrecarga. Lutar pela taxação dos super-ricos, com isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, é lutar para que quem tem menos pague menos e quem tem muito contribua mais para o país crescer de forma justa. São pautas que dialogam com os bancários e bancárias, pois só em nossa categoria 54 mil bancários ficarão completamente isentos do IR e outros 68 mil terão redução. Mas são temas que beneficiam também toda a classe trabalhadora”, destacou o presidente do Sindicato, Roberto Vicentim.
“Também estamos aqui para reafirmar a soberania nacional e denunciar o tarifaço anunciado por Donald Trump contra o Brasil, que quer usar o comércio como arma política. Nenhuma ameaça externa vai ditar os rumos do nosso país. Não vamos aceitar que meia dúzia de bilionários e o centrão sigam explorando a população brasileira trabalhadora. Agora é a vez do povo!”, completou o secretário geral do Sindicato, Júlio César Trigo.
Para você entender o que está em jogo: o governo Lula (PT) propôs isentar quem ganha até R$ 5 mil do imposto de renda, mas para isso o governo precisa ter dinheiro em caixa e, a forma encontrada é fazer bilionário pagar, coisa que hoje não acontece. Com a progressividade da tabela do imposto de renda, quem ganha até R$ 7 mil também será beneficiado.
A proposta inclui a criação de um imposto mínimo, que será aplicado a pessoas com rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil. A alíquota desse imposto será progressiva, podendo alcançar até 10% para aqueles que ganham mais de R$ 1,2 milhão por ano. Essa medida deve impactar cerca de 141,4 mil contribuintes de alta renda, que atualmente pagam uma média de 2,5% de alíquota efetiva.
A carga tributária relativa aos impostos indiretos, cobrados no consumo de produtos e serviços que os 10% mais pobres pagam chega a 23,4% da sua renda bruta enquanto que para os 10% mais ricos é de 8,6%.
Mas no Brasil, a taxação dos super-ricos sofre uma forte resistência porque dos 594 parlamentares no Congresso, 273 são empresários e 160 fazendeiros. Juntos, representam 72% dos deputados.
Se não bastasse, esses mesmos milhões de trabalhadores - que carregam o país nas costas e sustentam parte significativa da economia - vivem presos em rotinas exaustivas de longas jornadas.
“Enquanto a produtividade cresce, os lucros explodem e a tecnologia avança, o trabalhador continua sendo explorado, adoecido, sobrecarregado. É preciso tempo para viver, para estar com a família, para estudar, para descansar. Nossa luta é também por dignidade!", destacou Vicentim.
“Essas são pautas urgentes, possíveis e justas. E só viram realidade com pressão, com organização, com o movimento sindical forte e combativo. Porque ninguém nunca deu nada para a classe trabalhadora. Tudo que temos foi conquistado com muita luta. Por isso, mais uma vez estamos nas ruas, nos juntamos a esse movimento para expressar a importância da classe trabalhadora e manifestar sua força”, concluiu o presidente do Sindicato.
Atos simultâneos ocorreram ainda em várias capitais, como Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, Curitiba, Maceió, Florianópolis, Vitória, Cuiabá e São Luís.
A mobilização na capital paulista também foi um reforço para o plebiscito popular iniciado neste mês de julho. Até o mês de setembro, o Sindicato segue coletando votos na categoria, através de uma urna online, e ampliando o debate sobre a importância destas pautas para a classe trabalhadora com diversas ações nos locais de trabalho e atos públicos.
> Para participar do plebiscito, acesse este link e registre seu voto.
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