11/06/2025
Dia Nacional de Luta mobilizará empregados por reajuste zero nas mensalidades e melhorias no Saúde Caixa
Na próxima terça-feira, dia 17 de junho, empregados da Caixa estarão mobilizados reivindicando reajuste zero nas mensalidades e melhorias no plano Saúde Caixa. Dentre as ações previstas para o Dia Nacional de Luta em defesa do plano de saúde, está a leitura de uma carta aberta nas unidades do banco de todo Brasil.
Na mesma data, às 19 horas, será realizada ainda uma LIVE, com transmissão ao vivo pela TV Contraf, no Youtube, sobre a situação do Saúde Caixa. Acompanhe aqui!
Entidades representativas das empregadas, empregados e aposentados da Caixa Econômica Federal, e centrais sindicais divulgaram na terça-feira (10) a carta aberta denunciando a falta de compromisso da direção do banco com uma conquista histórica da categoria - o Saúde Caixa.
“Atualmente, os empregados já pagam um valor bem acima dos 30% definidos no acordo específico do Saúde Caixa como sendo a parte que caberia aos trabalhadores. A manutenção do teto de 6,5% da folha de pessoal para custeio do plano vem onerando os usuários. Precisamos que a direção da empresa respeite nossos direitos, caso contrário o Saúde Caixa pode se tornar inviável para a maior parte dos trabalhadores”, destaca Sergio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae).
Com o título “Quem cuida do Brasil merece ser cuidado”, o documento é assinado pela Fenae, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), as centrais sindicais- CUT, CTB e Intersindical e a Federação Nacional das Associações dos Aposentados e Pensionistas da Caixa (Fenacef), e conta com o apoio do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
Na carta, as representações ressaltam a importância do trabalho desenvolvido pelos empregados. “Estamos na linha de frente da gestão e do pagamento de benefícios fundamentais para milhões de brasileiros, como o Auxílio Gás, o Bolsa Família, o FIES, entre outros programas sociais”. Lembram ainda que durante a pandemia, os trabalhadores arriscaram suas vidas para garantir o pagamento do auxílio emergencial e viabilizar políticas públicas urgentes.
“Diante de tudo isso, sentimos ainda mais indignação com as atitudes da direção do banco em relação ao Saúde Caixa. Nossa saúde não pode ser negligenciada. O Saúde Caixa, que sempre foi baseado em um modelo justo e solidário, vem sendo atacado nos últimos anos. A empresa tem transferido progressivamente os custos do plano para nós, trabalhadores, justificando essa mudança com um teto de 6,5% da folha de pagamento – limite imposto pela própria direção no Estatuto, com o único objetivo de restringir sua responsabilidade no custeio do plano”, denunciam as entidades.
“Nossa mobilização pelo reajuste zero nas mensalidades do Saúde Caixa não é apenas uma questão financeira. Não estamos pedindo privilégio – estamos exigindo respeito. A manutenção das condições de custeio de forma justa e solidária é o mínimo diante do que os empregados fazem pela Caixa e entregam todos os dias à população. Reduzir ainda mais o acesso ao plano de saúde, especialmente para quem está próximo da aposentadoria, é empurrar milhares de trabalhadores para a insegurança. Por isso, nossa luta é também por dignidade e permanência. E vamos resistir”, destaca Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony), diretor do Sindicato.
“O Saúde Caixa já não está suprindo as necessidades dos empregados em muitas situações, por conta da piora no atendimento e na redução da rede credenciada. Desde o início do ano que temos realizado manifestações nas unidades, conversado com os colegas sobre a gravidade do problema. Defendemos a manutenção de um modelo de custeio justo e solidário, sem qualquer reajuste nas mensalidades, em contraposição ao modelo pretendido há muito tempo pela direção da Caixa, que prevê a cobrança por faixa etária e na prática inviabiliza a manutenção do plano na aposentadoria. É obrigação da direção da Caixa cuidar da saúde dos seus trabalhadores”, reforça o diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros.
> Clique aqui e acesse a cartilha do Saúde Caixa!
> Confira a íntegra da carta!
Na mesma data, às 19 horas, será realizada ainda uma LIVE, com transmissão ao vivo pela TV Contraf, no Youtube, sobre a situação do Saúde Caixa. Acompanhe aqui!
Entidades representativas das empregadas, empregados e aposentados da Caixa Econômica Federal, e centrais sindicais divulgaram na terça-feira (10) a carta aberta denunciando a falta de compromisso da direção do banco com uma conquista histórica da categoria - o Saúde Caixa.
“Atualmente, os empregados já pagam um valor bem acima dos 30% definidos no acordo específico do Saúde Caixa como sendo a parte que caberia aos trabalhadores. A manutenção do teto de 6,5% da folha de pessoal para custeio do plano vem onerando os usuários. Precisamos que a direção da empresa respeite nossos direitos, caso contrário o Saúde Caixa pode se tornar inviável para a maior parte dos trabalhadores”, destaca Sergio Takemoto, presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae).
Com o título “Quem cuida do Brasil merece ser cuidado”, o documento é assinado pela Fenae, a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), as centrais sindicais- CUT, CTB e Intersindical e a Federação Nacional das Associações dos Aposentados e Pensionistas da Caixa (Fenacef), e conta com o apoio do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região.
Na carta, as representações ressaltam a importância do trabalho desenvolvido pelos empregados. “Estamos na linha de frente da gestão e do pagamento de benefícios fundamentais para milhões de brasileiros, como o Auxílio Gás, o Bolsa Família, o FIES, entre outros programas sociais”. Lembram ainda que durante a pandemia, os trabalhadores arriscaram suas vidas para garantir o pagamento do auxílio emergencial e viabilizar políticas públicas urgentes.
“Diante de tudo isso, sentimos ainda mais indignação com as atitudes da direção do banco em relação ao Saúde Caixa. Nossa saúde não pode ser negligenciada. O Saúde Caixa, que sempre foi baseado em um modelo justo e solidário, vem sendo atacado nos últimos anos. A empresa tem transferido progressivamente os custos do plano para nós, trabalhadores, justificando essa mudança com um teto de 6,5% da folha de pagamento – limite imposto pela própria direção no Estatuto, com o único objetivo de restringir sua responsabilidade no custeio do plano”, denunciam as entidades.
“Nossa mobilização pelo reajuste zero nas mensalidades do Saúde Caixa não é apenas uma questão financeira. Não estamos pedindo privilégio – estamos exigindo respeito. A manutenção das condições de custeio de forma justa e solidária é o mínimo diante do que os empregados fazem pela Caixa e entregam todos os dias à população. Reduzir ainda mais o acesso ao plano de saúde, especialmente para quem está próximo da aposentadoria, é empurrar milhares de trabalhadores para a insegurança. Por isso, nossa luta é também por dignidade e permanência. E vamos resistir”, destaca Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony), diretor do Sindicato.
“O Saúde Caixa já não está suprindo as necessidades dos empregados em muitas situações, por conta da piora no atendimento e na redução da rede credenciada. Desde o início do ano que temos realizado manifestações nas unidades, conversado com os colegas sobre a gravidade do problema. Defendemos a manutenção de um modelo de custeio justo e solidário, sem qualquer reajuste nas mensalidades, em contraposição ao modelo pretendido há muito tempo pela direção da Caixa, que prevê a cobrança por faixa etária e na prática inviabiliza a manutenção do plano na aposentadoria. É obrigação da direção da Caixa cuidar da saúde dos seus trabalhadores”, reforça o diretor de Saúde e Previdência da Fenae, Leonardo Quadros.
> Clique aqui e acesse a cartilha do Saúde Caixa!
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