19/05/2025
Cartilha mostra por que defender o Saúde Caixa é urgente. Confira!
“Queremos Saúde, Caixa!” é a nova cartilha da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A preocupação das entidades é jogar luz sobre um tema que impacta diretamente uma das mais valiosas conquistas dos trabalhadores: o Saúde Caixa, resultado de anos de organização e luta coletiva. Mas está sob ameaça.
Com uma linguagem direta, a cartilha apresenta a trajetória do plano de saúde dos empregados desde os tempos do Sasse até a construção do modelo atual, com custeio dividido em 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. Mostra também como a inclusão do teto de 6,5% da folha de pagamento no Estatuto da empresa, imposta em 2017 e mantida agora em 2025, tem desestruturado essa equação, obrigando os empregados a arcar com uma parte cada vez maior dos custos.
“Mesmo com a oportunidade de corrigir esse erro durante a reformulação do Estatuto Social, a Caixa manteve o limitador de 6,5%, mostrando que continua colocando o corte de gastos acima da saúde dos seus empregados”, alerta a cartilha.
A publicação reforça a qualidade do Saúde Caixa, com cobertura nacional, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, isenção de coparticipação em internações e tratamento oncológico, além de um teto anual de gastos para proteger as famílias. E tudo isso com regras proporcionais ao salário. Mas se as medidas unilaterais do banco continuarem, todo esse modelo pode se tornar inviável, especialmente para os aposentados.
Além disso, a cartilha compara o Saúde Caixa com os planos de saúde de outras estatais, mostrando que, mesmo diante de ataques e restrições, a representação dos empregados conseguiu preservar princípios que garantem justiça e proteção coletiva.
Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, a decisão de produzir a cartilha surgiu diante da onda de desinformação que tem circulado sobre o plano.
“A gente percebeu muita confusão e até desconhecimento sobre a situação do plano. Por isso, resolvemos esclarecer os fatos e mostrar que, apesar das imposições da Caixa e dos ataques de governos anteriores, conseguimos preservar o modelo 70/30 e os princípios que sustentam o plano. Mas agora é hora de mobilização. Se os empregados não se envolverem, o Saúde Caixa pode se tornar inviável para a maior parte dos trabalhadores”, analisou.
Vem aí a negociação de 2025
Entre agosto e setembro, será discutido o novo acordo específico do Saúde Caixa. A pauta central é a retirada do teto de 6,5% e a manutenção do modelo de custeio 70/30%. Mas essa negociação não será apenas técnica — será política também. E precisa do apoio da base. “Somente com mobilização será possível pressionar a Caixa e garantir que o plano continue sendo viável, justo e acessível”, diz a cartilha.
"Conhecer o Saúde Caixa é mais do que saber os números do plano. É entender o tamanho da conquista que temos nas mãos, resultado de muita luta e de mobilização coletiva. Por isso, entender o seu funcionamento e saber o que está em risco é essencial para defendê-lo. Não podemos permitir que desmontem o plano aos poucos, encarecendo, excluindo, elitizando o acesso à saúde. Defender o Saúde Caixa é defender a dignidade dos trabalhadores. E é uma luta que precisa ser coletiva. É do Sindicato, é de cada empregado, é de quem sabe que nenhum direito é eterno se a gente não estiver disposto a lutar por ele, todos os dias. Leia o material e compartilhe, porque saúde não se negocia: se defende!", reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
> Acesse aqui a cartilha completa
Onde tem mobilização, tem conquista! Compartilhe com sua unidade, seus colegas e aposentados que você conhece.
Com uma linguagem direta, a cartilha apresenta a trajetória do plano de saúde dos empregados desde os tempos do Sasse até a construção do modelo atual, com custeio dividido em 70% pela Caixa e 30% pelos empregados. Mostra também como a inclusão do teto de 6,5% da folha de pagamento no Estatuto da empresa, imposta em 2017 e mantida agora em 2025, tem desestruturado essa equação, obrigando os empregados a arcar com uma parte cada vez maior dos custos.
“Mesmo com a oportunidade de corrigir esse erro durante a reformulação do Estatuto Social, a Caixa manteve o limitador de 6,5%, mostrando que continua colocando o corte de gastos acima da saúde dos seus empregados”, alerta a cartilha.
A publicação reforça a qualidade do Saúde Caixa, com cobertura nacional, assistência odontológica, reembolso de medicamentos, isenção de coparticipação em internações e tratamento oncológico, além de um teto anual de gastos para proteger as famílias. E tudo isso com regras proporcionais ao salário. Mas se as medidas unilaterais do banco continuarem, todo esse modelo pode se tornar inviável, especialmente para os aposentados.
Além disso, a cartilha compara o Saúde Caixa com os planos de saúde de outras estatais, mostrando que, mesmo diante de ataques e restrições, a representação dos empregados conseguiu preservar princípios que garantem justiça e proteção coletiva.
Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, a decisão de produzir a cartilha surgiu diante da onda de desinformação que tem circulado sobre o plano.
“A gente percebeu muita confusão e até desconhecimento sobre a situação do plano. Por isso, resolvemos esclarecer os fatos e mostrar que, apesar das imposições da Caixa e dos ataques de governos anteriores, conseguimos preservar o modelo 70/30 e os princípios que sustentam o plano. Mas agora é hora de mobilização. Se os empregados não se envolverem, o Saúde Caixa pode se tornar inviável para a maior parte dos trabalhadores”, analisou.
Vem aí a negociação de 2025
Entre agosto e setembro, será discutido o novo acordo específico do Saúde Caixa. A pauta central é a retirada do teto de 6,5% e a manutenção do modelo de custeio 70/30%. Mas essa negociação não será apenas técnica — será política também. E precisa do apoio da base. “Somente com mobilização será possível pressionar a Caixa e garantir que o plano continue sendo viável, justo e acessível”, diz a cartilha.
"Conhecer o Saúde Caixa é mais do que saber os números do plano. É entender o tamanho da conquista que temos nas mãos, resultado de muita luta e de mobilização coletiva. Por isso, entender o seu funcionamento e saber o que está em risco é essencial para defendê-lo. Não podemos permitir que desmontem o plano aos poucos, encarecendo, excluindo, elitizando o acesso à saúde. Defender o Saúde Caixa é defender a dignidade dos trabalhadores. E é uma luta que precisa ser coletiva. É do Sindicato, é de cada empregado, é de quem sabe que nenhum direito é eterno se a gente não estiver disposto a lutar por ele, todos os dias. Leia o material e compartilhe, porque saúde não se negocia: se defende!", reforça o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
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