24/02/2025
Saúde Caixa: Movimento sindical cobra informações sobre registro de reclamações
A Confedereção Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), representando o Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, enviou na última sexta-feira (21) um ofício à Caixa Econômica Federal solitando informações sobre a quantidade de novas solitações e/ou reclamações registradas na Central Saúde Caixa, na quinta-feira (20).
No ofício, a representação dos empregados ressalta que as entidades sindicais receberam “diversas mensagens, algumas com a imagem printada da tela do celular com os números de protocolos da solicitação registrada”.
Segundo o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Rafael de Castro, “informações não oficiais dão conta de que foram registradas aproximadamente 8.500 manifestações na Central Saúde Caixa no dia 20 de fevereiro”.
Além da quantidade total de registros, a Contraf-CUT solicita quais reclamações foram mais frequentes, e a quantidade respectiva de cada reclamação.
“Também queremos saber quais medidas serão tomadas para dar solução às reclamações/solicitações registradas”, disse o coordenador da CEE.
Negociações
O movimento sindical também solicitou para tratar sobre o custeio pelo banco com a saúde do pessoal da Caixa e o não aumento das mensalidades pagas pelos usuários do Saúde Caixa.
“Hoje, a direção da Caixa está em uma situação muito confortável, porque, com o teto implementado, o banco transfere todos os riscos para os empregados, na medida em que impôs um limite para sua participação no custeio do plano. Também queremos tratar sobre a instalação dos comitês de credenciamento e descredenciamento do Saúde Caixa e a definição de um calendário permanente de negociação. Precisamos que a Caixa assuma sua responsabilidade de gerir o plano com seriedade para garantir que nenhum trabalhador perca o direito ao benefício e assistência à saúde, conquista da categoria", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
No ofício, a representação dos empregados ressalta que as entidades sindicais receberam “diversas mensagens, algumas com a imagem printada da tela do celular com os números de protocolos da solicitação registrada”.
Segundo o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Rafael de Castro, “informações não oficiais dão conta de que foram registradas aproximadamente 8.500 manifestações na Central Saúde Caixa no dia 20 de fevereiro”.
Além da quantidade total de registros, a Contraf-CUT solicita quais reclamações foram mais frequentes, e a quantidade respectiva de cada reclamação.
“Também queremos saber quais medidas serão tomadas para dar solução às reclamações/solicitações registradas”, disse o coordenador da CEE.
Negociações
O movimento sindical também solicitou para tratar sobre o custeio pelo banco com a saúde do pessoal da Caixa e o não aumento das mensalidades pagas pelos usuários do Saúde Caixa.
“Hoje, a direção da Caixa está em uma situação muito confortável, porque, com o teto implementado, o banco transfere todos os riscos para os empregados, na medida em que impôs um limite para sua participação no custeio do plano. Também queremos tratar sobre a instalação dos comitês de credenciamento e descredenciamento do Saúde Caixa e a definição de um calendário permanente de negociação. Precisamos que a Caixa assuma sua responsabilidade de gerir o plano com seriedade para garantir que nenhum trabalhador perca o direito ao benefício e assistência à saúde, conquista da categoria", ressaltou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Antônio Júlio Gonçalves Neto.
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