12/07/2024
Contraf-CUT, Fenae e Apcefs denunciam retaliação a gerentes da Caixa
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e as Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Apcefs) manifestam profunda preocupação diante da notícia de que três gerentes da Caixa Asset, subsidiária responsável pela gestão de ativos do banco, foram destituídos de seus cargos após se recusarem a aprovar uma operação financeira que julgaram arriscada e atípica.
A transação envolvia a compra de um lote de R$ 500 milhões em letras financeiras do Banco Master sem as devidas garantias. Os gerentes consideraram a operação imprudente e alertaram para o alto risco de solvência. Também detalharam uma pesquisa reputacional dos executivos do Banco Master, que possuem processos na Comissão de Valores Mobiliários por envolvimento em crimes financeiros.
A destituição desses empregados parece ser uma retaliação injusta, que demanda uma apuração rigorosa e imediata por parte da Caixa. Ressaltamos que a atuação dos empregados da Caixa foi exemplar, demonstrando compromisso com a integridade e segurança do banco. No entanto, estamos preocupados com possíveis ingerências e direcionamentos para negócios escusos, que devem ser investigados com seriedade.
A conselheira eleita do Conselho Administrativo da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, tomará providências para que o diretor-presidente da Asset seja convocado a prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.
É importante destacar que o incidente ocorreu em uma empresa subsidiária da Caixa, levantando preocupações sobre os riscos associados ao fatiamento do banco e a criação de subsidiárias.
Por fim, as entidades reafirmam que não desejam ver a Caixa envolvida em escândalos, como os que marcaram o passado recente, com casos de assédio moral e sexual praticados pelos mais altos cargos do banco. Nosso compromisso é com uma Caixa Econômica Federal íntegra, totalmente pública e presente no desenvolvimento social e no impulsionamento da economia do país.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região se soma às entidades sindicais citadas acima na cobrança por esclarecimentos frente ao fato corrido e reforça a gravidade de se ter profissionais do banco público sendo perseguidos por cumprir sua função de atuar pela integridade dos recursos públicos.
A transação envolvia a compra de um lote de R$ 500 milhões em letras financeiras do Banco Master sem as devidas garantias. Os gerentes consideraram a operação imprudente e alertaram para o alto risco de solvência. Também detalharam uma pesquisa reputacional dos executivos do Banco Master, que possuem processos na Comissão de Valores Mobiliários por envolvimento em crimes financeiros.
A destituição desses empregados parece ser uma retaliação injusta, que demanda uma apuração rigorosa e imediata por parte da Caixa. Ressaltamos que a atuação dos empregados da Caixa foi exemplar, demonstrando compromisso com a integridade e segurança do banco. No entanto, estamos preocupados com possíveis ingerências e direcionamentos para negócios escusos, que devem ser investigados com seriedade.
A conselheira eleita do Conselho Administrativo da Caixa, Fabiana Uehara Proscholdt, tomará providências para que o diretor-presidente da Asset seja convocado a prestar esclarecimentos sobre o ocorrido.
É importante destacar que o incidente ocorreu em uma empresa subsidiária da Caixa, levantando preocupações sobre os riscos associados ao fatiamento do banco e a criação de subsidiárias.
Por fim, as entidades reafirmam que não desejam ver a Caixa envolvida em escândalos, como os que marcaram o passado recente, com casos de assédio moral e sexual praticados pelos mais altos cargos do banco. Nosso compromisso é com uma Caixa Econômica Federal íntegra, totalmente pública e presente no desenvolvimento social e no impulsionamento da economia do país.
O Sindicato dos Bancários de Catanduva e região se soma às entidades sindicais citadas acima na cobrança por esclarecimentos frente ao fato corrido e reforça a gravidade de se ter profissionais do banco público sendo perseguidos por cumprir sua função de atuar pela integridade dos recursos públicos.
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