24/06/2024
Enquanto quer cortar pensões de viúvas, diretoria da Funcef aprova aumento de sua remuneração
O movimento sindical representativo dos empregados da Caixa, por meio da Apcef/SP, tomou conhecimento, na última sexta-feira (21), de que a direção da Funcef aprovou uma proposta de aumento dos vencimentos de seus dirigentes por meio da instituição de um programa de remuneração variável. A medida seria aplicada aos diretores eleitos e indicados da instituição.
“Causa perplexidade e indignação a nós, participantes, tomar conhecimento que a diretoria da Funcef não só discutiu, mas também aprovou o aumento de sua própria remuneração, enquanto está tentando cortar pensões, extinguir o pecúlio e diminuir os benefícios dos participantes do REG/Replan Não Saldado, vendendo estas retiradas de direitos como a forma de ‘solucionar’ o equacionamento”, criticou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
Para ser implementada, a proposta de aumento para os diretores da Funcef precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo da Fundação. “Agora, vamos cobrar que os conselheiros deliberativos se posicionem contra a medida. É imoral aprovar um aumento para a diretoria enquanto os participantes sofrem com o equacionamento e com as tentativas de cortes em seus benefícios. Enquanto a Caixa fica em uma situação extremamente confortável, já que a direção da Funcef não exige o pagamento do seu contencioso, e os diretores da Fundação ficam felizes com a perspectiva de receber os seus bônus, tendo como ‘desafio’ superar a menor meta atuarial entre os grandes fundos, os participantes tem seus benefícios postos em xeque pela patrocinadora e pela Fundação”, complementou Leonardo.
“Causa perplexidade e indignação a nós, participantes, tomar conhecimento que a diretoria da Funcef não só discutiu, mas também aprovou o aumento de sua própria remuneração, enquanto está tentando cortar pensões, extinguir o pecúlio e diminuir os benefícios dos participantes do REG/Replan Não Saldado, vendendo estas retiradas de direitos como a forma de ‘solucionar’ o equacionamento”, criticou o diretor-presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros.
Para ser implementada, a proposta de aumento para os diretores da Funcef precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo da Fundação. “Agora, vamos cobrar que os conselheiros deliberativos se posicionem contra a medida. É imoral aprovar um aumento para a diretoria enquanto os participantes sofrem com o equacionamento e com as tentativas de cortes em seus benefícios. Enquanto a Caixa fica em uma situação extremamente confortável, já que a direção da Funcef não exige o pagamento do seu contencioso, e os diretores da Fundação ficam felizes com a perspectiva de receber os seus bônus, tendo como ‘desafio’ superar a menor meta atuarial entre os grandes fundos, os participantes tem seus benefícios postos em xeque pela patrocinadora e pela Fundação”, complementou Leonardo.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Setor bancário fecha 8,9 mil postos em 2025 e contraria trajetória positiva do mercado de trabalho
- Bradesco lucra R$ 24,6 bilhões em 2025, mas fecha quase 2 mil postos e reduz rede de atendimento
- Reforma do Imposto de Renda amplia isenção e avança na justiça tributária para trabalhadores
- Abertas as inscrições para o curso "Paternidade e Maternidade com Relações Compartilhadas"
- Santander confirma pagamento da PLR em 27 de fevereiro após ofício da Contraf-CUT
- Itaú lucra R$ 46,8 bilhões em 2025 e segue fechando agências e postos de trabalho
- Eleições Funcef 2026: processo já começou e votação será em março
- Lucro de R$ 15 bi no Santander contrasta com cortes, sobrecarga e retirada de direitos
- Itaú confirma pagamento da segunda parcela da PLR em 27 de fevereiro
- Nova estrutura de certificações da Anbima entra em vigor em 2026 e exige preparação dos bancários
- Governo planeja levar projeto 6x1 em regime de urgência
- Na Previc, Funcef debate propostas para solucionar passivo previdenciário
- Morosidade da Caixa atrasa pagamento dos deltas e Super Caixa
- Cassi homologa chapas para Eleições 2026; Sindicato e Contraf-CUT apoiam as chapas 2 e 55
- Com volta do Congresso, Sindicato segue na defesa dos bancários e bancárias