21/05/2024
Movimento sindical cobra esclarecimentos sobre divergência na folha de pagamento do Mercantil
Representantes sindicais dos trabalhadores do Mercantil protocolaram ofício junto ao Banco, na segunda-feira (20), solicitando esclarecimentos sobre valores divulgados no contracheque na noite da última sexta-feira, dia 17, e os valores disponibilizados a menor no dia 20. A situação causou falsas expectativas financeiras e constrangimento em centenas de funcionários de todo o país.
"Os Sindicatos e os funcionários, por enquanto, não entenderam nada. Na sexta-feira, o Mercantil anunciou um valor e depois o contracheque veio bem menor! Muitos fizeram contas e dívidas confiando em uma informação, até o momento, equivocada do Banco, o que causou revolta e insatisfação a todos. Aguardamos um pronunciamento urgente do Mercantil", cobrou Marco Aurélio, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil.
Mesmo cobrado oficialmente, o Mercantil, até agora, não deu nenhuma satisfação aos Sindicatos ou aos funcionários. A representação dos trabalhadores espera que o Banco mantenha o valor anunciado de pagamento no último dia 17 ou, ao menos, reconheça que cometeu um equívoco. O silêncio só agrava a falta de compromisso da instituição.
"Os Sindicatos e os funcionários, por enquanto, não entenderam nada. Na sexta-feira, o Mercantil anunciou um valor e depois o contracheque veio bem menor! Muitos fizeram contas e dívidas confiando em uma informação, até o momento, equivocada do Banco, o que causou revolta e insatisfação a todos. Aguardamos um pronunciamento urgente do Mercantil", cobrou Marco Aurélio, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Mercantil.
Mesmo cobrado oficialmente, o Mercantil, até agora, não deu nenhuma satisfação aos Sindicatos ou aos funcionários. A representação dos trabalhadores espera que o Banco mantenha o valor anunciado de pagamento no último dia 17 ou, ao menos, reconheça que cometeu um equívoco. O silêncio só agrava a falta de compromisso da instituição.
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