08/03/2024
Movimento sindical lança cartilha de conquistas das mulheres na categoria bancária. Confira!
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) divulga, a partir desta sexta-feira (8), a cartilha “Avançamos juntas!”. O material, que já está disponível para download na área de Publicações do site do Sindicato, traz informações sobre as principais conquistas obtidas nos últimos vinte anos, explica a importância da luta pela igualdade salarial e traz orientações sobre os canais “Basta! Não irão nos calar!”, de assessoria jurídica a mulheres em situação de violência.
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“O lançamento faz parte de uma série de iniciativas nossas para o mês de março, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, neste dia 8”, explica a secretária da Mulher da Contraf-CUT, Fernanda Lopes. “Construímos um material com texto direto, na tentativa de organizar, da melhor forma possível e de maneira simples, informações importantes para a classe trabalhadora do ramo financeiro. Porque ter consciência sobre essas conquistas, que são resultados de nossas lutas, é o que nos fortalece para continuarmos avançando”, completou.
Material para todo o ano
A cartilha também foi pensada, estrategicamente, como parte das discussões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. “Estamos em ano de renovação da CCT. Então, com esse material, buscamos lembrar nossas colegas e nossos colegas sobre as conquistas que obtivemos, por conta da unidade e organização sindical. Na cartilha, indicamos também que precisamos avançar ainda mais, especialmente na questão de igualdade salarial e de oportunidade entre os gêneros”, destacou a presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.
Basta de violência
O último trecho da cartilha traz atualizados todos os contatos de sindicatos e federações com o programa “Basta! Não irão nos calar!”, de assessoria jurídica humanizada a mulheres em situação de violência.
“Então, além de reforçar nossa história de conquistas, em seguida, apontar para a continuidade da luta por igualdade salarial, nós usamos a cartilha para ampliar a informação a respeito de um projeto fundamental e que salva vidas”, pontuou Fernanda Lopes, acrescentando que, das 413 mulheres atendidas pelos canais do Basta, desde 2019, foram geradas 198 medidas protetivas de urgência, com base na Lei Maria da Penha. Essas medidas protegem a mulher em situação de risco, submetida a atos de violência física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral, por parte do agressor.
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“O lançamento faz parte de uma série de iniciativas nossas para o mês de março, em celebração ao Dia Internacional da Mulher, neste dia 8”, explica a secretária da Mulher da Contraf-CUT, Fernanda Lopes. “Construímos um material com texto direto, na tentativa de organizar, da melhor forma possível e de maneira simples, informações importantes para a classe trabalhadora do ramo financeiro. Porque ter consciência sobre essas conquistas, que são resultados de nossas lutas, é o que nos fortalece para continuarmos avançando”, completou.
Material para todo o ano
A cartilha também foi pensada, estrategicamente, como parte das discussões para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. “Estamos em ano de renovação da CCT. Então, com esse material, buscamos lembrar nossas colegas e nossos colegas sobre as conquistas que obtivemos, por conta da unidade e organização sindical. Na cartilha, indicamos também que precisamos avançar ainda mais, especialmente na questão de igualdade salarial e de oportunidade entre os gêneros”, destacou a presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Juvandia Moreira.
Basta de violência
O último trecho da cartilha traz atualizados todos os contatos de sindicatos e federações com o programa “Basta! Não irão nos calar!”, de assessoria jurídica humanizada a mulheres em situação de violência.
“Então, além de reforçar nossa história de conquistas, em seguida, apontar para a continuidade da luta por igualdade salarial, nós usamos a cartilha para ampliar a informação a respeito de um projeto fundamental e que salva vidas”, pontuou Fernanda Lopes, acrescentando que, das 413 mulheres atendidas pelos canais do Basta, desde 2019, foram geradas 198 medidas protetivas de urgência, com base na Lei Maria da Penha. Essas medidas protegem a mulher em situação de risco, submetida a atos de violência física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral, por parte do agressor.
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