17/01/2024
Banco Mercantil tem conduta antissindical em comunicado interno enviado aos funcionários
Na última sexta-feira (12), o Banco Mercantil enviou um comunicado interno a seus funcionários e funcionárias com orientações de como lidar com jornalistas ou representações sindicais em seus pontos de atendimento. A mensagem incluía um posicionamento antissindical por parte do banco.
Em um trecho do documento, o Mercantil orienta que os trabalhadores devem reportar qualquer "movimentação estranha em seu ponto de atendimento - como do Sindicato" para a assessoria de imprensa do banco. Esse discurso demonstra a posição antissindical do Mercantil, que utilizou seus meios de comunicação para qualificar as atividades sindicais como uma "movimentação estranha".
O papel do Sindicato é justamente o de estar presente nas unidades, dialogando com os funcionários e zelando pelo cumprimento dos direitos trabalhistas previstos na legislação e na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O movimento sindical enviou um ofício cobrando uma retratação pública do Mercantil, mas, em mais uma demonstração de descaso aos trabalhadores e às organizações sindicais, o comunicado interno ainda se mantém ativo na Intranet. Agora, representantes dos trabalhadores estudam solicitar a intermediação do Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre o caso.
"Somos bancários e estamos exercendo o mandato sindical. Não somos uma "movimentação estranha" dentro das unidades, como o comunicado tenta nos depreciar. Os sindicatos são as representações legítimas dos funcionários e estes devem ter o direito de nos receberem, sempre que for necessário, sem necessidade de se reportarem a nenhuma assessoria de imprensa do banco", opina Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da COEBMB.
"É absurdo que o banco tente inibir o livre acesso do Sindicato aos locais de trabalho. E nem não pode impedir o legítimo direito dos bancários de se organizar e se expressar. Apesar de tentarem intimidar nossa atuação, continuaremos a defender os direitos dos trabalhadores do Mercantil e de todos os bancários", acrescentou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
Em um trecho do documento, o Mercantil orienta que os trabalhadores devem reportar qualquer "movimentação estranha em seu ponto de atendimento - como do Sindicato" para a assessoria de imprensa do banco. Esse discurso demonstra a posição antissindical do Mercantil, que utilizou seus meios de comunicação para qualificar as atividades sindicais como uma "movimentação estranha".
O papel do Sindicato é justamente o de estar presente nas unidades, dialogando com os funcionários e zelando pelo cumprimento dos direitos trabalhistas previstos na legislação e na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O movimento sindical enviou um ofício cobrando uma retratação pública do Mercantil, mas, em mais uma demonstração de descaso aos trabalhadores e às organizações sindicais, o comunicado interno ainda se mantém ativo na Intranet. Agora, representantes dos trabalhadores estudam solicitar a intermediação do Ministério Público do Trabalho (MPT) sobre o caso.
"Somos bancários e estamos exercendo o mandato sindical. Não somos uma "movimentação estranha" dentro das unidades, como o comunicado tenta nos depreciar. Os sindicatos são as representações legítimas dos funcionários e estes devem ter o direito de nos receberem, sempre que for necessário, sem necessidade de se reportarem a nenhuma assessoria de imprensa do banco", opina Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e Coordenador Nacional da COEBMB.
"É absurdo que o banco tente inibir o livre acesso do Sindicato aos locais de trabalho. E nem não pode impedir o legítimo direito dos bancários de se organizar e se expressar. Apesar de tentarem intimidar nossa atuação, continuaremos a defender os direitos dos trabalhadores do Mercantil e de todos os bancários", acrescentou o secretário geral do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Júlio César Trigo.
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