14/12/2023
COE volta a debater programas de remunerações com o Santander
A Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander voltou a se reunir com a direção do banco, nesta quinta-feira (14), para discutir o cumprimento da cláusula 87 da Convenção Coletiva de Trabalho, que prevê o debate sobre as formas de acompanhamento das metas estipuladas para cada trabalhador e suas cobranças; o programa de incentivos aos funcionários da rede de agências no Brasil; e o programa Mais Certo, por meio do qual o banco estabelece as metas semestrais para cada segmento de especialistas.
Na primeira reunião, realizada em novembro, os representantes dos trabalhadores cobraram mais transparência em relação ao processo. Por isso, o banco apresentou as métricas dos programas para os funcionários da rede de agências e para os trabalhadores dos departamentos. Em ambos os casos as metas são estabelecidas semestralmente. A avaliação é dividida 50% pelo resultado, com entrega das metas; 40% por competência comportamental estabelecida por cada área ou rede de agências; e 10% relacionada ao risco de cada hora.
Wanessa de Queiroz, coordenadora da COE do Santander, enfatizou a importância da transparência das metas e das normas de conduta, para que sejam de conhecimento de todos os funcionários, especialmente os novos. “É fundamental que o banco se comprometa com tais ações, ampliando os canais de treinamento a todos os trabalhadores da rede, para que eles tenham total clareza das métricas dos programas de remuneração, como também do código das normas de conduta, para desempenharem as suas atividades e terem um incentivo no cumprimento das metas, como um bom atendimento aos clientes, minimizando as reclamações junto aos canais de atendimento do banco”.
O banco se comprometeu a melhorar a comunicação, o treinamento e a divulgação das tais regras aos funcionários.
A COE também destacou a importância de um canal de contestação disponível a todos especialistas da rede de agências visando a correção ou esclarecimento das vendas realizadas no programa Mais Certo. O banco se comprometeu ainda a trazer um novo formato de canal de contestação aos gerentes, para reduzir o número de reclamações. “É importante que os trabalhadores que tiverem dúvidas procurem o seu sindicato para que a gente possa sempre levar as pautas e as reivindicações e avançar nesse tema que tanto tem impactado na vida e na saúde dos funcionários”, completou Wanessa.
O banco se comprometeu a continuar o debate na segunda quinzena de janeiro de 2024.
Na primeira reunião, realizada em novembro, os representantes dos trabalhadores cobraram mais transparência em relação ao processo. Por isso, o banco apresentou as métricas dos programas para os funcionários da rede de agências e para os trabalhadores dos departamentos. Em ambos os casos as metas são estabelecidas semestralmente. A avaliação é dividida 50% pelo resultado, com entrega das metas; 40% por competência comportamental estabelecida por cada área ou rede de agências; e 10% relacionada ao risco de cada hora.
Wanessa de Queiroz, coordenadora da COE do Santander, enfatizou a importância da transparência das metas e das normas de conduta, para que sejam de conhecimento de todos os funcionários, especialmente os novos. “É fundamental que o banco se comprometa com tais ações, ampliando os canais de treinamento a todos os trabalhadores da rede, para que eles tenham total clareza das métricas dos programas de remuneração, como também do código das normas de conduta, para desempenharem as suas atividades e terem um incentivo no cumprimento das metas, como um bom atendimento aos clientes, minimizando as reclamações junto aos canais de atendimento do banco”.
O banco se comprometeu a melhorar a comunicação, o treinamento e a divulgação das tais regras aos funcionários.
A COE também destacou a importância de um canal de contestação disponível a todos especialistas da rede de agências visando a correção ou esclarecimento das vendas realizadas no programa Mais Certo. O banco se comprometeu ainda a trazer um novo formato de canal de contestação aos gerentes, para reduzir o número de reclamações. “É importante que os trabalhadores que tiverem dúvidas procurem o seu sindicato para que a gente possa sempre levar as pautas e as reivindicações e avançar nesse tema que tanto tem impactado na vida e na saúde dos funcionários”, completou Wanessa.
O banco se comprometeu a continuar o debate na segunda quinzena de janeiro de 2024.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões