03/10/2023
Participe da pesquisa sobre gestão dos bancos e adoecimento da categoria
O movimento sindical bancário, por meio da Contraf-CUT, está realizando uma pesquisa para avaliar a situação da categoria diante das metas abusivas, que pressionam e adoecem trabalhadoras e trabalhadores. O estudo “Avaliação dos Modelos de Gestão e das Patologias do Trabalho Bancário” é realizado em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UNB).
A pesquisa estará disponível até o dia 31 de outubro de 2023. Para participar, clique aqui.
Serão analisadas condições profissionais, divisão do trabalho, as regras formais, o tempo, o ritmo, o controle e as características das tarefas; condições físicas de trabalho: a infraestrutura, tais como ambiente físico, qualidade do posto de trabalho, equipamentos e materiais, como os aplicativos e sistemas; e condições sociais, relações socioprofissionais de trabalho, como as interações hierárquicas, coletivas intra e intergrupos e externas presencial e virtual.
“A participação dos trabalhadores é fundamental, pois suas respostas contribuirão diretamente para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável no setor bancário. Com base nas respostas, análises e estatísticas serão realizadas para identificar problemas e propor soluções. O resultado será um relatório técnico que guiará ações sindicais e organizacionais para combater riscos psicossociais e promover a saúde de todos os envolvidos”, explica Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
A pesquisa, que faz parte das ações da 'Campanha Menos Metas, Mais Saúde', busca o aperfeiçoamento das ferramentas do movimento sindical bancário para contrapor os repetidos argumentos patronais de isenção quanto ao adoecimento da categoria, frente a um crescente número de casos.
Como responder
O questionário da pesquisa leva, em média, 20 minutos para ser totalmente respondido e, além das perguntas relacionadas ao ambiente físico de trabalho, busca registrar a ocorrência de adoecimento, inclusive mental, eventuais acompanhamentos médicos, uso de medicação e afastamentos do trabalho.
Todas as respostas coletadas serão preservadas com a garantia de sigilo e direcionadas automaticamente aos pesquisadores envolvidos, que terão a tarefa de estabelecer as métricas das amostras por região, por estados da federação, por indicadores socioeconômicos (sexo, escolaridade, idade, raça, escolaridade, estado civil, cargo, forma de contratação e por banco).
"Saúde e condições de trabalho sempre foram temas prioritários em nossas negociações com os bancos e ganham ainda mais destaque com o aumento assustador de trabalhadores que se sentem cada vez mais esgotados mentalmente devido às cobranças diárias, além dos que já fazem uso de medicamentos controlados em consequência do trabalho, enquanto as instituições financeiras seguem negando essa realidade de adoecimento. Para lutar contra esse cenário, convidamos todos os bancários e bancárias de nossa base a participarem da pesquisa. As doenças que acometem os bancários são um alarmante sinal de um sistema de organização do trabalho que adoece muito mais que outras categorias. Já passou da hora de os bancos serem responsabilizados por esta prática agressiva, e criarem um ambiente laboral que realmente respeite o ser humano", ressalta e secretário de Saúde, Condições de Trabalho e Assuntos Jurídicos do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire.
A pesquisa estará disponível até o dia 31 de outubro de 2023. Para participar, clique aqui.
Serão analisadas condições profissionais, divisão do trabalho, as regras formais, o tempo, o ritmo, o controle e as características das tarefas; condições físicas de trabalho: a infraestrutura, tais como ambiente físico, qualidade do posto de trabalho, equipamentos e materiais, como os aplicativos e sistemas; e condições sociais, relações socioprofissionais de trabalho, como as interações hierárquicas, coletivas intra e intergrupos e externas presencial e virtual.
“A participação dos trabalhadores é fundamental, pois suas respostas contribuirão diretamente para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável no setor bancário. Com base nas respostas, análises e estatísticas serão realizadas para identificar problemas e propor soluções. O resultado será um relatório técnico que guiará ações sindicais e organizacionais para combater riscos psicossociais e promover a saúde de todos os envolvidos”, explica Mauro Salles, secretário de Saúde da Contraf-CUT.
A pesquisa, que faz parte das ações da 'Campanha Menos Metas, Mais Saúde', busca o aperfeiçoamento das ferramentas do movimento sindical bancário para contrapor os repetidos argumentos patronais de isenção quanto ao adoecimento da categoria, frente a um crescente número de casos.
Como responder
O questionário da pesquisa leva, em média, 20 minutos para ser totalmente respondido e, além das perguntas relacionadas ao ambiente físico de trabalho, busca registrar a ocorrência de adoecimento, inclusive mental, eventuais acompanhamentos médicos, uso de medicação e afastamentos do trabalho.
Todas as respostas coletadas serão preservadas com a garantia de sigilo e direcionadas automaticamente aos pesquisadores envolvidos, que terão a tarefa de estabelecer as métricas das amostras por região, por estados da federação, por indicadores socioeconômicos (sexo, escolaridade, idade, raça, escolaridade, estado civil, cargo, forma de contratação e por banco).
"Saúde e condições de trabalho sempre foram temas prioritários em nossas negociações com os bancos e ganham ainda mais destaque com o aumento assustador de trabalhadores que se sentem cada vez mais esgotados mentalmente devido às cobranças diárias, além dos que já fazem uso de medicamentos controlados em consequência do trabalho, enquanto as instituições financeiras seguem negando essa realidade de adoecimento. Para lutar contra esse cenário, convidamos todos os bancários e bancárias de nossa base a participarem da pesquisa. As doenças que acometem os bancários são um alarmante sinal de um sistema de organização do trabalho que adoece muito mais que outras categorias. Já passou da hora de os bancos serem responsabilizados por esta prática agressiva, e criarem um ambiente laboral que realmente respeite o ser humano", ressalta e secretário de Saúde, Condições de Trabalho e Assuntos Jurídicos do Sindicato, Luiz Eduardo de M. Freire.
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