22/08/2023
Cresce a insegurança nas agências do Itaú
Historicamente, o banco Itaú sempre se destacou por possuir o menor número de ocorrências criminais em suas agências. Desde fraudes a assaltos, passando por golpes, explosões de caixas eletrônicos e até mesmo sequestros, o Itaú mantinha um histórico positivo em termos de segurança. Entretanto, recentemente, essa imagem tem sido abalada pela crescente onda de crimes em suas agências, em contraste com a postura de segurança que adota em suas instalações administrativas.
As preocupantes mudanças na política de segurança do banco, mostra a necessidade urgente de proteger os bancários e clientes. “No cenário de violência urbana cada vez mais intenso, o medo permeia as agências bancárias. O banco Itaú, em uma decisão questionável, decidiu modificar seu plano de segurança, retirando vigilantes e portas giratórias de algumas de suas agências. Esta mudança, aparentemente motivada por razões econômicas, tem colocado em risco a segurança das pessoas que frequentam esses espaços. Isso contrasta fortemente com a segurança mantida nos prédios administrativos, onde a presença de vigilantes e câmeras é notável”, destaca Carlos Damarindo, funcionário do banco e secretário de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Damarindo explica que, apesar de algumas agências não guardarem numerário ou cofres, os caixas eletrônicos, em si, funcionam como cofres e armazenam dinheiro. Segundo ele, isso os torna alvos em potencial para a criminalidade. “Relatos de furtos de pertences, agressões e assédio, perpetrados por clientes, revelam uma vulnerabilidade significativa que precisa ser abordada. Muitos clientes, frustrados por dificuldades nos canais digitais, acabam direcionando sua raiva para os bancários. Além disso, algumas bancárias também têm sido alvo de assédio”.
"É de uma irresponsabilidade assustadora retirar portas giratórias e a vigilância das agências enquanto arrombamentos e explosões de terminais de autoatendimento são cada vez mais frequentes. Além disso, muitas agências pelo país estão localizadas em locais com grande incidência de assaltos. É preciso que fique bem claro que, entre a manutenção da rentabilidade dos bancos e a segurança dos bancários, a vida dos trabalhadores está acima de tudo", acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
“Somente no estado de São Paulo, foram registrados cerca de 10 casos de violência, com um dos incidentes mais graves ocorridos na Zona Leste, onde bancários foram mantidos como reféns. O aumento constante dessas ocorrências em todo o Brasil reforça a urgência de investir na proteção das pessoas”, reforçou o dirigente da Contraf-CUT
Para Carlos Damarindo, a segurança nas agências bancárias é fundamental não apenas para a proteção dos trabalhadores e clientes, mas também para a preservação da confiança na instituição financeira. “O banco Itaú, outrora admirado por sua abordagem segura, enfrenta agora uma realidade que exige uma reavaliação de suas políticas de segurança. Afinal, não se trata de uma opção, mas de um compromisso inalienável. Esperar por uma tragédia maior seria negligenciar a responsabilidade de proteger a vida e o bem-estar daqueles que frequentam as agências. O momento de agir é agora, antes que as consequências se tornem irreparáveis”.
"Seguiremos cobrando para que as vidas dos trabalhadores e dos clientes do Itaú e dos demais bancos sejam levadas a sério. Com o aumento dos registros e da venda de armas nos últimos anos no país, não vai demorar muito para que, nestas agências sem aparatos de segurança, as agressões descambem para situações graves. Temos que avançar na questão da segurança e não retroceder", acrescenta Nassar, diretor do Sindicato.
Acompanhe nossa mobilização pelo site e pelas redes sociais. Está com um problema no seu local de trabalho ou seu banco não está cumprindo o acordado? Acesse nossos canais e denuncie!
As preocupantes mudanças na política de segurança do banco, mostra a necessidade urgente de proteger os bancários e clientes. “No cenário de violência urbana cada vez mais intenso, o medo permeia as agências bancárias. O banco Itaú, em uma decisão questionável, decidiu modificar seu plano de segurança, retirando vigilantes e portas giratórias de algumas de suas agências. Esta mudança, aparentemente motivada por razões econômicas, tem colocado em risco a segurança das pessoas que frequentam esses espaços. Isso contrasta fortemente com a segurança mantida nos prédios administrativos, onde a presença de vigilantes e câmeras é notável”, destaca Carlos Damarindo, funcionário do banco e secretário de Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).
Damarindo explica que, apesar de algumas agências não guardarem numerário ou cofres, os caixas eletrônicos, em si, funcionam como cofres e armazenam dinheiro. Segundo ele, isso os torna alvos em potencial para a criminalidade. “Relatos de furtos de pertences, agressões e assédio, perpetrados por clientes, revelam uma vulnerabilidade significativa que precisa ser abordada. Muitos clientes, frustrados por dificuldades nos canais digitais, acabam direcionando sua raiva para os bancários. Além disso, algumas bancárias também têm sido alvo de assédio”.
"É de uma irresponsabilidade assustadora retirar portas giratórias e a vigilância das agências enquanto arrombamentos e explosões de terminais de autoatendimento são cada vez mais frequentes. Além disso, muitas agências pelo país estão localizadas em locais com grande incidência de assaltos. É preciso que fique bem claro que, entre a manutenção da rentabilidade dos bancos e a segurança dos bancários, a vida dos trabalhadores está acima de tudo", acrescenta o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr.
“Somente no estado de São Paulo, foram registrados cerca de 10 casos de violência, com um dos incidentes mais graves ocorridos na Zona Leste, onde bancários foram mantidos como reféns. O aumento constante dessas ocorrências em todo o Brasil reforça a urgência de investir na proteção das pessoas”, reforçou o dirigente da Contraf-CUT
Para Carlos Damarindo, a segurança nas agências bancárias é fundamental não apenas para a proteção dos trabalhadores e clientes, mas também para a preservação da confiança na instituição financeira. “O banco Itaú, outrora admirado por sua abordagem segura, enfrenta agora uma realidade que exige uma reavaliação de suas políticas de segurança. Afinal, não se trata de uma opção, mas de um compromisso inalienável. Esperar por uma tragédia maior seria negligenciar a responsabilidade de proteger a vida e o bem-estar daqueles que frequentam as agências. O momento de agir é agora, antes que as consequências se tornem irreparáveis”.
"Seguiremos cobrando para que as vidas dos trabalhadores e dos clientes do Itaú e dos demais bancos sejam levadas a sério. Com o aumento dos registros e da venda de armas nos últimos anos no país, não vai demorar muito para que, nestas agências sem aparatos de segurança, as agressões descambem para situações graves. Temos que avançar na questão da segurança e não retroceder", acrescenta Nassar, diretor do Sindicato.
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- Site: www.bancariosdecatanduva.com.br
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