31/05/2023
Sindicatos reivindicam ao BB avanços nos instrumentos de avaliação e no combate ao assédio
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu na tarde de terça-feira (30) com representantes do Banco do Brasil para discutir os temas de combate ao assédio e avaliação da Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP).
Entre as propostas feitas pelos trabalhadores na mesa está a suspensão do descomissionamento até que o banco implemente correções em distorções que tornam a GDP um instrumento de assédio. “Tanto a cobrança de metas quanto a cobrança de desempenho caminham muito próximo ao assédio moral praticado dentro do banco. Os parâmetros da GDP, por exemplo, precisam ser claros para os funcionários, para que não continue sendo uma ferramenta punitiva e não de aprimoramento”, destacou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.
Outra reivindicação dos trabalhadores foi a criação de um comitê paritário para debater casos de assédio moral. “Esse é um passo importante porque auxiliará de forma mais eficiente na identificação e resolução de casos de assédio no banco. A prática leva os bancários à enfermidade, fazendo da categoria uma das que manifestam adoecimento mental, como depressão e estresse, em níveis epidêmicos. Através do canal oficial de denúncias no Sindicato já tivemos avanços importantes, mas é preciso continuar no esforço para que os processos e procedimentos sejam aprimorados. Com a nova ferramenta teremos a construção conjunta de ações que combaterão a cultura do assédio e contribírão para tornar o ambiente de trabalho mais saudável", explicou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
O banco informou, com base nas reivindicações do movimento sindical, que estão realizando encontros de lideranças e que serão realizados treinamentos, visando a capacitação de gestores para que não reproduzam e combatam as práticas de assédio moral. Além disso, estudos estão em andamento para melhorar os canais da Ouvidoria, que teve a estrutura reduzida no período anterior.
“Nós pedimos celeridade do banco na conclusão e apresentação desses estudos. Entendemos que é preciso muito trabalho para acabar com a cultura do assédio dentro do banco e que isso leva tempo. Porém, a mudança precisa ser implementada imediatamente. A saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores não pode esperar. A GDP virou um instrumento de assédio, quando deveria ser um instrumento de aprimoramento”, reforçou a coordenadora da CEBB.
Agenda das mesas permanentes temáticas:
21/06 – Caixas e demais comissionados que estão no sistema da Plataforma de Suporte Operacional (PSO);
12/07 – Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB);
20/07 – Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade;
11/09 – Plano de Cargos e Salários e Programa Performa;
28/09 – Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi).
Entre as propostas feitas pelos trabalhadores na mesa está a suspensão do descomissionamento até que o banco implemente correções em distorções que tornam a GDP um instrumento de assédio. “Tanto a cobrança de metas quanto a cobrança de desempenho caminham muito próximo ao assédio moral praticado dentro do banco. Os parâmetros da GDP, por exemplo, precisam ser claros para os funcionários, para que não continue sendo uma ferramenta punitiva e não de aprimoramento”, destacou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes.
Outra reivindicação dos trabalhadores foi a criação de um comitê paritário para debater casos de assédio moral. “Esse é um passo importante porque auxiliará de forma mais eficiente na identificação e resolução de casos de assédio no banco. A prática leva os bancários à enfermidade, fazendo da categoria uma das que manifestam adoecimento mental, como depressão e estresse, em níveis epidêmicos. Através do canal oficial de denúncias no Sindicato já tivemos avanços importantes, mas é preciso continuar no esforço para que os processos e procedimentos sejam aprimorados. Com a nova ferramenta teremos a construção conjunta de ações que combaterão a cultura do assédio e contribírão para tornar o ambiente de trabalho mais saudável", explicou o diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo de M. Freire (Sadam).
O banco informou, com base nas reivindicações do movimento sindical, que estão realizando encontros de lideranças e que serão realizados treinamentos, visando a capacitação de gestores para que não reproduzam e combatam as práticas de assédio moral. Além disso, estudos estão em andamento para melhorar os canais da Ouvidoria, que teve a estrutura reduzida no período anterior.
“Nós pedimos celeridade do banco na conclusão e apresentação desses estudos. Entendemos que é preciso muito trabalho para acabar com a cultura do assédio dentro do banco e que isso leva tempo. Porém, a mudança precisa ser implementada imediatamente. A saúde das trabalhadoras e dos trabalhadores não pode esperar. A GDP virou um instrumento de assédio, quando deveria ser um instrumento de aprimoramento”, reforçou a coordenadora da CEBB.
Agenda das mesas permanentes temáticas:
21/06 – Caixas e demais comissionados que estão no sistema da Plataforma de Suporte Operacional (PSO);
12/07 – Centrais de Relacionamento do Banco do Brasil (CRBB);
20/07 – Promoção da Diversidade/Igualdade de Oportunidade;
11/09 – Plano de Cargos e Salários e Programa Performa;
28/09 – Caixa de Assistência dos funcionários do Banco do Brasil (Cassi).
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