27/04/2023
CDN debate Funcef e direitos dos empregados da Caixa
A reunião do Conselho Deliberativo Nacional (CDN), realizada na última terça-feira (25), recebeu o presidente da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), Ricardo Pontes, para falar sobre o trabalho neste início de gestão.
“Meu compromisso é estar sempre aberto ao diálogo com as entidades. Embora possamos divergir em alguns pontos, seremos sempre transparentes e empenhados em buscar soluções para os problemas da Fundação”, destacou. Sem entrar em detalhes, Pontes informou que já realizou uma reunião com o departamento jurídico da Caixa para tratar do contencioso.
O diretor de Benefícios, Jair Pedro Ferreira, falou sobre a importância de um debate para conscientizar os participantes no que se refere ao percentual de contribuição para a aposentadoria. Segundo o diretor, os participantes do Novo Plano não tem optado pelo percentual máximo de contribuição, de 12%. “Dessa forma o saldo do participante fica baixo e o futuro benefício também. Precisamos fazer este debate com os empregados de todo o país e contamos com as entidades para isso”. Jair também informou que a incorporação do REB ao Plano continua em andamento na Funcef e o objetivo é concluir ainda neste ano.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, agradeceu a presença de Ricardo Pontes no CDN. “Sua vinda aqui já demonstra a disposição para o diálogo. Nesses quatro anos nunca recebemos a visita do presidente da Funcef. Portanto, a sua visita tem grande relevância para nós”, observou. Takemoto lembrou que existem assuntos a serem tratados além do equacionamento e contencioso. “Precisamos avançar na defesa do FAB (Fundo de Acumulação de Benefício) e FRB (Fundo de Revisão de Benefício)”, disse.
Direitos dos empregados - O CDN também dialogou sobre as negociações dos direitos dos empregados com a Caixa. A coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Uehara, falou sobre os desafios com o banco.
“A CEE, junto com as entidades, buscam diálogo para que os colegas sejam respeitados e tenham melhores condições de trabalho. Dentro deste espaço de diálogo que temos agora na direção do banco, é essencial ressaltar que vamos continuar lutando e cobrando para que tenhamos na Caixa um melhor lugar para trabalhar”, disse.
Fabiana falou sobre os Grupos de Trabalho, recentemente instalados e alguns já em andamento nas negociações. No GT Caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor, o objetivo é acabar com a função minuto. “É um desvirtuamento das funções e não tem reflexo em PLR, férias. Sem falar que os empregados que desempenham esta função fazem outras atividades ao mesmo tempo”, explicou.
No GT Condições de Trabalho os representantes dos empregados debatem, essencialmente, o adoecimento mental e o assédio na Caixa. Com a volta da vice-presidência de Pessoas, a coordenadora espera “uma área que cuide, efetivamente, de pessoas”. Fabiana destacou: “Nosso foco é realmente cuidar da condição psíquica da categoria. Os estudos mostram que a nossa categoria apresenta alto índice de suicídio no país e não podemos aceitar isso”.
Outro Grupo de Trabalho é sobre o Saúde Caixa. As reuniões começarão no próximo mês. Fabiana explicou que o Acordo Coletivo que trata da assistência à saúde dos empregados termina este ano. “E as discussões no GT vão subsidiar os debates nas negociações. Temos muito a discutir e já temos conversado com o banco sobre a descentralização do atendimento, além do credenciamento e descredenciamento dos profissionais e estabelecimentos do Saúde Caixa. Lembrando que nossa defesa continua um plano de saúde sustentável e financeiramente viável para todos os empregados”, avaliou.
“Meu compromisso é estar sempre aberto ao diálogo com as entidades. Embora possamos divergir em alguns pontos, seremos sempre transparentes e empenhados em buscar soluções para os problemas da Fundação”, destacou. Sem entrar em detalhes, Pontes informou que já realizou uma reunião com o departamento jurídico da Caixa para tratar do contencioso.
O diretor de Benefícios, Jair Pedro Ferreira, falou sobre a importância de um debate para conscientizar os participantes no que se refere ao percentual de contribuição para a aposentadoria. Segundo o diretor, os participantes do Novo Plano não tem optado pelo percentual máximo de contribuição, de 12%. “Dessa forma o saldo do participante fica baixo e o futuro benefício também. Precisamos fazer este debate com os empregados de todo o país e contamos com as entidades para isso”. Jair também informou que a incorporação do REB ao Plano continua em andamento na Funcef e o objetivo é concluir ainda neste ano.
O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, agradeceu a presença de Ricardo Pontes no CDN. “Sua vinda aqui já demonstra a disposição para o diálogo. Nesses quatro anos nunca recebemos a visita do presidente da Funcef. Portanto, a sua visita tem grande relevância para nós”, observou. Takemoto lembrou que existem assuntos a serem tratados além do equacionamento e contencioso. “Precisamos avançar na defesa do FAB (Fundo de Acumulação de Benefício) e FRB (Fundo de Revisão de Benefício)”, disse.
Direitos dos empregados - O CDN também dialogou sobre as negociações dos direitos dos empregados com a Caixa. A coordenadora da Comissão Executiva de Empregados (CEE/Caixa), Fabiana Uehara, falou sobre os desafios com o banco.
“A CEE, junto com as entidades, buscam diálogo para que os colegas sejam respeitados e tenham melhores condições de trabalho. Dentro deste espaço de diálogo que temos agora na direção do banco, é essencial ressaltar que vamos continuar lutando e cobrando para que tenhamos na Caixa um melhor lugar para trabalhar”, disse.
Fabiana falou sobre os Grupos de Trabalho, recentemente instalados e alguns já em andamento nas negociações. No GT Caixas, tesoureiros e avaliadores de penhor, o objetivo é acabar com a função minuto. “É um desvirtuamento das funções e não tem reflexo em PLR, férias. Sem falar que os empregados que desempenham esta função fazem outras atividades ao mesmo tempo”, explicou.
No GT Condições de Trabalho os representantes dos empregados debatem, essencialmente, o adoecimento mental e o assédio na Caixa. Com a volta da vice-presidência de Pessoas, a coordenadora espera “uma área que cuide, efetivamente, de pessoas”. Fabiana destacou: “Nosso foco é realmente cuidar da condição psíquica da categoria. Os estudos mostram que a nossa categoria apresenta alto índice de suicídio no país e não podemos aceitar isso”.
Outro Grupo de Trabalho é sobre o Saúde Caixa. As reuniões começarão no próximo mês. Fabiana explicou que o Acordo Coletivo que trata da assistência à saúde dos empregados termina este ano. “E as discussões no GT vão subsidiar os debates nas negociações. Temos muito a discutir e já temos conversado com o banco sobre a descentralização do atendimento, além do credenciamento e descredenciamento dos profissionais e estabelecimentos do Saúde Caixa. Lembrando que nossa defesa continua um plano de saúde sustentável e financeiramente viável para todos os empregados”, avaliou.
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