13/04/2023
Presidenta mundial do Santander participa de conversa com bancários em São Paulo
A presidenta mundial do Santander, Ana Botín, visitou na quarta-feira (12) a Torre Santander, como é conhecida a sede do banco espanhol no Brasil. Acompanhada do presidente do banco no país, Mário Roberto Opice Leão, ela participou de um bate papo com funcionários presentes no Teatro Santander e também por meio do NOW.
Tanto Botín quanto Leão destacaram bastante a importância que o Santander dá e continuará dando para a diversidade. Para além da estratégia de marketing, o conceito, segundo os CEOs será aplicado como ferramenta de transformação social.
Embora tenha parabenizado o resultado da operação brasileira e, em especial a participação de mulheres e negros nos quadros do banco, a executiva não explicou como o banco pretende melhorar o empoderamento destes grupos na instituição que, embora tenha evoluído, ainda está longe do ideal.
“A pauta da diversidade tem sido uma prioridade para o movimento sindical há anos. É positivo o investimento que o Santander têm feito sobre o tema. Temos inclusive uma agenda para maio, na qual discutiremos com o Santander as medidas que estão sendo tomadas internamente para avançar na questão”, ressalta Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE Santander).
O restante da conversa correu em torno de temas como resultado, horizontalidade, protagonismo, antecipação de riscos, transição para Open Finance e banco digital.
“Foco no cliente e no acionista como premissa, mas pouco se falou na valorização das pessoas que constroem o lucro deste banco. Mário defendeu veementemente que os funcionários precisam consumir e serem clientes do Santander, mas não mencionou nenhum compromisso em baixar juros e isentar as tarifas dos 53 mil funcionários do banco. Um contrassenso. Para muitos produtos, a concorrência é mais vantajosa, mesmo para os funcionários do banco”, aponta a coordenadora da COE.
A isenção de tarifas para funcionários é reivindicação permanente e histórica do Sindicato. “Em um banco que fala tanto em inovação é no mínimo incoerente a permanência de práticas arcaicas que muitos outros bancos não praticam nem com os clientes externos”, afirma Lucimara.
“Ou seja, a conversa terminou sem muitas novidades e sem compromissos em valorizar os trabalhadores”, critica a dirigente.
Tanto Botín quanto Leão destacaram bastante a importância que o Santander dá e continuará dando para a diversidade. Para além da estratégia de marketing, o conceito, segundo os CEOs será aplicado como ferramenta de transformação social.
Embora tenha parabenizado o resultado da operação brasileira e, em especial a participação de mulheres e negros nos quadros do banco, a executiva não explicou como o banco pretende melhorar o empoderamento destes grupos na instituição que, embora tenha evoluído, ainda está longe do ideal.
“A pauta da diversidade tem sido uma prioridade para o movimento sindical há anos. É positivo o investimento que o Santander têm feito sobre o tema. Temos inclusive uma agenda para maio, na qual discutiremos com o Santander as medidas que estão sendo tomadas internamente para avançar na questão”, ressalta Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados (COE Santander).
O restante da conversa correu em torno de temas como resultado, horizontalidade, protagonismo, antecipação de riscos, transição para Open Finance e banco digital.
“Foco no cliente e no acionista como premissa, mas pouco se falou na valorização das pessoas que constroem o lucro deste banco. Mário defendeu veementemente que os funcionários precisam consumir e serem clientes do Santander, mas não mencionou nenhum compromisso em baixar juros e isentar as tarifas dos 53 mil funcionários do banco. Um contrassenso. Para muitos produtos, a concorrência é mais vantajosa, mesmo para os funcionários do banco”, aponta a coordenadora da COE.
A isenção de tarifas para funcionários é reivindicação permanente e histórica do Sindicato. “Em um banco que fala tanto em inovação é no mínimo incoerente a permanência de práticas arcaicas que muitos outros bancos não praticam nem com os clientes externos”, afirma Lucimara.
“Ou seja, a conversa terminou sem muitas novidades e sem compromissos em valorizar os trabalhadores”, critica a dirigente.
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