02/02/2023
Pagamento em cheque cai em desuso e Pix pode ter influenciado
O uso de cheques caiu 7,3% em 2022, de acordo com dados do Serviço de Compensação de Cheques (Compe), devido ao crescente avanço dos meios de pagamento digitais, como internet e mobile banking, e a criação do Pix — sistema de pagamentos instantâneos — em 2020, por meio do qual os brasileiros movimentaram de R$ 10,9 trilhões no ano passado, conforme o Banco Central.
No ano passado, foram compensados 202,8 milhões de documentos. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 94%.
O principal fator é a forte adesão do brasileiro às novas tecnologias bancárias.
“Atualmente, sete em cada 10 transações bancárias no país são feitas pelos canais digitais (internet e mobile banking), reflexo da comodidade, velocidade e segurança oferecidas por estes meios de pagamentos. Soma-se a isso também o Pix, que ao longo de dois anos de funcionamento, se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
De acordo com dados do Banco Central, somente no último trimestre do ano passado, o Pix registrou mais de R$ 1 trilhão de transferências por mês. No total, o sistema de pagamento instantâneo movimentou R$ 10,9 trilhões em 2022, mais do que o dobro do registrado em 2021, quando fez girar R$ 5,2 trilhões em 9,48 bilhões de transações.
No ano passado, foram compensados 202,8 milhões de documentos. Na comparação com 1995, início da série histórica, quando foram compensados 3,3 bilhões de cheques, a queda registrada é de 94%.
O principal fator é a forte adesão do brasileiro às novas tecnologias bancárias.
“Atualmente, sete em cada 10 transações bancárias no país são feitas pelos canais digitais (internet e mobile banking), reflexo da comodidade, velocidade e segurança oferecidas por estes meios de pagamentos. Soma-se a isso também o Pix, que ao longo de dois anos de funcionamento, se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros”, afirma Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
De acordo com dados do Banco Central, somente no último trimestre do ano passado, o Pix registrou mais de R$ 1 trilhão de transferências por mês. No total, o sistema de pagamento instantâneo movimentou R$ 10,9 trilhões em 2022, mais do que o dobro do registrado em 2021, quando fez girar R$ 5,2 trilhões em 9,48 bilhões de transações.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Santander lucra R$ 9,7 bilhões, mas fecha quase 6 mil postos de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões