26/12/2022
Covid-19: Sindicato defende manter uso de máscaras nos locais de trabalho
O Sindicato reforça que os bancários e bancárias não devem se descuidar das medidas protetivas contra a covid-19, principalmente nos locais de trabalho. A entidade alerta sobre a importância de manter os cuidados diante do crescimento do número de casos entre os trabalhadores da categoria lotados na base da entidade e em decorrência das festas de final de ano, quando o contágio pode aumentar.
"Não é o momento de relaxar no cumprimento dos protocolos nos locais de trabalho e também nos cuidados fora do banco, como o uso de máscaras. Embora a máscara seja tratada geralmente como dispositivo de proteção pessoal, na verdade ela é uma proteção para a pessoa que usa e para as pessoas com as quais ela tem contato. Por isso, defendemos o seu uso para bancários, bancárias, terceirizados e clientes. Nós vencemos importantes batalhas com o avanço da vacinação contra a Covid-19, mas a luta não terminou. Infelizmente, temos acompanhado a chegada de novas variantes e o crescimento dos casos, o que nos impõe o dever de redobrar os cuidados com a nossa saúde e daqueles que nos cercam. Afrouxar as medidas neste momento pode significar um retrocesso. A prioridade do Sindicato continua sendo a vida dos bancários!", destaca o diretor do Sindicato dos bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo Campolungo.
A pesquisadora em saúde do trabalhador da Fundacentro e doutora pela Faculdade de Saúde Pública da USP, Dra. Maria Maeno, reforça que manter o uso das máscaras é um ato de proteção individual e também coletiva, e que é necessário que os bancos reforcem neste momento a importância do seu uso.
“Pesquisas tem mostrado também efeitos tardios da Covid-19. Mesmo pessoas que tiveram poucos sintomas, podem ter efeitos tardios ou sequelas com impactos importantes para a vida. Devemos usar máscaras, portanto, tanto para a nossa proteção individual, quanto para a proteção das pessoas com quem temos contato. Pessoas idosas, grávidas e puérperas, crianças, pessoas com doenças crônicas, e os não vacinados. As agências e departamentos dos bancos são ambientes fechados e devem ter seus sistemas de ventilação revistos, garantindo que haja a renovação do ar. Como são ambientes que concentram várias pessoas, o uso das máscaras mais protetoras deve ser mantido, se não em obrigatoriedade pelos bancos, pela responsabilidade e consciência coletiva dos trabalhadores", ressalta.
“Estamos preocupados com a falsa sensação de segurança de que as vacinas acabaram com a pandemia da covid-19 e que os vacinados não precisam tomar quaisquer outros cuidados. A eficácia dos imunizantes já foi comprovada. No Brasil, este movimento fica claro com a redução de mortes. Contudo, diversos estados ainda não estão com cobertura vacinal completa, muitas pessoas deixaram de tomar as doses de reforço, e os riscos de nova disseminação aumentam conforme os cuidados diminuem. Vários bancos resistem em informar o Sindicato sobre os casos positivos ou o fazem tardiamente, impedindo uma ação imediata de fiscalização. Além disso, ter o controle do número de casos é essencial para que possamos reivindicar também das autoridades públicas a prevenção da doença no ambiente bancário. Por isso, é muito importante que os trabalhadores nos mantenham informados em caso de contaminação e não deixem de usar máscara, além da higienização das mãos", acrescenta Eduardo.
"Não é o momento de relaxar no cumprimento dos protocolos nos locais de trabalho e também nos cuidados fora do banco, como o uso de máscaras. Embora a máscara seja tratada geralmente como dispositivo de proteção pessoal, na verdade ela é uma proteção para a pessoa que usa e para as pessoas com as quais ela tem contato. Por isso, defendemos o seu uso para bancários, bancárias, terceirizados e clientes. Nós vencemos importantes batalhas com o avanço da vacinação contra a Covid-19, mas a luta não terminou. Infelizmente, temos acompanhado a chegada de novas variantes e o crescimento dos casos, o que nos impõe o dever de redobrar os cuidados com a nossa saúde e daqueles que nos cercam. Afrouxar as medidas neste momento pode significar um retrocesso. A prioridade do Sindicato continua sendo a vida dos bancários!", destaca o diretor do Sindicato dos bancários de Catanduva e região, Luiz Eduardo Campolungo.
A pesquisadora em saúde do trabalhador da Fundacentro e doutora pela Faculdade de Saúde Pública da USP, Dra. Maria Maeno, reforça que manter o uso das máscaras é um ato de proteção individual e também coletiva, e que é necessário que os bancos reforcem neste momento a importância do seu uso.
“Pesquisas tem mostrado também efeitos tardios da Covid-19. Mesmo pessoas que tiveram poucos sintomas, podem ter efeitos tardios ou sequelas com impactos importantes para a vida. Devemos usar máscaras, portanto, tanto para a nossa proteção individual, quanto para a proteção das pessoas com quem temos contato. Pessoas idosas, grávidas e puérperas, crianças, pessoas com doenças crônicas, e os não vacinados. As agências e departamentos dos bancos são ambientes fechados e devem ter seus sistemas de ventilação revistos, garantindo que haja a renovação do ar. Como são ambientes que concentram várias pessoas, o uso das máscaras mais protetoras deve ser mantido, se não em obrigatoriedade pelos bancos, pela responsabilidade e consciência coletiva dos trabalhadores", ressalta.
“Estamos preocupados com a falsa sensação de segurança de que as vacinas acabaram com a pandemia da covid-19 e que os vacinados não precisam tomar quaisquer outros cuidados. A eficácia dos imunizantes já foi comprovada. No Brasil, este movimento fica claro com a redução de mortes. Contudo, diversos estados ainda não estão com cobertura vacinal completa, muitas pessoas deixaram de tomar as doses de reforço, e os riscos de nova disseminação aumentam conforme os cuidados diminuem. Vários bancos resistem em informar o Sindicato sobre os casos positivos ou o fazem tardiamente, impedindo uma ação imediata de fiscalização. Além disso, ter o controle do número de casos é essencial para que possamos reivindicar também das autoridades públicas a prevenção da doença no ambiente bancário. Por isso, é muito importante que os trabalhadores nos mantenham informados em caso de contaminação e não deixem de usar máscara, além da higienização das mãos", acrescenta Eduardo.
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