13/12/2022
NOTA DE REPÚDIO: Contraf-CUT repudia atentados contra a democracia e pede que culpados sejam responsabilizados
O país adormeceu e acordou aterrorizado após os atos criminosos ocorridos em Brasília na noite desta segunda-feira, 12 de dezembro, quando, segundo balanço realizado por agentes do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, um pequeno grupo de vândalos, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), queimou oito carros e cinco ônibus, além de quebrar vidros da 5ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte, e tentar invadir o prédio da Polícia Federal (PF).
Os atos terroristas começaram logo depois de o ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), ter mandado prender José Acácio Serere Xavante, um dos líderes do grupo. Segundo nota do Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão ocorreu devido a prática dos crimes de ameaça, perseguição e abolição violenta do Estado Democrático de Direito – previstos no Código Penal.
Nós, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), repudiamos os atos realizados em Brasília pois acreditamos que se trata de atentados contra a democracia, pela qual o movimento sindical sempre lutou e vem defendendo desde seu restabelecimento, em 1985, após um logo período obscuro de ditadura, iniciado com o golpe militar de 1964.
Para a manutenção do Estado Democrático de Direito no Brasil exigimos a apuração dos fatos e responsabilização dos culpados. Não apenas de quem os executou, mas também de quem os incentivou e organizou.
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)
Os atos terroristas começaram logo depois de o ministro do Superior Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), ter mandado prender José Acácio Serere Xavante, um dos líderes do grupo. Segundo nota do Supremo Tribunal Federal (STF), a prisão ocorreu devido a prática dos crimes de ameaça, perseguição e abolição violenta do Estado Democrático de Direito – previstos no Código Penal.
Nós, da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), repudiamos os atos realizados em Brasília pois acreditamos que se trata de atentados contra a democracia, pela qual o movimento sindical sempre lutou e vem defendendo desde seu restabelecimento, em 1985, após um logo período obscuro de ditadura, iniciado com o golpe militar de 1964.
Para a manutenção do Estado Democrático de Direito no Brasil exigimos a apuração dos fatos e responsabilização dos culpados. Não apenas de quem os executou, mas também de quem os incentivou e organizou.
Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT)
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- GT de Promoção por Mérito: Definição antecipada de critérios triplica número de empregados da Caixa que recebeu segundo Delta
- Itaú não divulgou aos funcionários o Índice de Cumprimento de Metas do GERA+ do último trimestre de 2025
- Movimento sindical cobra Mercantil sobre divergências no Informe de Rendimentos e orienta cautela na declaração do IR
- Sindicato e Contraf-CUT apoiam a Chapa 2 nas eleições da Previ
- Funcionários do Bradesco, cuidado com inconsistências na declaração do Imposto de Renda
- CEE e Caixa debatem melhorias no canal de atendimento às vítimas de violência doméstica
- Fenae promove live para debater balanço da Funcef com candidatos do 2º turno
- Após cobrança das entidades sindicais, Caixa agenda reunião para discutir o Super Caixa
- Reorganização sindical e comunicação estratégica marcam último painel do sábado (28) no 7º Congresso da Contraf-CUT
- 7º Congresso Contraf-CUT aprova planos de luta para o próximo período
- 7º Congresso da Contraf-CUT debate os desafios para a manutenção de direitos dos trabalhadores
- Análise de conjuntura nacional e internacional marca abertura do segundo dia do 7º Congresso da Contraf-CUT
- 7º Congresso da Contraf-CUT homenageia história de luta da categoria bancária
- Sindicato participa de audiência na Alesp e reforça mobilização pelo fim da escala 6×1
- Mesmos serviços, mesmo direitos: categoria debate saídas contra avanço da precarização trabalhista no setor financeiro