01/12/2022
Empregados da Caixa entregam ao novo governo eleito propostas para futuro do banco público
O Comitê Popular de Luta em Defesa da Caixa Federal entregou na quarta-feira (30) ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, um conjunto de diretrizes para a atuação do banco público. O caderno inclui propostas para melhorar o desempenho da instituição no mercado bancário, o relacionamento com o corpo de funcionários e a contribuição da Caixa para a retomada do desenvolvimento do país.
O documento foi debatido “exaustivamente” por entidades dos bancários e especialistas e foi entregue a Lula pela ex-presidente da Caixa Maria Fernanda Coelho. “Há um grande ânimo entre os empregados e empregadas da Caixa para reconstruir o Brasil”, disse Maria Fernando ao site Reconta Aí.
“Existe uma compreensão de que a Caixa pode ser um instrumento fundamental, poderoso, para combater a fome, gerar trabalho e renda e para que a gente possa ter cidades mais inclusivas”, disse a executiva. Maria Fernanda representou o Brasil na direção do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) quando deixou a Caixa. Ela atuou também junto ao Consórcio do Nordeste e hoje integra o Gabinete de Transição do governo, no grupo de trabalho de Cidades.
Lula postou em suas redes sociais a entrega do caderno de propostas. O comitê popular atua desde antes da eleição e deve permanecer ativo após a posse do novo governo.
Transição em movimento
O Gabinete de Transição, que reúne 31 áreas técnicas, entregará nesta quarta relatórios preliminares com diagnósticos da situação atual das mais diversas áreas – sociais, econômicas e de infraestrutura. O documento final deverá ser entregue até o dia 11. E poderá ser acolhido ou revisado pela futura equipe ministerial e pelo presidente.
Lula se reúne ainda hoje com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para defender a tramitação rápida da PEC da Transição. A Proposta de Emenda à Constituição visa assegurar a execução de programas sociais. Especialmente o Bolsa Família – de R$ 600 mais R$ 150 por filho até 6 anos. A matéria está com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Antes de discutir a PEC na comissão, lideranças do Senado devem dialogar com representantes da Câmara para construir consensos entre as duas Casas e evitar alterações que comprometam a tramitação. A PEC da Transição precisa dos votos de 49 senadores e, depois, de 308 deputados, em dois turnos.
O documento foi debatido “exaustivamente” por entidades dos bancários e especialistas e foi entregue a Lula pela ex-presidente da Caixa Maria Fernanda Coelho. “Há um grande ânimo entre os empregados e empregadas da Caixa para reconstruir o Brasil”, disse Maria Fernando ao site Reconta Aí.
“Existe uma compreensão de que a Caixa pode ser um instrumento fundamental, poderoso, para combater a fome, gerar trabalho e renda e para que a gente possa ter cidades mais inclusivas”, disse a executiva. Maria Fernanda representou o Brasil na direção do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) quando deixou a Caixa. Ela atuou também junto ao Consórcio do Nordeste e hoje integra o Gabinete de Transição do governo, no grupo de trabalho de Cidades.
Lula postou em suas redes sociais a entrega do caderno de propostas. O comitê popular atua desde antes da eleição e deve permanecer ativo após a posse do novo governo.
Transição em movimento
O Gabinete de Transição, que reúne 31 áreas técnicas, entregará nesta quarta relatórios preliminares com diagnósticos da situação atual das mais diversas áreas – sociais, econômicas e de infraestrutura. O documento final deverá ser entregue até o dia 11. E poderá ser acolhido ou revisado pela futura equipe ministerial e pelo presidente.
Lula se reúne ainda hoje com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para defender a tramitação rápida da PEC da Transição. A Proposta de Emenda à Constituição visa assegurar a execução de programas sociais. Especialmente o Bolsa Família – de R$ 600 mais R$ 150 por filho até 6 anos. A matéria está com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
Antes de discutir a PEC na comissão, lideranças do Senado devem dialogar com representantes da Câmara para construir consensos entre as duas Casas e evitar alterações que comprometam a tramitação. A PEC da Transição precisa dos votos de 49 senadores e, depois, de 308 deputados, em dois turnos.
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