31/10/2022
Sindicato conquista anistia total do banco de horas negativo do Itaú
Todos os trabalhadores do Itaú que não conseguiram compensar as horas negativas até esta segunda-feira (31) terão o banco de horas totalmente anistiado. A conquista foi obtida na última rodada de negociação entre a Comissão de Organização dos Empregados do Itaú e representantes do banco, realizada na última sexta-feira (28).
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr, ressalta que é um grande avanço para os trabalhadores. Após várias negociações com o Itaú, os sindicatos conseguiram garantias neste ponto, que ainda era um pesadelo para muitos empregados do banco.
“O acordo de banco de horas negativas foi necessário para garantir os direitos dos trabalhadores que foram afastados ou colocados em regime de rodízio nas agências, por conta da pandemia de coronavírus. Entretanto, muitos funcionários ficaram devendo horas até mesmo por falta de equipamento para o teletrabalho ou porque estavam doentes, além dos casos de gestantes. É, portanto, a anistia dessas horas faltantes sem prejuízo aos trabalhadores uma conquista muito importante, mais uma vez fruto da mobilização e da força dos trabalhadores organizados em suas entidades representativas”, destacou Nassar.
Assinado em fevereiro de 2021, o instrumento de compensação das horas negativas previa que os bancários teriam um período de 18 meses, a partir do mês de março de 2021, com o limite de duas horas por dia, para compensar as horas negativas. Estes termos seriam revisados a cada três meses, podendo ser prorrogados por mais seis meses, caso os trabalhadores não estivessem conseguindo zerar os seus bancos.
Para Jair Alves, coordenador da COE, foi um ótimo caminho para solucionar um problema tão grande e inesperado. “Este encerramento mostra como este acordo decisivo foi acertado, ao ser negociado num momento muito difícil para a classe trabalhadora e para todo o mundo.”
Todos os membros do COE salientaram como a boa relação que construíram com o departamento do banco foi positiva para os trabalhadores. “Ainda temos muitos pontos pela frente para negociar, como o parcelamento de dívidas, PCR e teletrabalho”, concluiu Jair.
O diretor do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Ricardo Jorge Nassar Jr, ressalta que é um grande avanço para os trabalhadores. Após várias negociações com o Itaú, os sindicatos conseguiram garantias neste ponto, que ainda era um pesadelo para muitos empregados do banco.
“O acordo de banco de horas negativas foi necessário para garantir os direitos dos trabalhadores que foram afastados ou colocados em regime de rodízio nas agências, por conta da pandemia de coronavírus. Entretanto, muitos funcionários ficaram devendo horas até mesmo por falta de equipamento para o teletrabalho ou porque estavam doentes, além dos casos de gestantes. É, portanto, a anistia dessas horas faltantes sem prejuízo aos trabalhadores uma conquista muito importante, mais uma vez fruto da mobilização e da força dos trabalhadores organizados em suas entidades representativas”, destacou Nassar.
Assinado em fevereiro de 2021, o instrumento de compensação das horas negativas previa que os bancários teriam um período de 18 meses, a partir do mês de março de 2021, com o limite de duas horas por dia, para compensar as horas negativas. Estes termos seriam revisados a cada três meses, podendo ser prorrogados por mais seis meses, caso os trabalhadores não estivessem conseguindo zerar os seus bancos.
Para Jair Alves, coordenador da COE, foi um ótimo caminho para solucionar um problema tão grande e inesperado. “Este encerramento mostra como este acordo decisivo foi acertado, ao ser negociado num momento muito difícil para a classe trabalhadora e para todo o mundo.”
Todos os membros do COE salientaram como a boa relação que construíram com o departamento do banco foi positiva para os trabalhadores. “Ainda temos muitos pontos pela frente para negociar, como o parcelamento de dívidas, PCR e teletrabalho”, concluiu Jair.
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