25/10/2022
Caixa suspende crédito consignado do Auxílio Brasil por 24 horas
Nesta terça-feira (25), a Caixa Econômica Federal suspendeu por 24 horas os contratos celebrados no dia anterior relativos ao programa de crédito consignado do Auxílio Brasil. A medida do banco público foi anunciada após o ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU), ter recomendado a suspensão.
Cendraz pediu que a Caixa cesse imediatamente a modalidade do empréstimo “como medida de zelo com o interesse publico”, até o Tribunal confirmar não haver irregularidades.
Segundo a Caixa, não há previsão de liberação de valores financeiros nas próximas 24 horas e a solicitação de envio dos documentos pelo TCU “será plenamente” atendida nesse prazo. Na semana passada, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu a suspensão do crédito consignado do Auxílio Brasil pela Caixa.
Para atender a necessidades de campanha de Bolsonaro, a Caixa começou a conceder, entre o primeiro e segundo turno da eleição presidencial, o crédito consignado vinculado ao Auxílio Brasil. A medida fere a lei eleitoral. O governou liberou quase R$ 2 bilhões em três dias, na semana passada.
A medida bolsonarista é ainda mais grave porque as pessoas carentes, que precisam do auxílio para sobreviver, na prática assumirão uma dívida que não terão como pagar futuramente.
Além disso, o jornal Valor Econômico noticiou recentemente que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), é sócio da empresa Zema Crédito, Financiamento e Investimento S/A. Trata-se de uma das 12 instituições financeiras habilitadas pela Caixa para oferecer o crédito (leia aqui). Zema apoia Bolsonaro.
Na prática, o crime é claro: um banco público (a Caixa) começa a conceder, entre o primeiro e segundo turno, o crédito consignado a um programa de transferência de renda. Para isso, libera quase R$ 2 bilhões em três dias. Essas pessoas carentes, que precisam do auxílio para sobreviver, na prática assumirão dívida que não terão como pagar.
Inclusive porque os juros médios cobrados no consignado via Auxílio Brasil são os mais elevados. Muito mais do que os cobrados em folha de pagamentos de servidores públicos (1,7%). Ou dos aposentados do INSS (1,97%) e dos empregados do setor privado (2,61% ao mês).
Para instituir o aumento do Auxílio Brasil, em junho, o governo mudou a Constituição, com aprovação no Congresso Nacional, para driblar a Lei Eleitoral, que proíbe a criação de benefícios pelo governo em ano eleitoral. O benefício foi criado por Bolsonaro para substituir o Bolsa Família, do governo Lula.
Cendraz pediu que a Caixa cesse imediatamente a modalidade do empréstimo “como medida de zelo com o interesse publico”, até o Tribunal confirmar não haver irregularidades.
Segundo a Caixa, não há previsão de liberação de valores financeiros nas próximas 24 horas e a solicitação de envio dos documentos pelo TCU “será plenamente” atendida nesse prazo. Na semana passada, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu a suspensão do crédito consignado do Auxílio Brasil pela Caixa.
Para atender a necessidades de campanha de Bolsonaro, a Caixa começou a conceder, entre o primeiro e segundo turno da eleição presidencial, o crédito consignado vinculado ao Auxílio Brasil. A medida fere a lei eleitoral. O governou liberou quase R$ 2 bilhões em três dias, na semana passada.
A medida bolsonarista é ainda mais grave porque as pessoas carentes, que precisam do auxílio para sobreviver, na prática assumirão uma dívida que não terão como pagar futuramente.
Além disso, o jornal Valor Econômico noticiou recentemente que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), é sócio da empresa Zema Crédito, Financiamento e Investimento S/A. Trata-se de uma das 12 instituições financeiras habilitadas pela Caixa para oferecer o crédito (leia aqui). Zema apoia Bolsonaro.
Na prática, o crime é claro: um banco público (a Caixa) começa a conceder, entre o primeiro e segundo turno, o crédito consignado a um programa de transferência de renda. Para isso, libera quase R$ 2 bilhões em três dias. Essas pessoas carentes, que precisam do auxílio para sobreviver, na prática assumirão dívida que não terão como pagar.
Inclusive porque os juros médios cobrados no consignado via Auxílio Brasil são os mais elevados. Muito mais do que os cobrados em folha de pagamentos de servidores públicos (1,7%). Ou dos aposentados do INSS (1,97%) e dos empregados do setor privado (2,61% ao mês).
Para instituir o aumento do Auxílio Brasil, em junho, o governo mudou a Constituição, com aprovação no Congresso Nacional, para driblar a Lei Eleitoral, que proíbe a criação de benefícios pelo governo em ano eleitoral. O benefício foi criado por Bolsonaro para substituir o Bolsa Família, do governo Lula.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Sindicato denuncia fechamento de agência do Bradesco em Ariranha e cobra responsabilidade social do banco
- Resultado do ACT Saúde Caixa: manutenção de valores de mensalidades do plano em 2025 exigiu aporte de R$ 581 mi da Caixa
- Banesprev: vem aí um novo equacionamento de déficit para o Plano II
- COE Itaú cobra transparência sobre plano de saúde, questiona fechamento de agências e discute renovação do acordo da CCV
- Eleição para o CA da Caixa terá segundo turno. Apoio do Sindicato é para Fabi Uehara
- Votação para representante dos empregados no CA é retomada. Vote Fabi Uehara!
- Baixe aqui as cartilhas de combate à violência de gênero
- Categoria reconhece força e presença dos sindicatos, aponta pesquisa da FETEC-CUT/SP
- Planejamento da FETEC-CUT/SP debate campanha salarial e cenário político de 2026
- Bancárias foram às ruas no 8 de Março contra o feminicídio e a escala 6x1, por soberania e por mais mulheres na política
- Após divulgação do lucro do Mercantil, COE solicita reunião para esclarecer valores da PLR
- Sindicato convoca assembleia para eleger delegados para o 7º Congresso Nacional da Contraf-CUT
- Aposentados da Contraf-CUT realizam encontro nacional para balanço de 2025 e planejamento das ações para 2026
- Eleições no Economus começam 16 de abril; Sindicato apoia Lucas Lima e Rodrigo Leite
- Licença-paternidade de 20 dias é aprovada no Senado e vai à sanção presidencial