24/10/2022
Santander demite e discrimina trabalhadores com deficiência em centros administrativos de SP
A direção do Santander mais uma vez demonstra seu desrespeito aos trabalhadores com deficiência. Além de estar promovendo um intenso processo de terceirização, que irá rebaixar salários e retirar direitos, o banco espanhol está demitindo e discriminando empregados com deficiência.
Por causa da terceirização para a empresa SX Negócios, estão sendo executadas várias demissões das áreas de atendimento ao cliente oriundas em prédios lotados na capital paulista, conforme denunciou matéria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.
Com este movimento de bancários sendo terceirizados, já foram demitidos ao menos 10 trabalhadores com deficiências – este número refere-se somente às informações que chegaram ao conhecimento do Sindicato. Portanto, podem haver mais dispensas.
Discriminação
O Santander já não cumpre a Lei de Cotas (8.213/91). Para completar, os trabalhadores do banco com algum tipo de deficiência estão sendo tratados de forma discriminadora: eles estão sendo segregados dos demais empregados em uma sala localizada no térreo do Bairro Azul, no Radar, em São Paulo.
“Uma situação revoltante. São trabalhadores e trabalhadoras mães e pais de famílias e que precisam trabalhar, mas não sabem se irão continuar bancários, se serão terceirizados ou demitidos. O sentimento é de indignação total pela forma de tratamento dada pelo banco, de discriminação e de exclusão”, relata a dirigente sindical e bancária do Santander Maria Cleide Queiroz, que também é coordenadora do coletivo nacional dos trabalhadores e das trabalhadoras com Deficiência da CUT.
Santander prega uma coisa e na prática faz outra
Na última semana, o Santander fez uma live da diversidade apresentando o “Portal da Diversidade”, que se propõe a ser uma plataforma inclusiva. Para promover a iniciativa, o banco está utilizando a hashtag “#HabilidadeNãoTemLimite” e o slogan “Como podemos ser mais inclusivos e trazer mais oportunidades?”
A resposta é simples, Santander: não demita, não terceirize e não discrimine. O banco faz propaganda da inclusão, mas exclui os trabalhadores em salas separadas dos outros trabalhadores. “Portanto, diante desta situação o slogan mais adequado seria #MaldadeNaoTemLimite, não é, Santander?”, questiona Maria Cleide Queiroz.
O movimento sindical bancário cobra que estes trabalhadores sejam realocados em ambiente adequado no qual possam executar seu trabalho com a dignidade que merecem.
O banco já foi questionado sobre esta situação, e deve oferecer melhores condições de trabalho e uma solução para esta situação lamentável e inaceitável a qual se encontram estes trabalhadores.
Denuncie ao Sindicato
Os trabalhadores devem denunciar ao Sindicato (veja canais abaixo. O sigilo é garantido) as condições internas do ambiente de trabalho. O movimento sindical reivindica do banco que realmente faça na prática o que prega na propaganda de diversidade e inclusão. Todo trabalhador merece respeito na sua vida laboral, e o Santander tem totais condições de praticar a inclusão e dar condições dignas e justas de trabalho aos empregados, sem descriminação e sem demissões.
Procure o Sindicato
> Está com um problema no seu local de trabalho ou seu banco não está cumprindo o acordado? CLIQUE AQUI e denuncie. O sigilo é absoluto.
> Você pode entrar em contato diretamente com um de nossos diretores através de seus contatos pessoais. Confira: Roberto Vicentim - (17) 99135-3215, Júlio Trigo - (17) 99191-6750, Antônio Júlio Gonçalves Neto (Tony) - (17) 99141-0844, Ricardo Jorge Nassar Júnior - (17) 99137-9897, Sérgio L. De Castro Ribeiro (Chimbica) - (17) 99707-1017, Luiz Eduardo Campolungo - (17) 99136-7822 e Luiz César de Freitas (Alemão) - (11) 99145-5186
> Redes Sociais: nossos canais no Facebook e Instagram estão abertos, compartilhando informações do Sindicato e de interesse da sociedade.
> Quer receber notícias sobre o seu banco? Cadastre-se em nossa linha de transmissão no WhatsApp. Adicione o número (17) 99259-1987 nos seus contatos e envia uma mensagem informando seu nome, banco e cidade em que trabalha.
Por causa da terceirização para a empresa SX Negócios, estão sendo executadas várias demissões das áreas de atendimento ao cliente oriundas em prédios lotados na capital paulista, conforme denunciou matéria do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.
Com este movimento de bancários sendo terceirizados, já foram demitidos ao menos 10 trabalhadores com deficiências – este número refere-se somente às informações que chegaram ao conhecimento do Sindicato. Portanto, podem haver mais dispensas.
Discriminação
O Santander já não cumpre a Lei de Cotas (8.213/91). Para completar, os trabalhadores do banco com algum tipo de deficiência estão sendo tratados de forma discriminadora: eles estão sendo segregados dos demais empregados em uma sala localizada no térreo do Bairro Azul, no Radar, em São Paulo.
“Uma situação revoltante. São trabalhadores e trabalhadoras mães e pais de famílias e que precisam trabalhar, mas não sabem se irão continuar bancários, se serão terceirizados ou demitidos. O sentimento é de indignação total pela forma de tratamento dada pelo banco, de discriminação e de exclusão”, relata a dirigente sindical e bancária do Santander Maria Cleide Queiroz, que também é coordenadora do coletivo nacional dos trabalhadores e das trabalhadoras com Deficiência da CUT.
Santander prega uma coisa e na prática faz outra
Na última semana, o Santander fez uma live da diversidade apresentando o “Portal da Diversidade”, que se propõe a ser uma plataforma inclusiva. Para promover a iniciativa, o banco está utilizando a hashtag “#HabilidadeNãoTemLimite” e o slogan “Como podemos ser mais inclusivos e trazer mais oportunidades?”
A resposta é simples, Santander: não demita, não terceirize e não discrimine. O banco faz propaganda da inclusão, mas exclui os trabalhadores em salas separadas dos outros trabalhadores. “Portanto, diante desta situação o slogan mais adequado seria #MaldadeNaoTemLimite, não é, Santander?”, questiona Maria Cleide Queiroz.
O movimento sindical bancário cobra que estes trabalhadores sejam realocados em ambiente adequado no qual possam executar seu trabalho com a dignidade que merecem.
O banco já foi questionado sobre esta situação, e deve oferecer melhores condições de trabalho e uma solução para esta situação lamentável e inaceitável a qual se encontram estes trabalhadores.
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Os trabalhadores devem denunciar ao Sindicato (veja canais abaixo. O sigilo é garantido) as condições internas do ambiente de trabalho. O movimento sindical reivindica do banco que realmente faça na prática o que prega na propaganda de diversidade e inclusão. Todo trabalhador merece respeito na sua vida laboral, e o Santander tem totais condições de praticar a inclusão e dar condições dignas e justas de trabalho aos empregados, sem descriminação e sem demissões.
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