10/10/2022
Jovens sindicalistas debatem o trabalho e a política na América Latina
Jovens sindicalistas de oito países da América Latina, incluindo o Brasil, dos mais variados setores, reuniram-se em Santiago, no Chile, nos dias 5 e 6 de outubro, na oficina Juventude e Primeiro Emprego, promovida pela UNI Americas, braço continental da Uni Global Union, sindicato global que reúne entidades de 140 países.
Durante o encontro, a juventude sindicalista latino-americana debateu e trocou experiências sobre temas como, por exemplo, a conjuntura política e econômica do Chile; o momento político no Brasil e os desafios das eleições presidenciais; o novo mundo do trabalho pós pandemia, que engloba trabalhadores temporários e de plataformas digitais; e a importância dos sindicatos na representação e defesa dos direitos destes trabalhadores.
“Os empregos temporários e nas plataformas digitais tem crescido muito. E os jovens são diretamente afetados, uma vez que são trabalhadores em busca de seu primeiro emprego e oportunidades no mercado de trabalho. Muitos estão atuando em plataformas de delivery, sem amparo legal algum que garanta seus direitos, sem seguridade ou mesmos condições de trabalho decentes”, destacou Karen Souza, dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região e bancária do Bradesco, que participou do evento.
A oficina também abordou a necessidade da construção de um diálogo entre sindicatos e autoridades governamentais, já que é responsabilidade do governo estabelecer uma legislação adequada, que regule as condições de trabalho e os direitos sociais destes trabalhadores.
“Temos grandes desafios pela frente para enfrentar os desmontes feitos pelos governos de direita, que retiraram direitos dos trabalhadores e tentam desmobilizá-los precarizando cada vez mais as condições laborais. Temos que atuar para que prevaleça a democracia, a justiça social e o respeito aos direitos humanos. Para isso, é necessário estarmos organizados em nossos sindicatos e, sem sombra de dúvida, eleger governos que atuem em prol dos interesses dos trabalhadores”, concluiu Lucimara Malaquias, coordenadora da COE/Santander e presidenta de Juventude da Uni Américas, que também participou do evento.
Durante o encontro, a juventude sindicalista latino-americana debateu e trocou experiências sobre temas como, por exemplo, a conjuntura política e econômica do Chile; o momento político no Brasil e os desafios das eleições presidenciais; o novo mundo do trabalho pós pandemia, que engloba trabalhadores temporários e de plataformas digitais; e a importância dos sindicatos na representação e defesa dos direitos destes trabalhadores.
“Os empregos temporários e nas plataformas digitais tem crescido muito. E os jovens são diretamente afetados, uma vez que são trabalhadores em busca de seu primeiro emprego e oportunidades no mercado de trabalho. Muitos estão atuando em plataformas de delivery, sem amparo legal algum que garanta seus direitos, sem seguridade ou mesmos condições de trabalho decentes”, destacou Karen Souza, dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região e bancária do Bradesco, que participou do evento.
A oficina também abordou a necessidade da construção de um diálogo entre sindicatos e autoridades governamentais, já que é responsabilidade do governo estabelecer uma legislação adequada, que regule as condições de trabalho e os direitos sociais destes trabalhadores.
“Temos grandes desafios pela frente para enfrentar os desmontes feitos pelos governos de direita, que retiraram direitos dos trabalhadores e tentam desmobilizá-los precarizando cada vez mais as condições laborais. Temos que atuar para que prevaleça a democracia, a justiça social e o respeito aos direitos humanos. Para isso, é necessário estarmos organizados em nossos sindicatos e, sem sombra de dúvida, eleger governos que atuem em prol dos interesses dos trabalhadores”, concluiu Lucimara Malaquias, coordenadora da COE/Santander e presidenta de Juventude da Uni Américas, que também participou do evento.
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