29/09/2022
Governo nega desmatamentos enquanto Brasil registra recordes de perda florestal
No último ano, o Brasil registrou aumento de 20% no desmatamento da Amazônia: mais de 13 mil km2, o maior já registrado desde 2006. Nesse mesmo período, o Pantanal foi o bioma que mais sofreu com as queimadas, com registro de 22.119 focos, crescimento de 120% em 2022. Os dados são do MapBiomas, rede de empresas de tecnologia, ONGs e universidades.
Desde o início de 2019, o país vem registrando ataques ao meio ambiente por parte do Planalto, começando pela definição de Ricardo Salles, que responde processo por contrabando de madeiras, como ministro do Meio Ambiente, até o desmonte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), onde, em menos de quatro anos, ocorreu a exoneração de três diretores de Proteção Ambiental.
Política da morte
Também, ano após ano, o governo Federal quebra recordes na liberação de agrotóxicos: em 2019, foram liberados 474 químicos; em 2020, 493; e, em 2021, 562. Em fevereiro deste ano, também conseguiu aprovação pela Câmara do projeto de lei 6299/02, conhecido como “PL do Veneno” que permite comercialização de agrotóxicos sem aprovação do Ibama e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Relatórios do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), mostram ainda que triplicou o número de invasões e exploração ilegal de terras indígenas durante este governo. E, entre 2020 e 2021, 358 indígenas perderam a vida de forma violenta.
Desde o início de 2019, o país vem registrando ataques ao meio ambiente por parte do Planalto, começando pela definição de Ricardo Salles, que responde processo por contrabando de madeiras, como ministro do Meio Ambiente, até o desmonte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), onde, em menos de quatro anos, ocorreu a exoneração de três diretores de Proteção Ambiental.
Política da morte
Também, ano após ano, o governo Federal quebra recordes na liberação de agrotóxicos: em 2019, foram liberados 474 químicos; em 2020, 493; e, em 2021, 562. Em fevereiro deste ano, também conseguiu aprovação pela Câmara do projeto de lei 6299/02, conhecido como “PL do Veneno” que permite comercialização de agrotóxicos sem aprovação do Ibama e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Relatórios do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), mostram ainda que triplicou o número de invasões e exploração ilegal de terras indígenas durante este governo. E, entre 2020 e 2021, 358 indígenas perderam a vida de forma violenta.
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