12/09/2022
Negociações continuam para renovação do acordo coletivo do Santander
Prosseguem as negociações específicas com o Santander para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho, no âmbito da Campanha Nacional dos Bancários 2022 (campanha salarial). O banco já sinalizou avanços importantes, como por exemplo a extensão do período de amamentação de nove para 12 meses; a inclusão de uma cláusula de repúdio sobre violência contra a mulher; e melhorias no combate ao assédio moral e sexual.
O Santander, porém, sinaliza a não renovação dos termos de compromisso do Banesprev e da Cabesp. O banco havia se comprometido a implementar um Grupo de Trabalho paritário formado entre representantes do movimento sindical e da instituição financeira para discutir quaisquer questões que resultem em reestruturação, tanto na Cabesp quanto no Banesprev. Este compromisso está firmado nos termos. Ao longo dos anos estes grupos tiveram resultados positivos para todos os envolvidos.
Levanta uma série de preocupações entre os trabalhadores quanto a governança do Banesperev e da Cabesp quando o Santander sinaliza a não renovação desses termos de compromisso. E além disso, indica que o banco não tem interesse em resolver possíveis conflitos no diálogo com os representantes dos empregados.
O movimento sindical já realizou diversas conversas com o Santander na tentativa de reforçar a importância do diálogo e a reponsabilidade do banco em fazê-lo.
“Os termos de compromisso do Banesperv e da Cabesp nada mais são do que o estabelecimento do diálogo social entre os trabalhadores e o Santander, que afirma sempre estar aberto ao diálogo. Porém, quando ameaça não mais ratifica-los, o banco assume um comportamento completamente diferente daquilo que diz defender. Em resumo, não assinar estes documentos indica que o banco nega o diálogo social. Aguardamos um retorno positivo quanto a manutenção dos canais de negociação com os trabalhadores, bem como o fortalecimento do comitês de relações trabalhistas”, destaca Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.
O Santander, porém, sinaliza a não renovação dos termos de compromisso do Banesprev e da Cabesp. O banco havia se comprometido a implementar um Grupo de Trabalho paritário formado entre representantes do movimento sindical e da instituição financeira para discutir quaisquer questões que resultem em reestruturação, tanto na Cabesp quanto no Banesprev. Este compromisso está firmado nos termos. Ao longo dos anos estes grupos tiveram resultados positivos para todos os envolvidos.
Levanta uma série de preocupações entre os trabalhadores quanto a governança do Banesperev e da Cabesp quando o Santander sinaliza a não renovação desses termos de compromisso. E além disso, indica que o banco não tem interesse em resolver possíveis conflitos no diálogo com os representantes dos empregados.
O movimento sindical já realizou diversas conversas com o Santander na tentativa de reforçar a importância do diálogo e a reponsabilidade do banco em fazê-lo.
“Os termos de compromisso do Banesperv e da Cabesp nada mais são do que o estabelecimento do diálogo social entre os trabalhadores e o Santander, que afirma sempre estar aberto ao diálogo. Porém, quando ameaça não mais ratifica-los, o banco assume um comportamento completamente diferente daquilo que diz defender. Em resumo, não assinar estes documentos indica que o banco nega o diálogo social. Aguardamos um retorno positivo quanto a manutenção dos canais de negociação com os trabalhadores, bem como o fortalecimento do comitês de relações trabalhistas”, destaca Lucimara Malaquias, coordenadora da Comissão de Organização dos Empregados do Santander.
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