04/08/2022
Com ‘riscos’ e inflação, Copom sobe juros a 13,75%, maior nível em quase seis anos
Conforme esperado, o Comitê de Politica Monetária (Copom) do Banco Central elevou mais uma vez, a 12ª seguida, a taxa básica de juros, a Selic. A alta foi de meio ponto percentual, para 13,75% ao ano, no nível mais alto desde outubro de 2016. Desde que começou o ciclo de aumentos, em março do ano passado, a Selic já foi multiplicada em quase sete vezes, de 2% para 13,75%.
No comunicado divulgado ao final de dois dias de reunião, na quarta-feira (3), o colegiado afirma que o cenário externo “mantém-se adverso e volátil, com maiores revisões negativas para o crescimento global em um ambiente inflacionário ainda pressionado”. No Brasil, o Copom aponta retomada da atividade e o mercado de trabalho, mas com inflação ao consumidor que permanece elevada.
De acordo com o comitê do Banco Central, a decisão, como sempre unânime, reflete um cenário de incertezas. E o BC sinaliza que as altas deverão continuar.
Para a Força Sindical, o aumento dos juros “é um remédio desnecessário, errado, com efeitos colaterais indesejados, irreversíveis, graves e nefastos, como o comprometimento da produção, o arrefecimento da intenção de consumo, resultando em drástica queda no comércio e indústria”.
No comunicado divulgado ao final de dois dias de reunião, na quarta-feira (3), o colegiado afirma que o cenário externo “mantém-se adverso e volátil, com maiores revisões negativas para o crescimento global em um ambiente inflacionário ainda pressionado”. No Brasil, o Copom aponta retomada da atividade e o mercado de trabalho, mas com inflação ao consumidor que permanece elevada.
De acordo com o comitê do Banco Central, a decisão, como sempre unânime, reflete um cenário de incertezas. E o BC sinaliza que as altas deverão continuar.
Para a Força Sindical, o aumento dos juros “é um remédio desnecessário, errado, com efeitos colaterais indesejados, irreversíveis, graves e nefastos, como o comprometimento da produção, o arrefecimento da intenção de consumo, resultando em drástica queda no comércio e indústria”.
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