17/09/2021
Há um ano e meio, primeiras medidas de proteção contra a Covid eram debatidas entre sindicatos e Fenaban
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No dia 16 de março, há um ano e meio, a Fenaban atendia à ofício do Comando Nacional dos Bancários, que representa o Sindicato nas negociações, e realizava a primeira mesa para discutir a proteção dos bancários contra a Covid-19.
O clima entre os trabalhadores era de insegurança, dúvidas, angústias e incertezas. O Comando Nacional levou à Fenaban as reivindicações da categoria, e estabeleceu como objetivo garantir a saúde, segurança, o emprego e a renda dos bancários.
Como resultado da mesa, foi criado um Comitê de Crise, formado por representantes do Comando e da Fenaban. A partir dos debates que ocorreram no Comitê, foram implementadas medidas como a suspensão das demissões, suspensão da cobrança de metas, adoção do teletrabalho, controle de acesso às agências, redução no horário de atendimento das agências, limitação dos atendimentos realizados presencialmente aos serviços essenciais, entre outras.
Havia, ainda, a preocupação com a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, que venceria cinco meses depois.
Hoje, passados 18 meses daquele dia, a crise sanitária ainda não foi superada no país. A organização da categoria naquele momento, no entanto, foi fundamental para que houvesse uma rápida resposta, que garantiu a implementação das medidas que contribuíram para preservar a saúde de muitos colegas.
“Foram inúmeras reuniões com os bancos, ações nas redes sociais e demais atividades, desde o início da pandemia, para cobrar e definir as medidas de prevenção e controle mais adequadas para fazer frente aos desafios trazidos em cada momento do cenário epidemiológico do país. Estamos em negociação permanente e fazendo todos os esforços para salvar a vida dos trabalhadores, sobretudo neste momento, em que as instituições começam a anunciar o retorno voluntário ao trabalho presencial. Essa é a importância de fazer parte de uma entidade representativa e atuante na defesa da categoria. Nossa preocupação sempre foi e continua sendo a saúde dos bancários, consequentemente de seus familiares e da população. Só a luta nos garante!”, ressaltou o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e região, Roberto Vicentim.
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