14/01/2021
Manifestações pelo país marcam aniversário de 160 anos da Caixa Econômica Federal
Uma data histórica, que deveria ser motivo de celebração pela grandiosa história da empresa, que, pelas mãos de seus empregados ajudou a construir a história do país nos últimos 160 anos, foi marcada pela insatisfação dos trabalhadores com as condições de trabalho oferecidas pela gestão do presidente Pedro Guimarães e pela luta dos empregados junto com a sociedade contra o processo de redução do banco público, planejado pelo governo Bolsonaro e executado pela direção da empresa.
A sobrecarga de trabalho ocasionada pelas metas desumanas e pelo corte de 20 mil postos de trabalho, as seguidas reestruturações, transferências arbitrárias, falta de respeito, venda de ativos e as tentativas de fatiamento do banco com a subsequente privatização via abertura de capital foram os temas lembrados pelos empregados e repercutidos nas atividades realizadas.
Em diversos locais do estado, as entidades sindicais, em conjunto com a Apcef/SP, realizaram protestos. Ontem à noite (11/1) mais uma vez foram realizadas projeções em prédios para denunciar os ataques perpetrados pelos executivos do banco e pelo governo federal aos empregados e à própria empresa. Na manhã de hoje, os dirigentes das entidades sindicais e da Apcef/SP estiveram em locais como Guarulhos, São Bernardo do Campo, Brás e Paulista, dialogando com a população sobre a situação dos empregados e ameaças à Caixa.
As ruas da capital paulista e ABC foram percorridas por um outdoor móvel, com mensagens para a população sobre a Caixa e denunciando as péssimas condições de trabalho que a direção da Caixa têm oferecido aos seus trabalhadores
.
Nas redes sociais houve muito apoio aos empregados e à Caixa 100% Pública: Às 11 horas, milhares de tweets colocaram a hashtag #MexeuComACaixaMexeuComOBrasil entre os assuntos mais comentados.
“É incrível constatar a diferença entre as declarações do presidente do banco e as reais condições de trabalho dos empregados. A insatisfação é imensa. Parece que o presidente é muito mal assessorado pois, ao invés de resolver os problemas, a cada semana sua gestão causa mais embaraços ao corpo funcional. Ele pode nos acompanhar em visitas aqui em São Paulo, para ver pelo que os empregados estão passando. Poderia começar a valorizar os empregados cumprindo o acordo e estabelecendo a promoção por mérito de 2020. Isso está sob sua gestão” ressaltou o presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros
A sobrecarga de trabalho ocasionada pelas metas desumanas e pelo corte de 20 mil postos de trabalho, as seguidas reestruturações, transferências arbitrárias, falta de respeito, venda de ativos e as tentativas de fatiamento do banco com a subsequente privatização via abertura de capital foram os temas lembrados pelos empregados e repercutidos nas atividades realizadas.
Em diversos locais do estado, as entidades sindicais, em conjunto com a Apcef/SP, realizaram protestos. Ontem à noite (11/1) mais uma vez foram realizadas projeções em prédios para denunciar os ataques perpetrados pelos executivos do banco e pelo governo federal aos empregados e à própria empresa. Na manhã de hoje, os dirigentes das entidades sindicais e da Apcef/SP estiveram em locais como Guarulhos, São Bernardo do Campo, Brás e Paulista, dialogando com a população sobre a situação dos empregados e ameaças à Caixa.
As ruas da capital paulista e ABC foram percorridas por um outdoor móvel, com mensagens para a população sobre a Caixa e denunciando as péssimas condições de trabalho que a direção da Caixa têm oferecido aos seus trabalhadores
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Nas redes sociais houve muito apoio aos empregados e à Caixa 100% Pública: Às 11 horas, milhares de tweets colocaram a hashtag #MexeuComACaixaMexeuComOBrasil entre os assuntos mais comentados.
“É incrível constatar a diferença entre as declarações do presidente do banco e as reais condições de trabalho dos empregados. A insatisfação é imensa. Parece que o presidente é muito mal assessorado pois, ao invés de resolver os problemas, a cada semana sua gestão causa mais embaraços ao corpo funcional. Ele pode nos acompanhar em visitas aqui em São Paulo, para ver pelo que os empregados estão passando. Poderia começar a valorizar os empregados cumprindo o acordo e estabelecendo a promoção por mérito de 2020. Isso está sob sua gestão” ressaltou o presidente da Apcef/SP, Leonardo Quadros
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