29/08/2020
Mobilização da categoria garante PLR Social, Saúde Caixa e todos direitos do ACT

A Caixa apresentou na noite de sexta-feira (28), após diversos dias de negociações, que se estenderam pela madrugada, uma nova proposta para a manutenção do plano de saúde. O trabalho de construção da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) com a direção do banco permitiu a esta, que é a nona proposta, a manutenção do modelo 70/30, do pacto intergeracional, mutualismo e da solidariedade do plano. Outra reivindicação da Comissão, acatada pela Caixa, foi a inclusão de todos os novos empregados no plano. A decisão da CEE foi de defender a proposta nas assembleias de avaliação.
Segundo a coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, o foco da Comissão foi manter o plano viável para todos. “O plano de saúde é essencial para o trabalhador e nesse momento em que estamos, de pandemia, mais ainda. O Saúde Caixa deve ser viável para todos os empregados, desde aqueles que ganham menos até os aposentados”, afirmou.
A nona proposta para o Saúde Caixa conta com uma contribuição do titular de 3,5% do salário e 0,4% por dependente, com teto de 4,3%. A coparticipação para a ser 30% de cada dependente e o teto por grupo familiar de R$ 3.600. Além disso, não há mais a coparticipação para internação e tratamento oncológico e o atendimento em pronto socorro, coparticipação de R$ 75.
“A manutenção do teto para o grupo familiar foi muito importante. É uma construção fundamental para manter o nosso plano de saúde para todos os empregados. Foi um grande avanço”, avaliou a representante Fetrafi/MG na CEE, Eliana Brasil.
O modelo inclui ainda a valorização do Grupo de Trabalho (GT) do plano, responsável por definir soluções para a sustentabilidade do plano, com participação dos empregados.
De acordo com o médico consultor da A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Albucacis de Castro Pereira, a negociação foi difícil, mas a CEE/Caixa conseguiu manter o plano diante da dificuldade que passa o Brasil e o mundo em relação aos custos de saúde que não acompanham o aumento do salário do trabalhador. “Apesar da dificuldade manteve-se a característica do plano de mutualidade, solidariedade, pacto intergeracional e o 70/30. Foi uma vitória da Comissão que conseguiu o Saúde Caixa para todos os empregados”, avaliou.
O médico consultor ainda salientou a importância da oxigenação do plano, com a entrada dos novos empregados.
Confira abaixo um comparativo entre o custo da mensalidadde na proporção 50/50, que foi evitada com a proposta conquistada pelos empregados para o Saúde Caixa, e na proporção 70/30, garantida na proposta.
Segundo a coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fabiana Uehara Proscholdt, o foco da Comissão foi manter o plano viável para todos. “O plano de saúde é essencial para o trabalhador e nesse momento em que estamos, de pandemia, mais ainda. O Saúde Caixa deve ser viável para todos os empregados, desde aqueles que ganham menos até os aposentados”, afirmou.
A nona proposta para o Saúde Caixa conta com uma contribuição do titular de 3,5% do salário e 0,4% por dependente, com teto de 4,3%. A coparticipação para a ser 30% de cada dependente e o teto por grupo familiar de R$ 3.600. Além disso, não há mais a coparticipação para internação e tratamento oncológico e o atendimento em pronto socorro, coparticipação de R$ 75.
“A manutenção do teto para o grupo familiar foi muito importante. É uma construção fundamental para manter o nosso plano de saúde para todos os empregados. Foi um grande avanço”, avaliou a representante Fetrafi/MG na CEE, Eliana Brasil.
O modelo inclui ainda a valorização do Grupo de Trabalho (GT) do plano, responsável por definir soluções para a sustentabilidade do plano, com participação dos empregados.
De acordo com o médico consultor da A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Albucacis de Castro Pereira, a negociação foi difícil, mas a CEE/Caixa conseguiu manter o plano diante da dificuldade que passa o Brasil e o mundo em relação aos custos de saúde que não acompanham o aumento do salário do trabalhador. “Apesar da dificuldade manteve-se a característica do plano de mutualidade, solidariedade, pacto intergeracional e o 70/30. Foi uma vitória da Comissão que conseguiu o Saúde Caixa para todos os empregados”, avaliou.
O médico consultor ainda salientou a importância da oxigenação do plano, com a entrada dos novos empregados.
Confira abaixo um comparativo entre o custo da mensalidadde na proporção 50/50, que foi evitada com a proposta conquistada pelos empregados para o Saúde Caixa, e na proporção 70/30, garantida na proposta.

PLR e PLR Social
A Comissão dos Empregados voltou a cobrar a Caixa as propostas das outras reivindicações dos trabalhadores e que o banco ainda não apresentou retorno para os empregados. Além do Saúde Caixa, a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e a PLR Social entraram na pauta da negociação desta sexta-feira (28).
A Caixa acatou a reivindicação da CEE/Caixa e manteve a PLR e a PLR Social para os empregados do banco. A proposta acompanha o que foi pactuado na mesa única da Fenaban. A Caixa informou ainda que a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST) limitou a PLR e PLR Social em três Remuneração Básica (RB) por empregado.
A CEE/Caixa protestou com relação a restrição da SEST, mas informou que vai defender a proposta. “Entendemos que é um absurdo a SEST fazer essa limitação principalmente considerando os salários mais baixos, mas avaliamos que considerando a conjuntura e o avanço da PLR Social, a contragosto, entendemos a posição da Caixa e a colocação dessa restrição no Acordo Coletivo. No entanto, não entendemos a vinculação dessa proposta”, explicou Fabiana.
Para a PLR Social, a Comissão reconheceu o esforço da empresa em manter a PLR Social para os trabalhadores. “Essa é uma conquista dos trabalhadores da Caixa, principalmente neste momento de pandemia. Os empregados, principalmente os que estão na rede, estão estafados, merecem como uma valorização”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa.
Reivindicações
Na madrugada de sábado, a Caixa entregou o documento da proposta global para os empregados com as alterações propostas. Ficou acordado que caso não haja a concordância na redação das cláusulas, elas voltam ao original do ACT.
Outra cobrança da Comissão foi o fim da abertura aos sábados das agências. A Caixa informou que o pedido está em avalição e o objetivo é adequar as próximas portarias para que não haja a abertura. Até esse momento, a intenção é trabalhar alternadamente até excluir a portaria.
A Caixa voltou a sugerir que os Fóruns e Grupos de Trabalho sejam revistos e alguns Grupos de Trabalho (GTs) encerrados. A proposta foi recusada pela CEE.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Mercantil registra lucro de R$ 279,4 milhões no trimestre, valor considerado recorde em toda sua história
- Brasil é 55,5% negro, mas terá apenas 26% das cadeiras da Câmara em 2027
- Novembro Azul: informação, prevenção e combate ao preconceito salvam vidas
- Banco Central mantém Selic em 13,75% enquanto mercado financeiro faz pressão especulativa
- Itaú lucra R$ 37,3 bilhões, mas elimina 3.259 empregos e fecha 334 agências em um ano
- Santander: Assembleia virtual nesta sexta-feira (6) delibera sobre ACT e Acordo de PPRS
- Copom decide nesta quarta-feira (4) se reduz ou mantém Selic em 13,75% ao ano
- Sindicato entrega mais de 200 kg de alimentos ao projeto social Prateleira Solidária
- Novas regras do VA e VR ampliam opções de uso; bancários têm benefícios acima da média nacional
- Saúde Caixa começa a compartilhar rede credenciada com a Cassi nesta quarta-feira (4)
- Festa dos Bancários 2026 reúne categoria em dia de confraternização, premiações e solidariedade
- Brasil bate recorde de pessoas com trabalho desde 2012
- A eleição acabou, mas a participação continua: saiba quem e pelo que cobrar
- COE cobra avanços do Bradesco em PPR, banco de horas e condições de trabalho
- Negociação da Cassi avança com proposta de aporte de R$ 2,288 bilhões