01/06/2020
Assessora de Guedes acha que morte de idosos é bom para Reforma da Previdência
“É bom que as mortes se concentrem entre os idosos... Isso melhorará nosso desempenho econômico”, afirmou a assessora de Paulo Guedes, Solange Vieira. A declaração infame foi revelada na última terça-feira (26), dia em que o Brasil completou mais de 23 mil mortes pelo coronavírus.
A matéria que foi publicada pela agência internacional ‘Reuters’ expôs mais uma face do aterrorizante governo de Jair Bolsonaro.
Em reunião com técnicos do Ministério da Saúde, em março, Solange Vieira, que também é titular da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), declarou que “É bom que as mortes se concentrem entre os idosos… Isso melhorará nosso desempenho econômico, pois reduzirá nosso déficit previdenciário”. A fala da assessora foi confirmada por mais de um participante da reunião.
Não por acaso, Vieira participou ativamente da articulação da Reforma da Previdência que acabou com a aposentadoria de milhões de brasileiros no ano passado e é considerada a mãe do fator previdenciário, ainda na Reforma do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). A falta de humanidade escancarada, infelizmente, não é mais novidade no governo.
Os idosos são considerados o primeiro grupo de risco da doença. Segundo o Ministério da Saúde, pessoas com mais de 60 anos representam 69% das mortes até agora e tendo em vista a grande subnotificação, os números podem ser maiores ainda.
"O governo Bolsonaro, na contramão do que se tem feito no mundo todo para conter a pandemia, continua a fazer intervenções disparatadas e irresponsáveis. Juntamente com seu ministro Paulo Guedes, prefere dar mais dinheiro para os bancos e autorizar que os patrões suspendam contratos de trabalho, ao invés de tomar medidas que protejam as pessoas. A falta de políticas de amparo aos idosos, desempregados, trabalhadores informais, pequenos camponeses, trabalhadores por conta própria, certamente levará dezenas de milhões de brasileiros a ficarem mais vulneráveis à doença. Quanto mais insistem em defender os interesses dos ricos e dos patrões, mais vulnerável fica a situação da população ameaçada pela falta de proteção adequada à sua saúde e às suas condições básicas de vida. A crise exige medidas que garantam a todos o acesso à renda, à alimentação e aos cuidados de saúde", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
A matéria que foi publicada pela agência internacional ‘Reuters’ expôs mais uma face do aterrorizante governo de Jair Bolsonaro.
Em reunião com técnicos do Ministério da Saúde, em março, Solange Vieira, que também é titular da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), declarou que “É bom que as mortes se concentrem entre os idosos… Isso melhorará nosso desempenho econômico, pois reduzirá nosso déficit previdenciário”. A fala da assessora foi confirmada por mais de um participante da reunião.
Não por acaso, Vieira participou ativamente da articulação da Reforma da Previdência que acabou com a aposentadoria de milhões de brasileiros no ano passado e é considerada a mãe do fator previdenciário, ainda na Reforma do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). A falta de humanidade escancarada, infelizmente, não é mais novidade no governo.
Os idosos são considerados o primeiro grupo de risco da doença. Segundo o Ministério da Saúde, pessoas com mais de 60 anos representam 69% das mortes até agora e tendo em vista a grande subnotificação, os números podem ser maiores ainda.
"O governo Bolsonaro, na contramão do que se tem feito no mundo todo para conter a pandemia, continua a fazer intervenções disparatadas e irresponsáveis. Juntamente com seu ministro Paulo Guedes, prefere dar mais dinheiro para os bancos e autorizar que os patrões suspendam contratos de trabalho, ao invés de tomar medidas que protejam as pessoas. A falta de políticas de amparo aos idosos, desempregados, trabalhadores informais, pequenos camponeses, trabalhadores por conta própria, certamente levará dezenas de milhões de brasileiros a ficarem mais vulneráveis à doença. Quanto mais insistem em defender os interesses dos ricos e dos patrões, mais vulnerável fica a situação da população ameaçada pela falta de proteção adequada à sua saúde e às suas condições básicas de vida. A crise exige medidas que garantam a todos o acesso à renda, à alimentação e aos cuidados de saúde", ressalta o presidente do Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região, Roberto Carlos Vicentim.
SINDICALIZE-SE
MAIS NOTÍCIAS
- Campanha Nacional: Sem aumento real não dá, Fenaban!
- Caixa não apresenta nova proposta para o Saúde Caixa
- Banqueiros propõem reajuste de 62% da inflação, um dos piores de 2026. Comando rejeitou na mesa
- Negociação com a Caixa: Saúde Caixa, carreira, condições de trabalho e contratações estão no centro da Campanha; veja resumo até aqui
- Negociação do Banco do Brasil segue sem avanço nas principais reivindicações
- Sete mesas, muitas cobranças e poucas respostas: relembre a negociação com o BB
- Eleições Cabesp: Divulgada lista de candidatos; vote nos nomes apoiados pelas entidades
- Fenaban não apresenta índice de reajuste e negociação continua nesta terça-feira (25)
- Acordo garante acesso de associados do Economus à CliniCassi, e representa avanço rumo à isonomia
- Despesas do Saúde Caixa chegaram a R$ 4,39 bilhões em 2025
- Saúde Caixa e Cassi assinam acordo para compartilhar redes credenciadas
- Trabalhadores e banqueiros voltam a negociar nessa segunda-feira (24)
- Paralisação dos bancários ganha repercussão na imprensa e expõe intransigência dos bancos na Campanha Nacional
- Com 100% das agências fechadas em Catanduva, bancários dão recado à Fenaban: queremos proposta decente!
- COE Santander cobra valorização do PPRS e avanço nas demais reivindicações da minuta